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Gripe A é menos perigosa que a sazonal


O Jornal Nacional da TVI de 7 de Setembro transmitiu um conjunto de reportagens (que podem ser vistas no vídeo abaixo) sobre o alarmismo artificial que se tem construído em torno da pandemia de Gripe A – alarmismo esse para o qual, curiosamente, a TVI continua a contribuir. A estação de televisão entrevistou o Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral e o Director Geral de Saúde espanhol, especialistas para os quais a Gripe A é mais inofensiva que a gripe sazonal; refere os gigantescos lucros que as farmacêuticas estão a obter com esta gripe; e mostra uma jovem portuguesa de 26 anos que se curou com um vulgar medicamento antipirético (anti-febril).

TVI: Um dos homens que mais tem lidado com a Gripe A em Portugal é o Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral. Fernando Maltês afirma que a Gripe A vai matar menos gente do que uma simples gripe sazonal (gripe comum), que é mais inofensiva e trata-se, na maioria dos casos, com antipiréticos. O Director Geral de Saúde Espanhol é da mesma opinião. (…)

Numa altura em que o laboratório suíço Roche passa por dificuldades financeiras, com os lucros a caírem quase 30% na primeira metade deste ano, é caso para dizer que a Gripe não é Aviária, mas que caiu do céu.
Ajuda importante também para a Glaxo Smith Kline, o laboratório britânico a quem Portugal já encomendou seis milhões de doses da vacina contra a Gripe A, a 8 euros cada uma (48 milhões de euros), teve um ano difícil do ponto de vista financeiro. Eis senão quando, surge o tal vírus, H1N1, que deverá render, só ao laboratório britânico, cerca de dois mil milhões de euros, tendo em conta que as encomendas estão quase a atingir as trezentas milhões de doses.

O site Um Homem das Cidades também analisou esta reportagem da TVI

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Enfermeiras nova-iorquinas recusam levar a vacina contra a Gripe A


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Vacina contra a Gripe A pode ser fatal


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Um artigo publicado no jornal Correio da Manhã a 17 de Setembro refere a possibilidade da vacina contra a Gripe A poder «provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte».

A notícia contém alguns dos factos divulgados duas semanas antes aqui no ESCUDO.tv, com este artigo da PrisonPlanet: Neurologistas são avisados para procurarem doença do sistema nervoso em pacientes inoculados com a vacina da Gripe A

No Jornal da Tarde transmitido pela RTP a 18 de Setembro também foi referido o receio da vacina poder provocar a síndrome de Guillain-Barré (ver vídeo em baixo).

Ambas as notícias do CM e da RTP referem igualmente o facto de ter existido uma vacina muito semelhante à actual no surto epidémico de gripe suína de 1976 nos Estados Unidos da América, vacina essa que provocou muitos mais mortos que a própria gripe.

Este é um excerto do artigo do Correio da Manhã (pode ser lido na íntegra aqui):

A nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte.

O alerta parte do Governo britânico que, através da Agência de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), entidade que supervisiona a saúde pública, enviou uma carta confidencial aos neurologistas a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças .

A missiva dá conta de que os neurologistas devem estar alerta para um aumento do número de casos de distúrbios cerebrais com a síndrome Guillain-Barré, que podem ser desencadeados pela vacina. Aquela síndrome ataca o sistema nervoso, causando paralisia e incapacidade respiratória, o que pode ser fatal.

O documento confidencial foi enviado a 600 neurologistas britânicos a 29 de Julho e é o primeiro sinal de que há preocupação ao mais alto nível sobre as possíveis complicações muito graves decorrentes da vacina .

A carta refere ainda o uso de uma vacina semelhante nos Estados Unidos, em 1976, quando morreram mais pessoas devido à vacinação do que devido à gripe. Além disso, 500 casos da síndrome foram detectados e concluiu-se que a vacina pode ter aumentado o risco da doença em oito vezes. A vacina foi retirada ao fim de dez semanas, quando foi estabelecida uma ligação clara com a síndrome. Por fim, o governo americano foi obrigado a pagar milhões de dólares de indemnização às pessoas afectadas.

Questionado pelo CM sobre os efeitos adversos da vacina, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Rêgo, admitiu as consequências: “Essa situação é muito bem conhecida da classe médica.” Adiantou, porém, que quase todas as vacinas e as infecções podem causar essa síndrome, mas o aparecimento destes casos são raros. Contudo, disse, “as vacinas não estão isentas de riscos.”

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Deputado francês: «Gripe A é menos perigosa que a sazonal»


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Bernard Debré, membro do Parlamento francês, Professor de Medicina e membro da comissão de ética francesa, afirma que a ameaça da gripe H1N1 está a ser exagerada.

