Portugal, apurou a Rádio Renascença junto de fontes da Comissão Europeia, está envolvido em quatro casos de irregularidades na utilização de fundos comunitários, dois dos quais dizem respeito aos pagamentos efectuados para a expropriação de terras para a construção da SCUT do Grande Porto e da SCUT Interior Norte.
Bruxelas considera que o dinheiro gasto ultrapassou o limite máximo, Lisboa contesta. As duas partes estão, por isso, em negociações, mas Portugal pode vir a ser obrigado a reafectar o dinheiro a outros projectos ou, na pior das hipóteses, a devolver tudo.
É um dos maiores escândalos científicos de sempre e deita por terra os fundamentos da teoria do aquecimento global. A divulgação de documentos e comunicações privadas entre cientistas de topo colocou a descoberto manipulação de dados, tráfico de influências e perseguições. No estrangeiro foi descrita como das maiores notícias da década, mas em Portugal está a ser abafada pela comunicação social.
Multiplicam-se os apelos à realização de inquéritos independentes para investigar o escândalo científico que tem sido denominado de Climategate. Este escândalo está a arruinar as bases da teoria do aquecimento global, após a divulgação a 20 de Novembro de milhares de e-mails que provam uma manipulação concertada de dados por parte de investigadores com o objectivo de «esconder a descida» da temperatura do planeta.
O antigo chanceler britânico Lord Lawson foi uma das muitas personalidades a pedir uma investigação imparcial ao escândalo, que começou semanas antes da Conferência Climática das Nações Unidas em Copenhaga. «Dever-se-ia criar um inquérito público orientado por alguém totalmente respeitado para se obter a verdade», afirmou no programa BBC Radio Four Today.
Os e-mails foram divulgados após vários piratas informáticos penetrarem nos servidores da Climatic Research Unit (CRU), a unidade de investigação climática da Universidade de East Anglia, Norwich, no Reino Unido. O CRU é considerado como um dos principais centros de investigação da climatologia a nível mundial.
Os documentos e comunicações aos quais os piratas acederam revelam a forma como cientistas de topo conspiraram para falsificar dados e esconder a descida da temperatura global, sustentando a premissa de que a intervenção humana está a provocar alterações climáticas. Outros destacam a maneira como eles coordenam autênticas campanhas negras para ostracizar cépticos do aquecimento global e usar a sua influência para impedir que relatórios dissidentes apareçam em publicações científicas de revisão por pares (um processo utilizado na publicação de artigos e na concessão de fundos para pesquisas), assim como tácticas para fintarem os pedidos de divulgação de informação efectuados através da lei norte-americana Freedom of Information Act (Lei da Liberdade de Informação, ou FOIA).
Tal como esperado, a comunicação social internacional tem branqueado o escândalo, caracterizando os e-mails como «rancor» entre a comunidade climática e mostrando apenas os e-mails menos comprometedores, ignorando o verdadeiro significado do que foi revelado.
«Um dos e-mails que está sob escrutínio foi escrito por Phil Jones, o director do CRU, em 1999: ‘Acabei de completar o truque da Mike’s Nature [uma revista científica] de aumentar as temperaturas para cada série dos últimos 20 anos (por exemplo, desde 1981) e desde 1961 para o Keith, de forma a esconder a descida’», noticia o London Telegraph.
Noutro exemplo, investigadores falam sobre dados que são «artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais». Aparentemente, as «temperaturas reais» são definidas pelos ‘líderes’ do aquecimento global.
