Posted on 07 Dezembro 2009.
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Posted on 02 Dezembro 2009.
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Posted on 02 Dezembro 2009.
É um dos maiores escândalos científicos de sempre e deita por terra os fundamentos da teoria do aquecimento global. A divulgação de documentos e comunicações privadas entre cientistas de topo colocou a descoberto manipulação de dados, tráfico de influências e perseguições. No estrangeiro foi descrita como das maiores notícias da década, mas em Portugal está a ser abafada pela comunicação social.
Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
23 de Novembro de 2009
Multiplicam-se os apelos à realização de inquéritos independentes para investigar o escândalo científico que tem sido denominado de Climategate. Este escândalo está a arruinar as bases da teoria do aquecimento global, após a divulgação a 20 de Novembro de milhares de e-mails que provam uma manipulação concertada de dados por parte de investigadores com o objectivo de «esconder a descida» da temperatura do planeta.
O antigo chanceler britânico Lord Lawson foi uma das muitas personalidades a pedir uma investigação imparcial ao escândalo, que começou semanas antes da Conferência Climática das Nações Unidas em Copenhaga. «Dever-se-ia criar um inquérito público orientado por alguém totalmente respeitado para se obter a verdade», afirmou no programa BBC Radio Four Today.
Os e-mails foram divulgados após vários piratas informáticos penetrarem nos servidores da Climatic Research Unit (CRU), a unidade de investigação climática da Universidade de East Anglia, Norwich, no Reino Unido. O CRU é considerado como um dos principais centros de investigação da climatologia a nível mundial.
Os documentos e comunicações aos quais os piratas acederam revelam a forma como cientistas de topo conspiraram para falsificar dados e esconder a descida da temperatura global, sustentando a premissa de que a intervenção humana está a provocar alterações climáticas. Outros destacam a maneira como eles coordenam autênticas campanhas negras para ostracizar cépticos do aquecimento global e usar a sua influência para impedir que relatórios dissidentes apareçam em publicações científicas de revisão por pares (um processo utilizado na publicação de artigos e na concessão de fundos para pesquisas), assim como tácticas para fintarem os pedidos de divulgação de informação efectuados através da lei norte-americana Freedom of Information Act (Lei da Liberdade de Informação, ou FOIA).
Tal como esperado, a comunicação social internacional tem branqueado o escândalo, caracterizando os e-mails como «rancor» entre a comunidade climática e mostrando apenas os e-mails menos comprometedores, ignorando o verdadeiro significado do que foi revelado.
Organizações ligadas à CRU têm lançado uma campanha de terror psicológico com cenários apocalípticos, ilustrando o seu argumento através de vídeos animados de propaganda totalmente desfasados da realidade, onde mostram animais de estimação a afogarem-se e ursos polares gerados por computador a caírem do céu (invocando imagens das vítimas dos atentados de 11 de Setembro a saltarem das Torres Gémeas), quando na verdade o número de ursos polares está a aumentar.
«Um dos e-mails que está sob escrutínio foi escrito por Phil Jones, o director do CRU, em 1999: ‘Acabei de completar o truque da Mike’s Nature [uma revista científica] de aumentar as temperaturas para cada série dos últimos 20 anos (por exemplo, desde 1981) e desde 1961 para o Keith, de forma a esconder a descida’», noticia o London Telegraph.
O autor admitiu à Associated Press que o e-mail é genuíno.
Noutro exemplo, investigadores falam sobre dados que são «artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais». Aparentemente, as «temperaturas reais» são definidas pelos ‘líderes’ do aquecimento global.
Tal como escreve o ex-meteorologista Anthony Watts, as tentativas de afirmar que os e-mails «foram retirados do seu contexto», que é a defesa do CRU, não têm validade. «É possível afirmar-se que um e-mail escrito há anos atrás não está correcto por ter sido ‘retirado do seu contexto’, mas aqui temos um programador a deixar notas no código para que ele ou ela possa documentar o que esse código realmente faz nessa etapa, de forma a que quem mais tarde olhe para isso possa perceber a razão pela qual essa função não esteja representada a partir de 1960. Neste caso, as temperaturas não foram todas consideradas. Os dados das estações de crescimento (os meses de Verão, quando são formados novos anéis de crescimento nas árvores) após 1960 são ignorados porque ‘serão artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais’, o que implica um rotina de processamento de dados. Dêem-lhe as voltas que quiserem. Acredito mais nas notas deixadas por programadores do que na palavra de alguém que tem motivos para dizer que não há ali nada ‘suspeito’. Ou os dados mostram o que se passa na natureza ou não mostram. Dados que foram ‘artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais’ são dados falsos e geram resultados falsos.»