Leia na íntegra o artigo (em inglês) do Current Concerns

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Governo francês pretende utilizar a Gripe A para suprimir liberdades individuais


Documentos secretos publicados na imprensa levam franceses a falar em liberticídio

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Steve Watson
Infowars.net
9 de Setembro de 2009

Documentos publicados pelo jornal francês Libération revelam que o governo de Nicolas Sarkozy pretende utilizar a ameaça da Gripe A para rever as protecções legais dos cidadãos franceses.

De acordo com esses documentos, cedidos ao jornal por um sindicato de juízes, o governo planeia prolongar para seis meses o período durante o qual a polícia pode deter um suspeito sem este ser acusado ou presente a um juiz, noticiou a agência France Presse.

Outras medidas seriam impedir que um suspeito pudesse consultar um advogado até um período de 24 horas, aumentar o número de julgamentos secretos e julgar crianças em tribunais para adultos.

O artigo original do Libération só está disponível para assinantes, no entanto pode ser lido aqui um comentário sobre a notícia.

Defensores das liberdades civis em França afirmam que os documentos mostram a intenção do governo em cometer «liberticídio», e pediram ao ministro francês da Justiça para condenar e rejeitar estes planos.

Esta notícia surge na sequência das revelações de há duas semanas atrás, segundo as quais o governo francês planeia impor um programa de vacinação em massa para toda a população.

De acordo com um documento interno assinado pelos ministros franceses da Saúde e do Interior, o programa será focado em centros regionais de vacinação e seria posto em prática por equipas de inoculação contra o H1N1, ignorando totalmente os centros de saúde e os médicos de família.

Esse documento indica também que os estudantes serão vacinados por equipas de inoculação móveis que se deslocarão de escola para escola por todo o país. Bebés com apenas seis meses também terão de ser inoculados.

Até à data apenas quinze pessoas faleceram em França devido a problemas originados pela Gripe A.

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Russia Today: Criadores da vacina da Gripe A recusam ser inoculados


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Neurologistas são avisados para procurarem doença do sistema nervoso em pacientes inoculados com a vacina da Gripe A


Autoridades de saúde norte-americanas seguem os receios das britânicas em relação à síndrome de Guillain-Barré

Childrens H1n1 Vaccine Study

Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
2 de Setembro de 2009

O Centers for Disease Control and Prevention (CDC), uma agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos da América, segue os passos das autoridades de saúde britânicas ao avisar os neurologistas para procurarem casos da síndrome de Guillain-Barré (uma doença que afecta o sistema nervoso central) eventualmente provocados pela vacina contra a Gripe A.

O governo britânico avisou no mês passado os médicos para seguirem atentamente os casos desta síndrome e reportá-los todos à Agência de Protecção de Saúde inglesa. De acordo com o jornal britânico Daily Mail, uma carta assinada por 600 neurologistas indica «existirem, ao mais alto nível, receios que a vacina possa provocar complicações muito graves».

Durante o surto de gripe suína nos EUA em 1976, que levou o governo norte-americano a ordenar um programa de vacinação em massa para toda a população, a vacina causou mais mortos que o próprio vírus, levando a um escândalo que provocou a demissão do então director do CDC.

30 anos depois voltam as mesmas dúvidas sobre a vacina do novo surto de gripe suína, agora conhecida como Gripe A.

«O CDC e a Academia Norte-americana de Neurologia pediu a todos os neurologistas para reportarem os novos casos de Guillain-Barré em pessoas vacinadas neste Outono e Inverno ao sistema de alerta da Food & Drug Administration» (FDA, a agência norte-americana que regula a comercialização de fármacos e alimentos), noticia o jornal norte-americano The Oregonian.

A síndrome Guillain-Barre pode provocar paralisia, dificuldade em respirar e até a morte. Também produz uma sensação de formigueiro e enfraquece os braços e pernas.

Tal como já foi noticiado [fora de Portugal], a produção da vacina contra a Gripe A está a ser acelerada à custa de procedimentos de segurança, enquanto vários governos por todo o mundo garantem imunidade total às companhias farmacêuticas caso existam processos legais devido a mortes e lesões provocadas pela vacina.

Foi também noticiado, em jornais como o The Washington Post, que alguns lotes da vacina irão conter mercúrio, uma toxina associada ao autismo e a perturbações neurológicas. Outro dos ingredientes será o esqualeno, uma substância perigosa que já foi directamente associada a casos da síndrome da Guerra do Golfo e a uma enorme lista de doenças degenerativas.

Vários inquéritos têm revelado que um grande número de profissionais de saúde por todo o mundo irão recusar serem inoculados com a vacina contra a Gripe A, mesmo apesar da intenção de vários governos em instituir programas de vacinação em massa. Uma inquirição realizada pelo Mumsnet.com (um site norte-americano sobre maternidade e questões familiares com cerca de 800.000 visitas mensais) e tornada pública a 1 de Setembro, indica que apenas 6% das mulheres grávidas irão «decididamente» levar a vacina, mesmo com as actuais dúvidas sobre a sua segurança.

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