Tal como escreve o ex-meteorologista Anthony Watts, as tentativas de afirmar que os e-mails «foram retirados do seu contexto», que é a defesa do CRU, não têm validade. «É possível afirmar-se que um e-mail escrito há anos atrás não está correcto por ter sido ‘retirado do seu contexto’, mas aqui temos um programador a deixar notas no código para que ele ou ela possa documentar o que esse código realmente faz nessa etapa, de forma a que quem mais tarde olhe para isso possa perceber a razão pela qual essa função não esteja representada a partir de 1960. Neste caso, as temperaturas não foram todas consideradas. Os dados das estações de crescimento (os meses de Verão, quando são formados novos anéis de crescimento nas árvores) após 1960 são ignorados porque ‘serão artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais’, o que implica um rotina de processamento de dados. Dêem-lhe as voltas que quiserem. Acredito mais nas notas deixadas por programadores do que na palavra de alguém que tem motivos para dizer que não há ali nada ‘suspeito’. Ou os dados mostram o que se passa na natureza ou não mostram. Dados que foram ‘artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais’ são dados falsos e geram resultados falsos.»
Outro e-mail mostra a forma de alterar os dados das temperaturas e corrigir «desvios» nos estudos de maneira a corresponder às expectativas, que é obviamente o pecado capital de qualquer estudo científico.
«Conspiração, conluio no exagero de dados sobre o aquecimento, possível destruição ilegal de informação comprometedora, resistência organizada à divulgação de dados, manipulação de dados, reconhecimento de erros nas suas reivindicações públicas e muito mais» foi revelado nos 61 megabytes de ficheiros confidenciais difundidos na internet para que todos possamos ver, escreve Andrew Bolt, jornalista do Herald Sun.
Outro e-mail celebra a morte do professor John L. Daly, um céptico do aquecimento global, com as palavras: «de certa forma isto é uma notícia fantástica.»
Noutra comunicação, o autor revela a sua fantasia de «dar uma bruta carga de porrada» nos cépticos do aquecimento global.
Em mais outra, os investigadores discutem formas de desacreditar o professor James Saiers da revista científica Geophysical Research Letters com uma caça às bruxas académica, devido às suas simpatias por cépticos do aquecimento global: «Se vocês acham que o Saiers está do lado dos cépticos do efeito de estufa, se nós conseguirmos encontrar provas documentais disso, podemos agir através de canais oficiais da AGU [União Geofísica Americana] e bani-lo.»
Outros e-mails mostram dúvidas sobre o aumento da temperatura global e concluem que os dados necessitam ser reinterpretados: «A verdade é que não conseguimos justificar o facto de não existir subida das temperaturas e isso é uma vergonha para nós. Os dados da CERES relativos a 2008 publicados no boletim de Agosto de 2009 da MAS [Sociedade norte-americana de Meteorologia] mostram que devia existir mais aquecimento: mas os dados devem estar errados. O nosso sistema de observação está desadequado».
Os cientistas discutem a melhor forma de esconder os dados históricos que contradizem a tese da alteração climática provocada pelo Homem, tal como o Período Quente Medieval, que de acordo com um e-mail deve ser «dissimulado».
Também é discutida a destruição de provas, com cientistas a resolver apagar e-mails comprometedores.
«E, talvez o mais perverso», escreve o jornalista do Telegraph James Delingpole, «uma longa série de comunicações onde se congemina a melhor forma de banir cientistas dissidentes de processos de revisão por pares. Como, por outras palavras, criar um ambiente onde qualquer cientista que discorde com o aquecimento global antropogénico seja posto de lado como um fanático, sem um pingo de credibilidade.»
Diz um dos e-mails revelados: «Esse foi o perigo de criticar os cépticos por não publicarem na ‘literatura de revisão por pares’. Então, eles encontraram uma forma para isso: controlar uma publicação científica! O que iremos fazer agora? Acho que temos de deixar de considerar a Climate Research como uma revista científica legítima. Talvez devemos encorajar os nossos colegas na comunidade de investigação climática para não enviarem mais trabalhos para essa revista, e nem sequer a citarem. Também temos de considerar o que iremos dizer ou pedir aos colegas mais próximos de nós que integram o conselho editorial dessa revista… O que é que vocês acham? (…) Eu irei mandar e-mails à revista para lhes dizer que não terei mais nada com ela enquanto não se livrarem desse editor incómodo. (…) Isto acontece porque esta revista tem vários editores. O responsável é um céptico bem conhecido na Nova Zelândia. Ele já deixou passar alguns artigos de Michaels e Gray. Troquei umas palavras sobre isto com Hans von Storch, mas não deu em nada. Esta é mais uma coisa para falar em Nice!»