Outro e-mail mostra a forma de alterar os dados das temperaturas e corrigir «desvios» nos estudos de maneira a corresponder às expectativas, que é obviamente o pecado capital de qualquer estudo científico.
«Conspiração, conluio no exagero de dados sobre o aquecimento, possível destruição ilegal de informação comprometedora, resistência organizada à divulgação de dados, manipulação de dados, reconhecimento de erros nas suas reivindicações públicas e muito mais» foi revelado nos 61 megabytes de ficheiros confidenciais difundidos na internet para que todos possamos ver, escreve Andrew Bolt, jornalista do Herald Sun.
Outro e-mail celebra a morte do professor John L. Daly, um céptico do aquecimento global, com as palavras: «de certa forma isto é uma notícia fantástica.»
Noutra comunicação, o autor revela a sua fantasia de «dar uma bruta carga de porrada» nos cépticos do aquecimento global.
Em mais outra, os investigadores discutem formas de desacreditar o professor James Saiers da revista científica Geophysical Research Letters com uma caça às bruxas académica, devido às suas simpatias por cépticos do aquecimento global: «Se vocês acham que o Saiers está do lado dos cépticos do efeito de estufa, se nós conseguirmos encontrar provas documentais disso, podemos agir através de canais oficiais da AGU [União Geofísica Americana] e bani-lo.»
Outros e-mails mostram dúvidas sobre o aumento da temperatura global e concluem que os dados necessitam ser reinterpretados: «A verdade é que não conseguimos justificar o facto de não existir subida das temperaturas e isso é uma vergonha para nós. Os dados da CERES relativos a 2008 publicados no boletim de Agosto de 2009 da MAS [Sociedade norte-americana de Meteorologia] mostram que devia existir mais aquecimento: mas os dados devem estar errados. O nosso sistema de observação está desadequado».
Os cientistas discutem a melhor forma de esconder os dados históricos que contradizem a tese da alteração climática provocada pelo Homem, tal como o Período Quente Medieval, que de acordo com um e-mail deve ser «dissimulado».
Também é discutida a destruição de provas, com cientistas a resolver apagar e-mails comprometedores.
«E, talvez o mais perverso», escreve o jornalista do Telegraph James Delingpole, «uma longa série de comunicações onde se congemina a melhor forma de banir cientistas dissidentes de processos de revisão por pares. Como, por outras palavras, criar um ambiente onde qualquer cientista que discorde com o aquecimento global antropogénico seja posto de lado como um fanático, sem um pingo de credibilidade.»
Diz um dos e-mails revelados: «Esse foi o perigo de criticar os cépticos por não publicarem na ‘literatura de revisão por pares’. Então, eles encontraram uma forma para isso: controlar uma publicação científica! O que iremos fazer agora? Acho que temos de deixar de considerar a Climate Research como uma revista científica legítima. Talvez devemos encorajar os nossos colegas na comunidade de investigação climática para não enviarem mais trabalhos para essa revista, e nem sequer a citarem. Também temos de considerar o que iremos dizer ou pedir aos colegas mais próximos de nós que integram o conselho editorial dessa revista… O que é que vocês acham? (…) Eu irei mandar e-mails à revista para lhes dizer que não terei mais nada com ela enquanto não se livrarem desse editor incómodo. (…) Isto acontece porque esta revista tem vários editores. O responsável é um céptico bem conhecido na Nova Zelândia. Ele já deixou passar alguns artigos de Michaels e Gray. Troquei umas palavras sobre isto com Hans von Storch, mas não deu em nada. Esta é mais uma coisa para falar em Nice!»
Os cientistas também «discutem formas de se esquivarem a pedidos efectuados através da Lei da Liberdade de Informação [FOIA] para divulgarem dados relacionados com temperaturas», noticiou o Daily Mail.
Os e-mails mostram que os cientistas usavam favorecimentos e estratagemas com os representantes oficiais da FOIA para não serem forçados a divulgar dados: «Quando chegaram os pedidos feitos através da FOIA, o representante disse-nos que tínhamos de os cumprir», diz um e-mail. «Foram necessárias duas sessões de meia hora para o fazer mudar de ideias. (…) Quando eles perceberam o tipo de pessoas com que estamos a lidar, todo o pessoal na Universidade de East Anglia nos apoiou. Fiquei a conhecer muito bem o representante da FOIA e o chefe da biblioteca – que lida com recursos.»
É muito importante salientar que este breve resumo apenas mostra uma mera ponta da fraude monumental que foi exposta com os e-mails pirateados.
