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Suspeitos foram avisados das escutas


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Felícia Cabrita
Sol
Foto: Diário de Notícias

Os arguidos no ‘processo Face Oculta’ deixaram de usar os seus telemóveis habituais a partir de 25 de Junho, no auge da polémica causada pelo negócio PT/TVI, existindo a suspeita de uma fuga de informação nessa altura, quando começaram a chegar a Lisboa as primeiras certidões enviadas pelo DIAP de Aveiro.

A Polícia Judiciária conseguiu, porém, descobrir os novos contactos dos arguidos e restabelecer as escutas, que se prolongariam durante pelo menos mais dois meses.

O empresário Manuel Godinho, figura-chave no caso, alguns dos seus mais próximos colaboradores e Armando Vara estão entre esses arguidos. A mudança de telefones pode confirmar-se pelas conversas que envolvem o primeiro-ministro, que constam das certidões enviadas ao procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro.

Segundo o SOL apurou, nos últimos dias de Junho – quando, perante a polémica levantada pela possível compra da TVI pela PT, José Sócrates anunciou que decidira vetar o negócio –, os contactos passaram a realizar-se através de telemóveis ‘descartáveis’ (ou seja, sem assinatura e que só se podem localizar se os carregamentos forem efectuados com cartões de crédito).

Alguns arguidos passaram a usar não só novos cartões como também novos aparelhos. Mas Manuel Godinho e outros, com menos ‘ciência’ policial, apenas mudaram os respectivos cartões. Só que a PJ montara escutas também ao número de série identificador do aparelho – e assim, à medida que o empresário foi fazendo telefonemas, a Polícia foi identificando os novos números dos outros arguidos e de José Sócrates, conseguindo reconstituir toda a rede de contactos.

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Um orçamento mentiroso


215Foto: Agência Financeira

Já muito se escreveu sobre o valor das palavras como instrumentos de dominação política. Seja em Wells, Huxley ou Orwell, o padrão é sempre igual: mentir!

O Governo anunciou que vai pedir uma autorização legislativa para um Orçamento “redistributivo”.

O Governo tem poderes para chamar ao Orçamento o que quiser: redistributivo, ambicioso, fautor de felicidade, amigável. Mas o Executivo sabe que as palavras são importantes e que se lhe chamasse rectificativo, como toda a gente percebe que ele é, estaria a assumir que falhou nas previsões. Assim, chamando-lhe redistributivo, está a dar ideia de que redistribui alguma coisa. Espanta, até, que não lhe chame Orçamento benemérito, para dar a ideia de que iria beneficiar alguém, mas talvez fique para o ano…

A proposta que está no Parlamento, a pouco mais de um mês do fim do ano, já toda a gente sabia que ia ser necessária. Em Julho já era óbvio que as receitas não chegavam. Mas o Executivo não quis dar o braço a torcer e aguentou enquanto pôde. Agora, inventou um nome.

Há 15 dias, Nicolau Santos titulou assim a sua coluna de opinião neste jornal: ‘O que aí vem é dantesco’. Já se vê que se fosse o Governo a fazer o texto usaria outro escritor para ilustrar o futuro. O que aí vem seria, para o Governo, digamos camoniano, por exemplo.

A verdade é que o que aí vem, vem mesmo. E podem chamar-lhe os nomes que quiserem, mas é mau. Pode ser que com palavras bonitas nos anestesiem uns tempos, mas, como disse Abraham Lincoln, se é possível enganar todos por algum tempo, se é possível enganar alguns todo o tempo, não se pode enganar todos durante todo o tempo.

Leia na íntegra o editorial do Expresso

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Contribuintes vão pagar BPN


bagaofelixO anúncio da reprivatização do Banco Português de Negócios (BPN) está a gerar quase tanta polémica como a decisão de nacionalizar o banco há cerca de um ano. De um lado da barricada estão os clientes que admitem travar a reprivatização do BPN para assegurar a defesa dos seus interesses. Do outro, o Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas, cujo presidente Delmiro Carreira apoia a reprivatização. Para Bagão Félix, ex-ministro das Finanças, será o contribuinte a pagar este processo. (…)

O Estado já injectou liquidez num total de 3,5 mil milhões de euros na instituição financeira e, para Bagão Félix, ex-ministro das Finanças, dificilmente será capaz de devolver esse dinheiro ao Estado.

