Horas após Paulo Portas conseguir uma vitória histórica do CDS/PP nas legislativas, a investigação sobre o processo de aquisição dos dois submarinos U-214 em 2004 volta à tona de água. Segundo o Bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho Pinto, as buscas de ontem em escritórios de advogados «visam dar espectáculo, aliás estavam lá jornalistas à espera. (…) Isto é terrorismo judiciário.»
No programa Gato Fedorento – Esmiúça os Sufrágios transmitido pela SIC a 25 de Setembro, o candidato às legislativas do PCTP/MRPP, Garcia Pereira, admitiu ser actualmente mais silenciado que no Estado Novo: «Hoje temos de contar não apenas com o silenciamento, que era o que se passava antes do 25 de Abril, mas com o ‘contra’: isto é, com as posições abertamente contrárias, que são muitas vezes passadas sob a capa de pretensas notícias mas são opiniões, e que são inteiramente inaceitáveis em democracia.» O partido que representa foi fundado em 1970 e lutou contra o Estado Novo.
Dois dos arguidos do processo Freeport revelaram existir um outro primo de José Sócrates envolvido no negócio. José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo direito do actual primeiro-ministro, será, segundo esses dois arguidos, o homem mencionado em e-mails apreendidos pela polícia judiciária como «o gordo» ou «Bernardo» – nomes de código utilizados por diversas vezes por Charles Smith e outros intervenientes no negócio.
Um artigo publicado no jornal Correio da Manhã a 17 de Setembro refere a possibilidade da vacina contra a Gripe A poder «provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte».
No Jornal da Tarde transmitido pela RTP a 18 de Setembro também foi referido o receio da vacina poder provocar a síndrome de Guillain-Barré (ver vídeo em baixo).
Ambas as notícias do CM e da RTP referem igualmente o facto de ter existido uma vacina muito semelhante à actual no surto epidémico de gripe suína de 1976 nos Estados Unidos da América, vacina essa que provocou muitos mais mortos que a própria gripe.
A nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte.
O alerta parte do Governo britânico que, através da Agência de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), entidade que supervisiona a saúde pública, enviou uma carta confidencial aos neurologistas a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças .
A missiva dá conta de que os neurologistas devem estar alerta para um aumento do número de casos de distúrbios cerebrais com a síndrome Guillain-Barré, que podem ser desencadeados pela vacina. Aquela síndrome ataca o sistema nervoso, causando paralisia e incapacidade respiratória, o que pode ser fatal.
O documento confidencial foi enviado a 600 neurologistas britânicos a 29 de Julho e é o primeiro sinal de que há preocupação ao mais alto nível sobre as possíveis complicações muito graves decorrentes da vacina .
A carta refere ainda o uso de uma vacina semelhante nos Estados Unidos, em 1976, quando morreram mais pessoas devido à vacinação do que devido à gripe. Além disso, 500 casos da síndrome foram detectados e concluiu-se que a vacina pode ter aumentado o risco da doença em oito vezes. A vacina foi retirada ao fim de dez semanas, quando foi estabelecida uma ligação clara com a síndrome. Por fim, o governo americano foi obrigado a pagar milhões de dólares de indemnização às pessoas afectadas.
Questionado pelo CM sobre os efeitos adversos da vacina, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Rêgo, admitiu as consequências: “Essa situação é muito bem conhecida da classe médica.” Adiantou, porém, que quase todas as vacinas e as infecções podem causar essa síndrome, mas o aparecimento destes casos são raros. Contudo, disse, “as vacinas não estão isentas de riscos.”
«Parte do governo e do congresso norte-americano mentiu sobre os acontecimentos de 11 de Setembro de 2001. Mentiras com as quais criaram a guerra no Iraque e a guerra no Afeganistão que está actualmente a decorrer», afirmou hoje Giulietto Chiesa – eurodeputado italiano entre 2004 e 2009 – à Russia Today. Entre vários aspectos, Chiesa referiu o facto – confirmado pelo FBI – que várias das chamadas de telemóvel alegadamente efectuadas a partir dos aviões desviados a 11 de Setembro, descritas no relatório da comissão oficial de investigação, nunca aconteceram na realidade. Essas falsas chamadas são um dos principais suportes da versão oficial dos atentados ocorridos há oito anos atrás.