Este é um marco no princípio do fim do alarmismo do aquecimento global e da agenda para implementar medidas draconianas de controlo e regulação, assim como o lançamento da taxa global de carbono.
Muitas mais revelações foram feitas no seguimento desta fuga de informação, e o esforço desesperado dos políticos e da comunicação social em branquear e abafar toda esta polémica só irá piorar a sua situação.
Para saber mais:
O Watergate climático – farsa do aquecimento global a descoberto, artigo do site Pontas Soltas
Artigos do Expresso sobre o climategate
Ainda Orwell, artigo de opinião do investigador universitário Fernando Gabriel no Diário Económico
Base de dados de artigos estrangeiros sobre o climategate
Base de dados com os e-mails pirateados
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Posted on 22 Novembro 2009.
Já são pelo menos três os bebés portugueses que morreram horas após as suas mães terem sido injectadas com a vacina contra a Gripe A. O governo e as autoridades de saúde portuguesas escondem o facto da vacina ter sido considerada perigosa em países como a Suiça, e nunca ter sido testada em grávidas nem em crianças. A OMS já confirmou casos da síndrome de Guillain-Barré provocados por esta vacina.
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Foram até agora dados a conhecer pela comunicação social três casos de grávidas portuguesas que perderam os seus bebés após receberem a vacina contra a Gripe A utilizada no nosso país – a Pandemrix da farmacêutica GlaxoSmithKline.
Em todos os casos as autoridades de saúde responderam imediatamente que consideram não existir nenhuma relação entre as mortes e as vacinas, isto muito antes de saberem qualquer resultado das autópsias – resultados esses que não refutaram completamente essa relação. O discurso oficial continua a ser o de que não existe qualquer dado científico que mostre que a vacina é perigosa em grávidas, e que estes casos são todos «uma terrível coincidência». O facto, escondido dos portugueses, é que ela nunca foi testada em mulheres grávidas nem em jovens com menos de 18 anos. Não existem, portanto, dados científicos que mostrem que esta vacina é segura em grávidas e crianças. Mesmo assim o governo português iniciou a vacinação às grávidas e a todas as crianças, tendo já incluído esta vacina no Plano Nacional de Vacinação.
O vídeo acima mostra algumas reportagens da RTP sobre estes acontecimentos. Nelas é possível verificar que as duas primeiras grávidas que perderam os bebés sentiram-nos «mexer muito mais que o habitual» nas horas seguintes à inoculação da vacina, até eles deixarem de se mexer por completo. Não foi divulgado se a terceira mãe também sentiu movimentos anormais.
Fica claro que as autoridades de saúde considerarão qualquer complicação ocorrida após a inoculação da vacina Pandemrix como uma mera «coincidência» e irão recusar sempre qualquer responsabilidade. Aliás a comunicação social só difundiu casos ocorridos poucas horas ou dias depois da vacinação. Vários especialistas alertam para o facto desta vacina conter esqualeno, uma substância perigosa que já foi directamente associada a casos da síndrome da Guerra do Golfo e a uma enorme lista de doenças degenerativas (como a síndrome de Guillain-Barré); e timerosal, um conservante geralmente usado nas vacinas que vários estudos científicos indicam provocar lesões neurológicas similares às do autismo. Todas estas doenças podem surgir meses, anos ou décadas após a vacinação, sendo óbvio que as autoridades de saúde refutarão todas as responsabilidades. Como já noticiámos anteriormente, vários governos por todo o mundo garantem imunidade total às companhias farmacêuticas caso existam processos legais devido a mortes e lesões provocadas pela vacina.
Na Suíça as autoridades de saúde proibiram o uso da Pandemrix em grávidas, jovens com menos de 18 anos e adultos com mais de 60, justamente pelos receios em volta dos seus componentes perigosos e por não terem sido testadas nessas camadas etárias. Em Espanha (ver vídeo acima, aos 4:30 minutos), no Reino Unido e no Canadá as grávidas podem escolher ser vacinadas com outras vacinas sem componentes adjuvantes como o esqualeno. As grávidas francesas só receberão as que não contêm adjuvantes.
Em Outubro, a Organização Mundial de Saúde (OMS) chegou a desaconselhar o uso de vacinas com adjuvantes, como a Pandemrix, em mulheres grávidas (ver vídeo da Sky News em baixo). Neste momento a OMS admite já existirem casos da síndrome de Guillain-Barré provocados por vacinas contra a Gripe A (ver vídeo em cima, aos 4 minutos).