“Os futuros accionistas vão pagar para terem um banco. Os contribuintes vão também pagar mas vão ficar sem nada”, sintetiza Bagão Félix. O Governo já admitiu que a prioridade não é a recuperação do dinheiro da Caixa Geral de Depósitos mas sim devolver a instituição “em condições de estabilidade e solidez financeira a alguém capaz de a gerir bem”.

A associação dos clientes do BPN já veio a público admitir que avançará com uma providência cautelar “caso a situação dos clientes não esteja salvaguardada”. Mais discretos estão os possíveis interessados na compra. Montepio Geral, o angolano BIC, BBVA e Barclays aguardam por mais detalhes por parte do Governo.

Leia na íntegra o artigo do Correio da Manhã

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Sócrates mentiu ao Parlamento sobre a TVI


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Foto: José Sena Goulão – Lusa

Segundo o SOL apurou, as conversas entre Armando Vara e o primeiro-ministro sobre a questão PT/TVI, que constam no ‘processo Face Oculta’, ocorreram em Março – constituindo a primeira das nove certidões extraídas pelo DIAP de Aveiro.

Ora as declarações de Sócrates no Parlamento sobre este tema ocorreram a 24 de Julho. Esta semana, o procurador-geral da República (PGR) afirmou que soube do assunto «numa reunião, entre Maio e Junho», com o procurador do DIAP de Aveiro, titular do inquérito, e com o procurador-distrital de Coimbra.

Consultando a agenda oficial de Pinto Monteiro, o SOL constatou que essa reunião ocorreu no dia 24 de Junho, às 11h. Segundo o PGR, a primeira certidão (negócio PT/TVI) foi-lhe remetida no dia 26 de Junho, estando as conversas de Vara e Sócrates gravadas há algumas semanas.

Ora, Sócrates negou saber o que quer que fosse sobre o envolvimento da PT precisamente na tarde de 24 de Junho – dia do debate quinzenal com os partidos da oposição na Assembleia da República (e, curiosamente, o mesmo dia da reunião do PGR com os seus adjuntos).

Leia na íntegra o artigo do Sol

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As escutas a Vara e Sócrates


socrates_portugal20070627_200vFoto: Jornal Digital

Pelo menos cinco certidões extraídas do ‘processo Face Oculta’ implicam José Sócrates em actividades que poderão ser consideradas tráfico de influências.

Além da compra da TVI pela PT, conforme o SOL revelou, são também referidas manobras para financiar a campanha eleitoral do PS para as últimas legislativas e para ajudar a salvar o grupo empresarial de Joaquim Oliveira (DN, JN, 24Horas, TSF, O Jogo e Sport TV).

As certidões têm subjacentes conversas do primeiro-ministro com Armando Vara, arguido no inquérito e, por isso, posto sob escuta.

Numa dessas conversas, Sócrates pede ao seu amigo e correligionário, e vice-presidente da BCP, dinheiro para as despesas dos cartazes e panfletos que foram distribuídos pelos socialistas nas legislativas (a mais cara campanha de sempre, orçada em 5,5 milhões de euros). (…)

Noutros casos, há envolvimento do chefe do Governo em negócios de grande dimensão ocorridos nos últimos seis meses. (…)

Recorde-se que há muito que os espanhóis da Prisa, grupo em maus lençóis financeiros, tinham anunciado que pretendiam alienar parte do capital da TVI . As conversas entre Vara e Sócrates permitem compreender como a entrada da PT no negócio iria resolver o ‘problema TVI ’, abrindo caminho ao afastamento da direcção (que Sócrates acusara de fazer «um jornalismo travestido» e de promover uma «caça ao homem»).

Leia na íntegra o artigo do Sol

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Portugal poderá ter de devolver fundos europeus


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Foto: Rádio Renascença

Portugal, apurou a Rádio Renascença junto de fontes da Comissão Europeia, está envolvido em quatro casos de irregularidades na utilização de fundos comunitários, dois dos quais dizem respeito aos pagamentos efectuados para a expropriação de terras para a construção da SCUT do Grande Porto e da SCUT Interior Norte.