Os cientistas também «discutem formas de se esquivarem a pedidos efectuados através da Lei da Liberdade de Informação [FOIA] para divulgarem dados relacionados com temperaturas», noticiou o Daily Mail.
Os e-mails mostram que os cientistas usavam favorecimentos e estratagemas com os representantes oficiais da FOIA para não serem forçados a divulgar dados: «Quando chegaram os pedidos feitos através da FOIA, o representante disse-nos que tínhamos de os cumprir», diz um e-mail. «Foram necessárias duas sessões de meia hora para o fazer mudar de ideias. (…) Quando eles perceberam o tipo de pessoas com que estamos a lidar, todo o pessoal na Universidade de East Anglia nos apoiou. Fiquei a conhecer muito bem o representante da FOIA e o chefe da biblioteca – que lida com recursos.»
É muito importante salientar que este breve resumo apenas mostra uma mera ponta da fraude monumental que foi exposta com os e-mails pirateados.
Este é um marco no princípio do fim do alarmismo do aquecimento global e da agenda para implementar medidas draconianas de controlo e regulação, assim como o lançamento da taxa global de carbono.
Muitas mais revelações foram feitas no seguimento desta fuga de informação, e o esforço desesperado dos políticos e da comunicação social em branquear e abafar toda esta polémica só irá piorar a sua situação.
A comissão de inquérito internacional independente sobre o conflito na Geórgia, organizada pela União Europeia, concluiu que, em Agosto de 2008, foram os militares georgianos que iniciaram as hostilidades com a finalidade de controlarem a Ossétia do Sul, quando não se verificava qualquer intervenção das forças Russas.
O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, afirmou na Irlanda que o país pode perder o seu comissário caso o Tratado de Lisboa volte a ser rejeitado no referendo do dia 2 de Outubro.
“A única maneira de a Irlanda assegurar que ela terá sempre um comissário é votando “Sim” a Lisboa, pois, caso contrário, devemos reduzir o número de comissários. É isso que figura nos tratados actuais e nós somos legalmente obrigados a cumpri-lo”, lembrou, em entrevista ao Irish Times.
Nova incarnação do Echelon é um enorme passo rumo à criação de um Pan-óptico à escala global, baseado no conceito de manter os escravos oprimidos descrito pelo teórico social do séc. XVIII Jeremy Bentham
A União Europeia está a desenvolver um Pan-óptico do séc. XXI, um massivo sistema de vigilância descrito pelos críticos como «orwelliano», «arrepiante» e «extremamente sinistro» que irá comparar dados de várias fontes, incluindo câmaras de vigilância (CCTV) e computadores pessoais, de forma a detectar «comportamentos suspeitos» em todo o continente.
Num plano mais vasto, esta é mais uma etapa na criação de uma polícia federal pan-europeia, onde a informação e os poderes são partilhados num sistema centralizado. É também um grande passo rumo ao estabelecimento de uma CIA (Agência Central de Inteligência norte-americana) europeia destinada não a controlar os inimigos estrangeiros, mas sim a espiar a sua própria população.
O sistema de vigilância, conhecido como Projecto Indect, promete recolher informação através duma «monitorização contínua» de «sites da internet, fóruns de discussão, grupos da usenet, servidores de ficheiros, redes p2p [onde se incluem os programas de partilha de ficheiros] e computadores pessoais». Também irá usar imagens CCTV e outros métodos de vigilância para desenvolver padrões de «comportamentos suspeitos» pela análise do tom das vozes das pessoas (sugerindo que as conversas pessoais serão gravadas) tal como «a postura e os movimentos das pessoas».
O seu principal objectivo será a «detecção automática de ameaças, comportamento anormal ou violência».