O ESCUDO.tv tem conhecimento que vários médicos portugueses têm desaconselhado aos seus pacientes a inoculação desta vacina, mesmo a doentes que foram considerados de risco.
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Posted on 20 Novembro 2009.
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Posted on 08 Novembro 2009.
Cerca de 45% dos profissionais de saúde e funcionários de instituições públicas considerados essenciais recusaram até agora levar a vacina contra a Gripe A. Esta rejeição generalizada levou o governo a alterar o plano de vacinação nacional.
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Os números são oficiais: foram aplicadas apenas 30000 das 54000 doses da vacina contra a Gripe A disponíveis para a primeira fase de vacinação em Portugal. Esta fase começou a 26 de Outubro e era destinada aos profissionais de saúde, grávidas no segundo e terceiro trimestre de gravidez com patologias associadas, detentores de funções consideradas essenciais e titulares de órgãos de soberania.
A pouca adesão nesta primeira fase de vacinação levou o governo a antecipar a segunda fase, que estava prevista iniciar apenas em Janeiro de 2010. Esta é destinada aos profissionais de saúde não contemplados na primeira fase, doentes crónicos e grávidas saudáveis no segundo e terceiro trimestre de gravidez.
Durante as últimas semanas foi noticiado que vários médicos e enfermeiros portugueses iriam recusar esta vacina – a Pandemrix, fabricada pela companhia farmacêutica GlaxoSmithKline – por considerarem-na insegura. Foi também confirmado que esta vacina contém esqualeno, uma substância perigosa que já foi directamente associada a casos da síndrome da Guerra do Golfo e a uma enorme lista de doenças degenerativas; assim como timerosal, um conservante geralmente usado nas vacinas que vários estudos científicos indicam provocar lesões neurológicas similares às do autismo.
O vídeo disponibilizado acima contém um conjunto de reportagens emitidas na RTP nas últimas semanas sobre a recusa dos médicos e enfermeiros portugueses em serem inoculados com a vacina. Em baixo estão excertos de duas notícias relacionadas com esta polémica:
Jornal de Notícias
Numa ronda por vários sindicatos dos médicos e enfermeiros portugueses, o JN constatou que há opiniões diversas em relação à vacinação e que, a avaliar pelos depoimentos recolhidos, há muitos profissionais que não estão decididos a vacinar-se por terem dúvidas em relação à segurança e aos efeitos secundários da vacina.Pilar Vicente, médica nos hospitais civis de Lisboa e dirigente do Sindicato dos Médicos da Zona Sul, garante que “a maior parte” dos médicos não quer ser vacinada e que até têm sido “desaconselhados por grande parte dos colegas que trabalham na área do medicamento”. A “desconfiança” dos médicos assenta no facto de a vacina ter sido concebida “à pressa” e na convicção de que “não foram corridos todos os passos e realizados todos os testes que são habituais na experimentação e na confirmação da sua segurança”.
A médica diz, inclusive, que já foram publicados em revistas médicas inglesas (cita o New England Journal of Medicine) artigos que dão conta de efeitos adversos relacionados com perturbações neurológicas e alterações do sistema nervoso periférico e central para justificar as “fortes desconfianças” da comunidade médica em relação à vacina.
A dirigente sindical compreende a decisão do Ministério da Saúde de incluir os médicos e enfermeiros no grupo prioritário de vacinação, mas entende que ninguém os pode obrigar a ser vacinados. Pilar Vicente acredita na responsabilidade individual de cada um deles e que, caso tenham sintomas da doença, “serão os primeiros a abster-se de ir para o serviço e a ficar em casa por precaução para não contaminarem ninguém”. (…)
Guadalupe Simões, presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, diz que a questão também preocupa os enfermeiros, que estão divididos em relação à vacinação. “Há algumas reservas”, diz, citando “estudos que suscitam dúvidas” em relação a efeitos contraditórios da vacina e recusando que os enfermeiros sejam obrigados a vacinar-se.
Correio da Manhã
A recusa de alguns médicos e enfermeiros em serem vacinados contra a gripe A está a potenciar a desconfiança dos portugueses na qualidade e segurança da vacina, admitiu o director-geral da Saúde, Francisco George (na imagem), no arranque da campanha de vacinação. (…)
Várias pessoas não confiam na vacina. Marisa, 30 anos, com uma gravidez de 30 semanas, salienta: ‘Não quero a vacina, pois os médicos, que sabem mais do que nós, não a querem tomar. Vou recusá-la.’ Isabel Matias, 40 anos, acrescenta: ‘Não há estudos suficientes. Não deixo o meu filho ser vacinado, que é asmático.’ Já Vera Silva, de 21 anos, espera para ver a reacção que a vacina provoca. (…)
TESTEMUNHOS
‘HÁ POUCA INFORMAÇÃO SOBRE EFEITOS ADVERSOS’: Vasco Noé Técnico do IDT
Tenho indicação para ser vacinado, mas não quero. Não há muita informação sobre os efeitos secundários que a vacina pode provocar e estranho não podermos fazer análises depois da vacina, porque os resultados podem não ser fiáveis.’