Bruxelas considera que o dinheiro gasto ultrapassou o limite máximo, Lisboa contesta. As duas partes estão, por isso, em negociações, mas Portugal pode vir a ser obrigado a reafectar o dinheiro a outros projectos ou, na pior das hipóteses, a devolver tudo.

Leia na íntegra o artigo da Rádio Renascença

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Climategate – A Verdade (que é mesmo inconveniente) sobre o aquecimento global


É um dos maiores escândalos científicos de sempre e deita por terra os fundamentos da teoria do aquecimento global. A divulgação de documentos e comunicações privadas entre cientistas de topo colocou a descoberto manipulação de dados, tráfico de influências e perseguições. No estrangeiro foi descrita como das maiores notícias da década, mas em Portugal está a ser abafada pela comunicação social.

Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
23 de Novembro de 2009

Multiplicam-se os apelos à realização de inquéritos independentes para investigar o escândalo científico que tem sido denominado de Climategate. Este escândalo está a arruinar as bases da teoria do aquecimento global, após a divulgação a 20 de Novembro de milhares de e-mails que provam uma manipulação concertada de dados por parte de investigadores com o objectivo de «esconder a descida» da temperatura do planeta.

O antigo chanceler britânico Lord Lawson foi uma das muitas personalidades a pedir uma investigação imparcial ao escândalo, que começou semanas antes da Conferência Climática das Nações Unidas em Copenhaga. «Dever-se-ia criar um inquérito público orientado por alguém totalmente respeitado para se obter a verdade», afirmou no programa BBC Radio Four Today.

Os e-mails foram divulgados após vários piratas informáticos penetrarem nos servidores da Climatic Research Unit (CRU), a unidade de investigação climática da Universidade de East Anglia, Norwich, no Reino Unido. O CRU é considerado como um dos principais centros de investigação da climatologia a nível mundial.

Os documentos e comunicações aos quais os piratas acederam revelam a forma como cientistas de topo conspiraram para falsificar dados e esconder a descida da temperatura global, sustentando a premissa de que a intervenção humana está a provocar alterações climáticas. Outros destacam a maneira como eles coordenam autênticas campanhas negras para ostracizar cépticos do aquecimento global e usar a sua influência para impedir que relatórios dissidentes apareçam em publicações científicas de revisão por pares (um processo utilizado na publicação de artigos e na concessão de fundos para pesquisas), assim como tácticas para fintarem os pedidos de divulgação de informação efectuados através da lei norte-americana Freedom of Information Act (Lei da Liberdade de Informação, ou FOIA).

Tal como esperado, a comunicação social internacional tem branqueado o escândalo, caracterizando os e-mails como «rancor» entre a comunidade climática e mostrando apenas os e-mails menos comprometedores, ignorando o verdadeiro significado do que foi revelado.

Organizações ligadas à CRU têm lançado uma campanha de terror psicológico com cenários apocalípticos, ilustrando o seu argumento através de vídeos animados de propaganda totalmente desfasados da realidade, onde mostram animais de estimação a afogarem-se e ursos polares gerados por computador a caírem do céu (invocando imagens das vítimas dos atentados de 11 de Setembro a saltarem das Torres Gémeas), quando na verdade o número de ursos polares está a aumentar.

«Um dos e-mails que está sob escrutínio foi escrito por Phil Jones, o director do CRU, em 1999: ‘Acabei de completar o truque da Mike’s Nature [uma revista científica] de aumentar as temperaturas para cada série dos últimos 20 anos (por exemplo, desde 1981) e desde 1961 para o Keith, de forma a esconder a descida’», noticia o London Telegraph.

O autor admitiu à Associated Press que o e-mail é genuíno.

Noutro exemplo, investigadores falam sobre dados que são «artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais». Aparentemente, as «temperaturas reais» são definidas pelos ‘líderes’ do aquecimento global.