Isto é um super Echelon, uma nova versão de um programa da norte-americana National Security Agency (NSA – Agência de Segurança Nacional), que espia os seus próprios cidadão há já várias décadas – expandido e actualizado com a tecnologia do séc. XXI. Em 1999, o governo australiano admitiu fazer parte da rede global de intercepção e vigilância da NSA – em aliança com os Estados Unidos da América e o Reino Unido – que escuta «todas as chamadas telefónicas internacionais, faxes, e-mails e transmissões de rádio» no planeta. O Projecto Indect é meramente uma nova incarnação do mesmo sistema de vigilância.
«Já é bastante perigoso a nível nacional, mas à escala da Europa esta ideia torna-se terrivelmente sinistra», acrescentou Shami Chakrabarti, o director do grupo de direitos humanos Liberty.
O Projecto Indect é um enorme passo rumo à construção de um colossal recinto vigiado na qual toda a população do planeta está encarcerada.
Os métodos utilizados para tal são um regresso tecnologicamente avançado ao conceito de Pan-óptico, criado pelo teorista social Jeremy Bentham em 1785: um edifício prisional concebido «de forma a permitir ao observador avistar (óptico) todos (pan) os prisioneiros sem estes perceberem se estão ou não a ser vigiados», formando deste modo o que um arquitecto afirmou ser «um sentimento de omnisciência invisível».
Bentham descreveu o Pan-óptico como «uma nova forma de poder e controlo, de uma forma até agora sem precedentes».
A noção do indivíduo não saber quando está a ser observado pelas autoridades é vital na concretização do derradeiro objectivo: manter a população num estado constante de subjugação, constrangimento e medo, levando-a a auto-regulamentar o seu próprio comportamento.
De acordo com Peter Scharff, investigador do Instituto Dinamarquês para os Direitos Humanos, o Pan-óptico foi desenvolvido para promover «a auto-regulamentação que seria provocada pela vigilância constante». O conceito foi incorporado em prisões, construídas com vários módulos (um design ainda hoje usado), aumentando o número de prisioneiros que podem ser controlados por apenas uma pessoa. O facto das autoridades aplicarem métodos de controle concebidos para comunidades prisionais na nossa sociedade mostra as suas verdadeiras intenções, e relembra-nos mais uma vez que a liberdade tão apregoada pelos políticos não passa de um mito.
O objectivo final é convencer o indivíduo que exprimir a sua opinião em público, fazer qualquer tipo de protesto ou questionar a estrutura de poder que o rodeia pode ser um acto «suspeito», nocivo para a sociedade; e que todo aquele se atrever a pensar de forma diferente, ou que ponha o pé de fora desta cela prisional invisível mas opressiva, irá sofrer consequências negativas.
As negociações que tornaram possível a reeleição de Durão Barroso conduziram ao enfraquecimento da Comissão Europeia no momento em que a União faz frente a desafios ecológicos e económicos de grande amplitude.
A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu a fundação de uma nova moeda mundial gerida por um banco mundial num esforço para reduzir o papel do dólar no comércio internacional.
Os detalhes desta proposta foram apresentados num relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). O relatório também defende que o novo banco global seja o responsável pela gestão desta moeda e das taxas de câmbio nos estados que integram a ONU.
«Uma estrutura multilateral de gestão das taxas de câmbio é a melhor forma de atingir um modelo estável de câmbios», afirmou Heiner Flassbeck, co-autor do relatório e director da UNCTAD, à Bloomberg News.
«É necessária uma iniciativa equivalente ao Sistema Bretton Woods ou ao Sistema Monetário Europeu», disse Flassbeck.
Ele também acrescentou que o apoio da ONU aos Direitos Especiais de Saque (Special Drawing Rights), uma forma de activo financeiro internacional criado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em 1970 que esteve adormecido até ao início deste ano, não será suficiente para «proteger os mercados emergentes».