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Posted on 07 Novembro 2009.
Cerca de 10 % dos portugueses estão fora do Programa Nacional de Vacinação, e alguns fazem-no por opção. O programa Sociedade Civil da RTP2 (emitido a 15 de Outubro de 2009) entrevistou uma mãe que, após um problema clínico com a sua primeira filha, seguiu a opinião de alguns médicos na Alemanha e optou por não vacinar os outros filhos (vídeo acima).
À semelhança do que acontece em todo o mundo ocidental, existe em Portugal um grupo crescente de pais que, após se informarem sobre os componentes das vacinas, escolhem não as dar aos seus filhos.
O mesmo programa relembra que em Portugal a vacinação não é obrigatória (vídeo abaixo):
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Posted on 02 Novembro 2009.
Entre as muitas teorias que têm surgido sobre o novo vírus da gripe A (H1N1), a da Dra. Rauni Kilde, ex-directora clínica da província finlandesa da Lapónia, é inédita: defende que a OMS mente nas estatísticas que apresenta e que as “elites” estão concertadas para reduzir a população mundial a dois terços.
Numa entrevista que circula na Internet há algumas semanas (no vídeo mais abaixo), a médica Rauni Kilde (informações biográficas no fim da página), questionada sobre a gripe A, declara que a informação que existe sobre o novo vírus H1N1 é “autêntico lixo”. Kilde é peremptória: “Não é a gripe suína que é perigosa, são as vacinas”.
Numa entrevista de quase sete minutos, Kilde começa por dizer que a humanidade desconhece os efeitos dos alimentos transgénicos ou da utilização dos telemóveis na saúde, e que tudo se resume a uma estratégia concertada das “elites” para reduzir a população mundial a pelo menos dois terços ou “até em cinco mil milhões” de pessoas.
“Eliminar a próxima geração”
Segundo Rauni Kilde, “por detrás de tudo está a diminuição da população mundial” e o objectivo é “colocar milhões nos bolsos de quem difunde [as vacinas]”.
A médica fala em Donald Rumsfeld, que foi director da Gilead Sciences, Inc., a empresa detentora da patente do medicamento Tamiflu, e que tem sido apontado como detentor de acções da empresa.
Kilde acredita que as recomendações para vacinar primeiro grávidas e crianças têm como propósito “eliminar a próxima geração”.
A médica refere-se ainda à epidemia de uma variante da gripe suína que surgiu na década de 70, nos Estados Unidos da América, que envolveu uma grande campanha de vacinação. Kilde refere que os EUA “deixaram a vacinação após três semanas porque havia muita gente a morrer e com danos neurológicos” e que “se asseguraram de que as pessoas não são compensadas pelos danos sofridos”.
“Campanha de medo”
“Os Governos estão a lançar uma propaganda de medo nos ‘mass media’. Todos os media dizem que vai ser terrível. É propaganda e as pessoas assustam-se”, defende Rauni Kilde, sustentando ainda que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estará a obrigar as pessoas a serem vacinadas “à força” e que a organização só terá activado o alerta de uma pandemia de nível seis para esse efeito. “Vê-se em qualquer país do mundo: as pessoas não estão doentes”, declarou.
Rauni Kilde acredita ainda que a OMS divulga números “falsos” e que quem sai beneficiado desta “estratégia” são as grandes farmacêuticas.
Plano e recomendações do Ministério da Saúde Português
Sem olhar às teorias divulgadas, a OMS continua preocupada em avaliar a evolução do vírus e, em Portugal, a primeira fase de vacinação contra a gripe A começou a 26 de Outubro com 54 mil doses disponíveis. As doses serão administradas a um número restrito de pessoas dentro do grupo A de vacinação contra a gripe, o primeiro de três identificados pelas autoridades.
Nesta primeira fase de vacinação são considerados prioritários os profissionais de saúde, grávidas nos segundo e terceiro trimestres de gestação com patologia associada e titulares de órgãos de soberania e profissionais que desempenhem funções consideradas essenciais para o funcionamento do país.