Tal como escreve o ex-meteorologista Anthony Watts, as tentativas de afirmar que os e-mails «foram retirados do seu contexto», que é a defesa do CRU, não têm validade. «É possível afirmar-se que um e-mail escrito há anos atrás não está correcto por ter sido ‘retirado do seu contexto’, mas aqui temos um programador a deixar notas no código para que ele ou ela possa documentar o que esse código realmente faz nessa etapa, de forma a que quem mais tarde olhe para isso possa perceber a razão pela qual essa função não esteja representada a partir de 1960. Neste caso, as temperaturas não foram todas consideradas. Os dados das estações de crescimento (os meses de Verão, quando são formados novos anéis de crescimento nas árvores) após 1960 são ignorados porque ‘serão artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais’, o que implica um rotina de processamento de dados. Dêem-lhe as voltas que quiserem. Acredito mais nas notas deixadas por programadores do que na palavra de alguém que tem motivos para dizer que não há ali nada ‘suspeito’. Ou os dados mostram o que se passa na natureza ou não mostram. Dados que foram ‘artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais’ são dados falsos e geram resultados falsos.»

Outro e-mail mostra a forma de alterar os dados das temperaturas e corrigir «desvios» nos estudos de maneira a corresponder às expectativas, que é obviamente o pecado capital de qualquer estudo científico.

«Conspiração, conluio no exagero de dados sobre o aquecimento, possível destruição ilegal de informação comprometedora, resistência organizada à divulgação de dados, manipulação de dados, reconhecimento de erros nas suas reivindicações públicas e muito mais» foi revelado nos 61 megabytes de ficheiros confidenciais difundidos na internet para que todos possamos ver, escreve Andrew Bolt, jornalista do Herald Sun.

Outro e-mail celebra a morte do professor John L. Daly, um céptico do aquecimento global, com as palavras: «de certa forma isto é uma notícia fantástica.»

Noutra comunicação, o autor revela a sua fantasia de «dar uma bruta carga de porrada» nos cépticos do aquecimento global.

Em mais outra, os investigadores discutem formas de desacreditar o professor James Saiers da revista científica Geophysical Research Letters com uma caça às bruxas académica, devido às suas simpatias por cépticos do aquecimento global: «Se vocês acham que o Saiers está do lado dos cépticos do efeito de estufa, se nós conseguirmos encontrar provas documentais disso, podemos agir através de canais oficiais da AGU [União Geofísica Americana] e bani-lo.»

Outros e-mails mostram dúvidas sobre o aumento da temperatura global e concluem que os dados necessitam ser reinterpretados: «A verdade é que não conseguimos justificar o facto de não existir subida das temperaturas e isso é uma vergonha para nós. Os dados da CERES relativos a 2008 publicados no boletim de Agosto de 2009 da MAS [Sociedade norte-americana de Meteorologia] mostram que devia existir mais aquecimento: mas os dados devem estar errados. O nosso sistema de observação está desadequado».

Os cientistas discutem a melhor forma de esconder os dados históricos que contradizem a tese da alteração climática provocada pelo Homem, tal como o Período Quente Medieval, que de acordo com um e-mail deve ser «dissimulado».

Também é discutida a destruição de provas, com cientistas a resolver apagar e-mails comprometedores.

«E, talvez o mais perverso», escreve o jornalista do Telegraph James Delingpole, «uma longa série de comunicações onde se congemina a melhor forma de banir cientistas dissidentes de processos de revisão por pares. Como, por outras palavras, criar um ambiente onde qualquer cientista que discorde com o aquecimento global antropogénico seja posto de lado como um fanático, sem um pingo de credibilidade.»

Diz um dos e-mails revelados: «Esse foi o perigo de criticar os cépticos por não publicarem na ‘literatura de revisão por pares’. Então, eles encontraram uma forma para isso: controlar uma publicação científica! O que iremos fazer agora? Acho que temos de deixar de considerar a Climate Research como uma revista científica legítima. Talvez devemos encorajar os nossos colegas na comunidade de investigação climática para não enviarem mais trabalhos para essa revista, e nem sequer a citarem. Também temos de considerar o que iremos dizer ou pedir aos colegas mais próximos de nós que integram o conselho editorial dessa revista… O que é que vocês acham? (…) Eu irei mandar e-mails à revista para lhes dizer que não terei mais nada com ela enquanto não se livrarem desse editor incómodo. (…) Isto acontece porque esta revista tem vários editores. O responsável é um céptico bem conhecido na Nova Zelândia. Ele já deixou passar alguns artigos de Michaels e Gray. Troquei umas palavras sobre isto com Hans von Storch, mas não deu em nada. Esta é mais uma coisa para falar em Nice!»

Os cientistas também «discutem formas de se esquivarem a pedidos efectuados através da Lei da Liberdade de Informação [FOIA] para divulgarem dados relacionados com temperaturas», noticiou o Daily Mail.