Outras figuras da elite como o presidente francês Nicolas Sarkozy, a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro britânico Gordon Brown, o secretário britânico dos Negócios e membro de topo do Bilderberg Peter Mandelson e figuras da União Europeia como Joaquin Almunia, apenas para nomear alguns, pediram todos uma nova ordem económica mundial com uma concentração de poderes muito maior.
Um banco central mundial irá estabelecer uma tirania financeira, que controlará todas as economias de todos os países do planeta sem qualquer tipo de responsabilização.
O Professor russo Igor Panarin acredita que os acontecimentos actuais confirmam a sua dramática previsão realizada há mais de 10 anos atrás, segundo a qual os Estados Unidos da América irão desmoronar-se totalmente como a União Soviética antes do fim de 2010, e avisa que o caos poderá começar daqui a dois meses.
Panarin, doutor em Ciência Política e professor na Academia Diplomática Russa do Ministério dos Negócios Estrangeiros Russo, disse aos jornalistas durante o lançamento do seu novo livro The Crash of America, a 31 de Agosto, que o presidente dos EUA Barack Obama não fez nada para prevenir a grave crise que se aproxima rapidamente e que pode emergir em Novembro.
«Obama é o ‘presidente da esperança’, mas daqui a um ano não haverá nenhuma esperança», afirmou Panarin. «Ele é praticamente outro Gorbachev – gosta de falar mas na realidade não concretizou nada. Ao menos Gorbachev foi secretário-geral do Partido Comunista, enquanto Obama foi apenas um trabalhador social. A sua mentalidade é totalmente diferente. Ele parece ser boa pessoa e tem boa oratória – mas não é um líder e vai levar a América ao fundo. Quando os americanos perceberem isso – vai ser como uma bomba.»
Desde 1998 que Panarin tem alertado para a futura desintegração dos EUA e para o colapso do dólar. De acordo com ele, a recente vitória do Partido Democrata nipónico no Japão é outro sinal que o colapso económico dos EUA está iminente.
«Hoje recebi outra confirmação de que o colapso do dólar e dos EUA é inevitável. O Partido Democrático do Japão ganhou as eleições, e gostaria de vos relembrar que o seu líder [Yukio Hatoyama] tem nos seus planos económicos a rejeição do dólar. Por outras palavras, ele pretende transferir as reservas monetárias do Japão de dólares norte-americanos para outra moeda. Esta mudança vai acelerar seriamente a descida do dólar, já a partir de Novembro. A desintegração ocorrerá pouco depois», disse o especialista russo, acrescentando que no próximo ano a China também vai rejeitar o dólar, e a Rússia começará a vender gás e petróleo em rublos.
Panarin afirmou em declarações anteriores que o dólar poderia ser eventualmente substituído por «uma nova unidade monetária, como o Amero», referindo-se ao tratado de Segurança e Prosperidade entre os EUA, o Canadá e o México.
Ele prevê a divisão dos EUA em seis partes diferentes, um pouco à semelhança das linhas traçadas durante a guerra civil norte-americana de 1865: «A costa do Pacífico, com a sua crescente população chinesa; o Sul, com os hispânicos; o Texas, onde os movimentos pela independência estão a aumentar; a costa do Atlântico, com sua mentalidade distinta; cinco dos estados centrais mais pobres com a sua grande população nativo-americana; e os estados do norte, onde a influência do Canadá é forte», de acordo com Panarin.
A longo prazo, Panarin prevê que os estados separatistas possam eventualmente ser controlados pela União Europeia, Canadá, China, México, Japão e Rússia, com a América a deixar de existir por completo, tal como apresentado na ilustração acima.
Panarin culpa o colapso numa «elite que implementa uma política absurda e agressiva com vista a criar conflitos em todo o planeta» e avisa que o aumento da venda de armas nos EUA é um sinal que a população está a preparar-se para o «caos» no período posterior à bancarrota financeira total.
«Na minha opinião, a probabilidade dos EUA deixarem de existir até Junho de 2010 excede os 50%. Nesta altura, o dever das grandes potências mundiais é prevenir o caos nos EUA», concluiu Panarin.