As vacinas, explicou a ministra da Saúde Ana Jorge, vão chegar a Portugal quinzenalmente e estas primeiras 54 mil doses serão distribuídas pelas cinco regiões de saúde, sendo esperado que até chegar um novo lote de vacinas estas estejam já todas ministradas.
O Ministério da Saúde e a Direcção-Geral da Saúde definiram que estes grupos-alvo de vacinação correspondem a 30 por cento da população.
Segundo a ministra, as estimativas apontam para vacinação de 360 mil pessoas no grupo A, um milhão no B e os restantes no C, até perfazer três milhões. A vacinação de todo o grupo A há deverá demorar mais de um mês.
Portugal adquiriu seis milhões de doses de vacina contra a gripe A (H1N1) para a vacinação de três milhões de pessoas.
Cada pessoa deverá levar duas doses da vacina, sendo a segunda administrada com um intervalo mínimo de três semanas.
Em relação aos órgãos de soberania, Ana Jorge não especificou quem é considerado imprescindível, mas já no que respeita aos profissionais de saúde a ministra referiu que podem ser, por exemplo, os profissionais dos cuidados intensivos, os que desenvolvem uma técnica única que mais ninguém faz, assim como os que garantem o funcionamento da Linha Saúde 24. (…)
— Fim da transcrição da notícia do Diário de Notícias —
VÍDEO: Entrevista de Rauni Kilde (legendada em português, com transcrição em abaixo)
O Projecto Grifo destaca esta entrevista e publica a sua transcrição em português:
Uma médica corajosa denuncia!
Entrevista com a ex-”Ministra da Saúde” da Finlândia, Dr.ª RAUNI KILDE *
Isso tem a ver com o que a União Europeia nos quer impor?
Bem, são os americanos que estão a impô-lo, as empresas americanas com alimentos geneticamente modificados e coisas assim, e não sabemos, ninguém sabe o que vai acontecer porque estão a fazer experiências a longo prazo. Não sabemos o que vai acontecer dentro de 1 ano ou dentro de 20 anos, tal como não sabemos – aliás, começamos a descobrir – o que vai acontecer com os telemóveis daqui a 20 anos. Estes provocam tumores no cérebro, cegueira, surdez e cancro. Isso é algo totalmente conhecido. Mas são experiências a longo prazo.
Em sua opinião, as frequências nesses aparelhos estão especificamente seleccionadas para fazerem experiências connosco? Acha que estão a alterar a espécie, que pretendem modificar-nos, ou matar-nos?
Estão a tornar-nos muito doentes, e como – segundo li algures – o objectivo da ‘elite’ (se é que posso usar essa palavra) é reduzir a população do Planeta Terra, pelo menos, em dois terços, talvez até em 5 mil milhões, o que é muito, muito, muito negativo! (ver também: American Guidestones ou Os Dez Mandamentos Insectóides)
Pode falar-nos um pouco dessa nova doença que está a surgir?
Da gripe suína? Não passa de uma aldrabice. É mesmo uma aldrabice! Não é a gripe suína que é perigosa, são as vacinas! Parece que não é apenas suíno. É vírus humano misturado com vírus suíno e vírus aviário. É muito tóxico. Por detrás de tudo está o propósito de reduzir a população mundial e meter biliões e biliões e biliões de dólares na algibeira dos que a produziram. Rumsfeld é um dos donos de um dos grandes laboratórios farmacêuticos. Dado que querem reduzir o número da população mundial, começaram a dizer que as crianças e as mulheres grávidas tinham prioridade. É para eliminar a próxima geração.
A senhora tem alertado certos governos quanto ao assunto?
Governos, não. Mas enviei informações para a Finlândia. Não creio que vá resultar porque até a OMS… (Organização Mundial da Saúde)
Já tinham tentado nos fins dos anos 70.
Sim, em 76, houve um surto de gripe suína, nos Estados Unidos. Após três semanas, suspenderam as vacinações por tantas pessoas terem morrido, ou por terem apanhado a síndrome Guillian-Barré. O seu sistema neurológico ficou destruído. Agora, após um pequeno ajuste, estão a fazer a mesma coisa. Antes disso, asseguraram-se, nos Estados Unidos, de que as pessoas não receberão indemnizações pelos danos causados à sua saúde. Previamente, em 1976, foram obrigados a pagar grandes quantias. Conforme sabe, nos Estados Unidos, quando destroem a saúde de alguém, as indemnizações são muito elevadas. Agora têm uma lei que diz que estas empresas não são responsáveis. Não têm de pagar qualquer indemnização, nem que a pessoa morra ou fique enferma para o resto da vida. Portanto, pensaram em tudo.
Podem envenenar-nos e matar-nos, e ficam impunes.