Os e-mails mostram que os cientistas usavam favorecimentos e estratagemas com os representantes oficiais da FOIA para não serem forçados a divulgar dados: «Quando chegaram os pedidos feitos através da FOIA, o representante disse-nos que tínhamos de os cumprir», diz um e-mail. «Foram necessárias duas sessões de meia hora para o fazer mudar de ideias. (…) Quando eles perceberam o tipo de pessoas com que estamos a lidar, todo o pessoal na Universidade de East Anglia nos apoiou. Fiquei a conhecer muito bem o representante da FOIA e o chefe da biblioteca – que lida com recursos.»

É muito importante salientar que este breve resumo apenas mostra uma mera ponta da fraude monumental que foi exposta com os e-mails pirateados.

Este é um marco no princípio do fim do alarmismo do aquecimento global e da agenda para implementar medidas draconianas de controlo e regulação, assim como o lançamento da taxa global de carbono.

Muitas mais revelações foram feitas no seguimento desta fuga de informação, e o esforço desesperado dos políticos e da comunicação social em branquear e abafar toda esta polémica só irá piorar a sua situação.

Para saber mais:

O Watergate climático – farsa do aquecimento global a descoberto, artigo do site Pontas Soltas
Artigos do Expresso sobre o climategate
Ainda Orwell, artigo de opinião do investigador universitário Fernando Gabriel no Diário Económico
Base de dados de artigos estrangeiros sobre o climategate
Base de dados com os e-mails pirateados

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Vacina dada às grávidas portuguesas foi considerada perigosa em vários países


Já são pelo menos três os bebés portugueses que morreram horas após as suas mães terem sido injectadas com a vacina contra a Gripe A. O governo e as autoridades de saúde portuguesas escondem o facto da vacina ter sido considerada perigosa em países como a Suiça, e nunca ter sido testada em grávidas nem em crianças. A OMS já confirmou casos da síndrome de Guillain-Barré provocados por esta vacina.

Foram até agora dados a conhecer pela comunicação social três casos de grávidas portuguesas que perderam os seus bebés após receberem a vacina contra a Gripe A utilizada no nosso país – a Pandemrix da farmacêutica GlaxoSmithKline.

Em todos os casos as autoridades de saúde responderam imediatamente que consideram não existir nenhuma relação entre as mortes e as vacinas, isto muito antes de saberem qualquer resultado das autópsias – resultados esses que não refutaram completamente essa relação. O discurso oficial continua a ser o de que não existe qualquer dado científico que mostre que a vacina é perigosa em grávidas, e que estes casos são todos «uma terrível coincidência». O facto, escondido dos portugueses, é que ela nunca foi testada em mulheres grávidas nem em jovens com menos de 18 anos. Não existem, portanto, dados científicos que mostrem que esta vacina é segura em grávidas e crianças. Mesmo assim o governo português iniciou a vacinação às grávidas e a todas as crianças, tendo já incluído esta vacina no Plano Nacional de Vacinação.

O vídeo acima mostra algumas reportagens da RTP sobre estes acontecimentos. Nelas é possível verificar que as duas primeiras grávidas que perderam os bebés sentiram-nos «mexer muito mais que o habitual» nas horas seguintes à inoculação da vacina, até eles deixarem de se mexer por completo. Não foi divulgado se a terceira mãe também sentiu movimentos anormais.

Fica claro que as autoridades de saúde considerarão qualquer complicação ocorrida após a inoculação da vacina Pandemrix como uma mera «coincidência» e irão recusar sempre qualquer responsabilidade. Aliás a comunicação social só difundiu casos ocorridos poucas horas ou dias depois da vacinação. Vários especialistas alertam para o facto desta vacina conter esqualeno, uma substância perigosa que já foi directamente associada a casos da síndrome da Guerra do Golfo e a uma enorme lista de doenças degenerativas (como a síndrome de Guillain-Barré); e timerosal, um conservante geralmente usado nas vacinas que vários estudos científicos indicam provocar lesões neurológicas similares às do autismo. Todas estas doenças podem surgir meses, anos ou décadas após a vacinação, sendo óbvio que as autoridades de saúde refutarão todas as responsabilidades. Como já noticiámos anteriormente, vários governos por todo o mundo garantem imunidade total às companhias farmacêuticas caso existam processos legais devido a mortes e lesões provocadas pela vacina.