Este vídeo inclui uma reportagem sobre o número de norte-americanos que se afirmam cépticos em relação à versão oficial e exigem uma nova investigação dos acontecimentos, número esse que cresce ano após ano; assim como uma entrevista com William Rodriguez, que trabalhava na manutenção das Torres Gémeas e afirma ter visto, nesse dia fatídico, várias explosões dentro das torres antes do impacto dos aviões.
O Professor russo Igor Panarin acredita que os acontecimentos actuais confirmam a sua dramática previsão realizada há mais de 10 anos atrás, segundo a qual os Estados Unidos da América irão desmoronar-se totalmente como a União Soviética antes do fim de 2010, e avisa que o caos poderá começar daqui a dois meses.
Panarin, doutor em Ciência Política e professor na Academia Diplomática Russa do Ministério dos Negócios Estrangeiros Russo, disse aos jornalistas durante o lançamento do seu novo livro The Crash of America, a 31 de Agosto, que o presidente dos EUA Barack Obama não fez nada para prevenir a grave crise que se aproxima rapidamente e que pode emergir em Novembro.
«Obama é o ‘presidente da esperança’, mas daqui a um ano não haverá nenhuma esperança», afirmou Panarin. «Ele é praticamente outro Gorbachev – gosta de falar mas na realidade não concretizou nada. Ao menos Gorbachev foi secretário-geral do Partido Comunista, enquanto Obama foi apenas um trabalhador social. A sua mentalidade é totalmente diferente. Ele parece ser boa pessoa e tem boa oratória – mas não é um líder e vai levar a América ao fundo. Quando os americanos perceberem isso – vai ser como uma bomba.»
Desde 1998 que Panarin tem alertado para a futura desintegração dos EUA e para o colapso do dólar. De acordo com ele, a recente vitória do Partido Democrata nipónico no Japão é outro sinal que o colapso económico dos EUA está iminente.
«Hoje recebi outra confirmação de que o colapso do dólar e dos EUA é inevitável. O Partido Democrático do Japão ganhou as eleições, e gostaria de vos relembrar que o seu líder [Yukio Hatoyama] tem nos seus planos económicos a rejeição do dólar. Por outras palavras, ele pretende transferir as reservas monetárias do Japão de dólares norte-americanos para outra moeda. Esta mudança vai acelerar seriamente a descida do dólar, já a partir de Novembro. A desintegração ocorrerá pouco depois», disse o especialista russo, acrescentando que no próximo ano a China também vai rejeitar o dólar, e a Rússia começará a vender gás e petróleo em rublos.
Panarin afirmou em declarações anteriores que o dólar poderia ser eventualmente substituído por «uma nova unidade monetária, como o Amero», referindo-se ao tratado de Segurança e Prosperidade entre os EUA, o Canadá e o México.
Ele prevê a divisão dos EUA em seis partes diferentes, um pouco à semelhança das linhas traçadas durante a guerra civil norte-americana de 1865: «A costa do Pacífico, com a sua crescente população chinesa; o Sul, com os hispânicos; o Texas, onde os movimentos pela independência estão a aumentar; a costa do Atlântico, com sua mentalidade distinta; cinco dos estados centrais mais pobres com a sua grande população nativo-americana; e os estados do norte, onde a influência do Canadá é forte», de acordo com Panarin.
A longo prazo, Panarin prevê que os estados separatistas possam eventualmente ser controlados pela União Europeia, Canadá, China, México, Japão e Rússia, com a América a deixar de existir por completo, tal como apresentado na ilustração acima.
Panarin culpa o colapso numa «elite que implementa uma política absurda e agressiva com vista a criar conflitos em todo o planeta» e avisa que o aumento da venda de armas nos EUA é um sinal que a população está a preparar-se para o «caos» no período posterior à bancarrota financeira total.
«Na minha opinião, a probabilidade dos EUA deixarem de existir até Junho de 2010 excede os 50%. Nesta altura, o dever das grandes potências mundiais é prevenir o caos nos EUA», concluiu Panarin.