É verdade!
Como é isso possível? Como é possível que tantos governos permitam que isso aconteça?
Eles não estão a permiti-lo ainda. Por enquanto, ninguém fez nada. Estão apenas a levar a cabo um programa de incutir medo, na comunicação social. Estão todos a dizer ‘Vai ser terrível’. Trata-se de uma propaganda de medo, medo, medo. As pessoas ficam com medo porque não sabem! A OMS decretou que todos terão de ser vacinados compulsivamente. À força. Antigamente, a OMS não tinha capacidade para forçar nenhum governo. Fazia apenas uma recomendação. Se bem me lembro, foi em 97/98 ou 94 que assinaram uma declaração a dizer que, em caso de uma pandemia grave, dariam ordem para tal.
No início de Junho, a OMS disse que a pandemia de grau 6 era a mais grave. Visite qualquer país, as pessoas não estão doentes. Não há milhares de pessoas com gripe suína. Tudo isto serviu para preparar os governos a obrigar as pessoas a serem vacinadas à força! Mas não creio que vá resultar.
Acha que as figuras públicas da OMS são, na realidade, falsas?
São! Claro que são! Mas há que perguntar sempre: Quem beneficia com isto? Quem beneficia? Em minha opinião, foram obrigados a fazer isto. Por quem? Pelas grandes empresas farmacêuticas. Como sabe, os grandes laboratórios farmacêuticos lidam com a população mundial e com dinheiro mundial. Com biliões.
Então, em sua opinião, qual é a estratégia final? Qual é o objectivo deles, que é que pretendem conseguir?
O objectivo deles é eliminar o maior número possível de pessoas e receber por elas tanto dinheiro quanto possível. Mas creio que, desta vez, fizeram mal as contas. Já na reunião Bilderberg, em 14 e 15 de Maio de 2009, em Hellas (a palavra finlandesa para a Grécia), houve quase que uma cisão, quando debateram isto. Consigo imaginar que as pessoas, normalmente presentes, nem sempre estão de acordo com o plano do Sr. Kissinger de eliminar uma grande parte da população mundial. Por exemplo, ontem, o Governo da Finlândia tomou a decisão de alterar a lei – e isto é muito interessante. A gripe suína deixou de estar na lista das doenças graves e contagiosas! Isso significa que as pessoas terão de pagar elas próprias. Também é uma questão de dinheiro. Em minha opinião, é uma questão jurídica para os advogados. Mas ninguém pode ser obrigado a vacinar-se, se não se tratar de uma perigosa doença contagiosa! Certo? Acho que foram muito, muito espertos! Também acabo de ler do Instituto Faulk de Saúde da Noruega que o director disse que nunca quiseram obrigar ninguém a ser vacinado, mas que podem mandar vacinar-se se quiserem. Espero que ninguém se vacine, especialmente as crianças e as mulheres grávidas. Na realidade, ninguém.
* Mini-biografia:
A Drª Rauni-Leena Luukanen-Kilde nasceu em 1939, em Värtsilä (agora República da Karelia) e foi Médica-Chefe da Lapónia Finlandesa. Desde 1975 até 1986 ocupou esta posição até sofrer um “estranho acidente” com estranhas consequências. (…)
Publicou obras, onde revela que desde 1946 se estão a colocar pequenos eléctrodos em cabeças de bebés, sem o conhecimento dos seus pais, e chips desde 1974.
Verdade ou não, no resultado das suas pesquisas, sempre mostrou uma fé inabalável e convicção nas mesmas, e a coragem de denunciar o que se passa à nossa volta.
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Posted on 01 Novembro 2009.
Uma mulher saudável de 25 anos começou a ficar debilitada dias após levar a vacina contra a gripe sazonal. Dois meses depois esta norte-americana mal consegue falar ou andar, e vários médicos confirmam que a incapacidade foi provocada pela vacina.
Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
16 de Outubro de 2009
Vários médicos confirmaram que uma mulher do estado norte-americano da Virgínia ficou gravemente incapacitada devido à vacina contra a gripe sazonal. Os actores de Hollywood Jim Carrey e Jenny McCarthy ofereceram apoio através da Generation Rescue, uma organização sem fins lucrativos destinada a tornar pública a relação entre as vacinas e o autismo.
Desiree Jennings (no vídeo acima) era uma jovem de 25 anos perfeitamente saudável e líder da claque dos Washington Redskins (uma equipa de futebol americano) até há dois meses atrás, quando foi inoculada com uma vacina contra a gripe sazonal.
Dez dias depois de levar a vacina começou a sentir sintomas de gripe, seguido de fortes convulsões e desmaios.