Na Suíça as autoridades de saúde proibiram o uso da Pandemrix em grávidas, jovens com menos de 18 anos e adultos com mais de 60, justamente pelos receios em volta dos seus componentes perigosos e por não terem sido testadas nessas camadas etárias. Em Espanha (ver vídeo acima, aos 4:30 minutos), no Reino Unido e no Canadá as grávidas podem escolher ser vacinadas com outras vacinas sem componentes adjuvantes como o esqualeno. As grávidas francesas só receberão as que não contêm adjuvantes.

Em Outubro, a Organização Mundial de Saúde (OMS) chegou a desaconselhar o uso de vacinas com adjuvantes, como a Pandemrix, em mulheres grávidas (ver vídeo da Sky News em baixo). Neste momento a OMS admite já existirem casos da síndrome de Guillain-Barré provocados por vacinas contra a Gripe A (ver vídeo em cima, aos 4 minutos).

O ESCUDO.tv tem conhecimento que vários médicos portugueses têm desaconselhado aos seus pacientes a inoculação desta vacina, mesmo a doentes que foram considerados de risco.

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Três bebés morrem horas após mães receberem vacina


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Sócrates, sem diálogos de Platão


SONAR – Movimentos sob a superfície

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Sob este regime abrilista Portugal já conheceu toda a podridão possível da política contemporânea.

A independência e a soberania são vagas recordações do passado. Todos os líderes gerados pelos partidos políticos dominantes se mostraram “bons alunos” de Bruxelas, serviçais perante os interesses multinacionais, frequentadores assíduos das reuniões do Clube Bilderberg e de uma fidelidade canina aos interesses do patrão norte-americano.

As poucas faculdades que possuem são aplicadas no exercício de tráfico de influências e nalgumas manobras públicas de fraca prestidigitação. No plano humano encontramos entre eles do pior que existe na nossa sociedade: desertores, pederastas, pedófilos, homicidas[1], gatunos e aldrabões impenitentes.

Haverá excepções que se desconheçam? Será possível que existam, quando o seu silêncio só pode significar conluio?

O actual caso do Primeiro-ministro Sócrates só veio acrescentar a prova de que as instituições da justiça seguiram o mesmo caminho das da política e de que em Portugal nunca será possível uma operação “mãos limpas”.

Se um agente do Ministério Público manda emitir certidões de um processo de escutas para posterior investigação, neste contexto só pode significar uma coisa: para esse agente existe a clara suspeita de prática de crime punível com pena superior a três anos de prisão[2]. Ora foram emitidas diversas certidões.

As primeiras já foram anuladas, como seguramente serão as restantes, sob o espantoso argumento de que só o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça pode autorizar escutas ao Primeiro-ministro[3]. Ora, como se sabe publicamente, a escuta não era dirigida ao dito Primeiro-ministro e como não é possível saber antecipadamente se altas figuras do Estado têm conversas telefónicas comprometedoras com vulgares suspeitos, todas as escutas teriam de receber o prévio aval do STJ!

Por seu turno o Procurador Geral da República afirmou, em comunicado, a não existência de “indícios probatórios” nas primeiras certidões que recebeu, e ficamos a procurar imaginar como seria possível encontrá-los sem ser realizada qualquer investigação.

Outra coisa nos mostra este caso: é o à-vontade com que este Primeiro-ministro tem conversas comprometedoras, indiciadoras da prática de crimes puníveis com penas superiores a três anos, através de um vulgar telemóvel. Isso evidencia um forte sentimento de impunidade e todos estamos a perceber porquê.

E assim continuaremos até que este vómito, que aqui jaz a apodrecer, possa ser estrume para um novo futuro.


[1] Se não nos quisermos lembrar dos horrores em que estes políticos deixaram muitos dos povos africanos e timorenses, dos antigos territórios ultramarinos, temos, por exemplo, a impunidade dos assassinos do caso Camarate, reveladora de que os mandantes do crime se encontravam na esfera do poder.


[2] Como está explícito no Artigo 187.º n.º1 a) do Código de Processo Penal.


[3] Tal como refere o Artigo 11.º, n.º2 b) do Código de Processo Penal.

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