Agora mal pode falar ou andar e a sua vida ficou destruída.
Após ser consultada por 60 médicos, Jennings foi diagnosticada com distonia, uma doença neurológica incapacitante que provoca espasmos e contracções musculares involuntárias.
Ao contrário do que seria normal, o exercício físico faz diminuir a sua actividade cardíaca, conseguindo correr durante horas. No entanto, quando se encontra em repouso os seus batimentos cardíacos mantêm-se sempre acima das 90 pulsações por minuto, e o simples acto de caminhar alguns passos torna-se exaustivo e quase impossível. Não existe cura conhecida para a doença e piora diariamente.
«Médicos nos Hospitais de Fairfax Inova e Johns Hopkins diagnosticaram-lhe uma rara doença neurológica chamada distonia. Eles consideram ser uma forte reacção à vacina contra a gripe», noticiou o canal televisivo norte-americano Fox 5 News.
«Agora a Desiree tem dificuldade em falar, caminhar e mesmo comer. Durante uma entrevista à FOX 5 ela teve várias convulsões. Os efeitos são irreversíveis.»
No entanto, Jennings está determinada a combater a doença e o seu caso despertou a atenção de activistas célebres como Jim Carrey e Jenny McCarthy, que lhe ofereceram apoio através da sua organização Generation Rescue. Esta organização tem lançado campanhas para «limparem as vacinas», removendo componentes perigosos como o mercúrio, que já foi directamente relacionado ao aparecimento de casos de autismo.
«Eles deram uma enorme ajuda», afirmou Desiree à Fox 5 News. «Têm muitos médicos habituados a lidar com problemas provocados por vacinas, e têm muitas histórias como a minha. Infelizmente, muitos dos casos são com crianças, o que é ainda pior. Eu consigo compreender que isto aconteça a um adulto, mas uma criança pequena não teve ainda a oportunidade de viver e não pode falar. Eu quero falar por elas e ajudá-las também», disse Jennings.
McCarthy foi desafiada a fundar a organização com Carrey depois do seu próprio filho de 7 anos, Evan, tornar-se autista após receber uma vacina. Stan Kurtz, presidente da Generation Rescue, declarou que a organização pretende oferecer tratamentos a Jennings em Los Angeles.
«O caso é – como podem ver – tão trágico que comoveu a Jenny», disse Kurtz.
Jennings disse à FOX 5 que o tratamento seria uma oportunidade de recuperar parte da sua vida, mas sublinhou que o que lhe aconteceu a ela serve de aviso às pessoas que estão a pensar levar a vacina contra a gripe sazonal ou contra a gripe A.
NOTA DO ESCUDO.tv: Em Portugal, que tenhamos conhecimento, este caso só foi noticiado pelo Correio da Manhã.
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Posted on 08 Outubro 2009.
O Jornal Nacional da TVI de 7 de Setembro transmitiu um conjunto de reportagens (que podem ser vistas no vídeo abaixo) sobre o alarmismo artificial que se tem construído em torno da pandemia de Gripe A – alarmismo esse para o qual, curiosamente, a TVI continua a contribuir. A estação de televisão entrevistou o Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral e o Director Geral de Saúde espanhol, especialistas para os quais a Gripe A é mais inofensiva que a gripe sazonal; refere os gigantescos lucros que as farmacêuticas estão a obter com esta gripe; e mostra uma jovem portuguesa de 26 anos que se curou com um vulgar medicamento antipirético (anti-febril).
TVI: Um dos homens que mais tem lidado com a Gripe A em Portugal é o Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral. Fernando Maltês afirma que a Gripe A vai matar menos gente do que uma simples gripe sazonal (gripe comum), que é mais inofensiva e trata-se, na maioria dos casos, com antipiréticos. O Director Geral de Saúde Espanhol é da mesma opinião. (…)
Numa altura em que o laboratório suíço Roche passa por dificuldades financeiras, com os lucros a caírem quase 30% na primeira metade deste ano, é caso para dizer que a Gripe não é Aviária, mas que caiu do céu.
Ajuda importante também para a Glaxo Smith Kline, o laboratório britânico a quem Portugal já encomendou seis milhões de doses da vacina contra a Gripe A, a 8 euros cada uma (48 milhões de euros), teve um ano difícil do ponto de vista financeiro. Eis senão quando, surge o tal vírus, H1N1, que deverá render, só ao laboratório britânico, cerca de dois mil milhões de euros, tendo em conta que as encomendas estão quase a atingir as trezentas milhões de doses.
O site Um Homem das Cidades também analisou esta reportagem da TVI
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