Posted on 07 Dezembro 2009.
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Posted on 03 Dezembro 2009.

Felícia Cabrita
Sol
Foto: Diário de Notícias
Os arguidos no ‘processo Face Oculta’ deixaram de usar os seus telemóveis habituais a partir de 25 de Junho, no auge da polémica causada pelo negócio PT/TVI, existindo a suspeita de uma fuga de informação nessa altura, quando começaram a chegar a Lisboa as primeiras certidões enviadas pelo DIAP de Aveiro.
A Polícia Judiciária conseguiu, porém, descobrir os novos contactos dos arguidos e restabelecer as escutas, que se prolongariam durante pelo menos mais dois meses.
O empresário Manuel Godinho, figura-chave no caso, alguns dos seus mais próximos colaboradores e Armando Vara estão entre esses arguidos. A mudança de telefones pode confirmar-se pelas conversas que envolvem o primeiro-ministro, que constam das certidões enviadas ao procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro.
Segundo o SOL apurou, nos últimos dias de Junho – quando, perante a polémica levantada pela possível compra da TVI pela PT, José Sócrates anunciou que decidira vetar o negócio –, os contactos passaram a realizar-se através de telemóveis ‘descartáveis’ (ou seja, sem assinatura e que só se podem localizar se os carregamentos forem efectuados com cartões de crédito).
Alguns arguidos passaram a usar não só novos cartões como também novos aparelhos. Mas Manuel Godinho e outros, com menos ‘ciência’ policial, apenas mudaram os respectivos cartões. Só que a PJ montara escutas também ao número de série identificador do aparelho – e assim, à medida que o empresário foi fazendo telefonemas, a Polícia foi identificando os novos números dos outros arguidos e de José Sócrates, conseguindo reconstituir toda a rede de contactos.
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Posted on 03 Dezembro 2009.
José António Saraiva, director do semanário ‘Sol’, revelou ao CM que o Governo o pressionou para não publicar notícias do Freeport e que depois passou aos investidores.
Correio da Manhã – O ‘Sol’ foi coagido pelo Governo para não publicar notícias do Freeport?
José António Saraiva – Recebemos dois telefonemas, por parte de pessoas próximas do primeiro-ministro, dizendo que se não publicássemos notícias sobre o Freeport os nossos problemas se resolviam.
– Que problemas?
– Estávamos em ruptura de tesouraria, e o BCP, que era nosso sócio, já tinha dito que não metia lá mais um tostão. Estávamos em risco de não pagar ordenados. Mas dissemos que não, e publicámos as notícias do Freeport. Efectivamente uma linha de crédito que tínhamos no BCP foi interrompida.
– Depois houve mais alguma pressão política?
– Sim. Entretanto tivemos propostas de investimentos angolanos, e quando tentámos que tudo se resolvesse, o BCP levantou problemas.
– Travou o negócio?
– Quando os angolanos fizeram uma proposta, dificultaram. Inclusive perguntaram o que é que nós quatro – eu, José António Lima, Mário Ramirez e Vítor Rainho – queríamos pa-ra deixar a direcção. E é quando a nossa advogada, Paula Teixeira da Cruz, ameaça fazer uma queixa à CMVM, porque achava que já havia uma pressão por parte do banco que era totalmente ilegítima.
– E as pressões acabaram?
– Não. Aí eles passaram a fazer pressão ao outro sócio, que era o José Paulo Fernandes. E ainda ao Joaquim Coimbra. Não falimos por um milagre. E, finalmente, quando os angolanos fizeram uma proposta irrecusável e encostaram o BCP à parede, eles desistiram.
– Foi um processo longo…
– Foi um processo que se prolongou por três ou quatro meses. O BCP, quase ironicamente, perguntava: “Então como é que tiveram dinheiro para pagar os salários?” Eles quase que tinham vontade que entrássemos em ruptura financeira. Na altura quem tinha o dossiê do ‘Sol’ era o Armando Vara, e nós tínhamos a noção de que ele estava em contacto com o primeiro-ministro. Portanto, eram ordens directas.
– Do primeiro-ministro?
– Não temos dúvida. Aliás, neste processo ‘Face Oculta’ deve haver conversas entre alguns dos nossos sócios, designadamente entre Joaquim Coimbra e Armando Vara.
– Houve então uma tentativa de ataque à liberdade de imprensa?
– Houve uma tentativa óbvia de estrangulamento financeiro. Repare-se que a Controlinveste tem uma grande dívida do BCP, e portanto aí o controlo é fácil. À TVI sabemos o que aconteceu e ao ‘Diário Económico’ quando foi comprado pela Ongoing – houve uma mudança de orientação. Há de facto uma estratégia do Governo no sentido de condicionar a informação. Já não é especulação, é puramente objectiva. E no processo ‘Face Oculta’, tanto quanto sabemos, as conversas entre o engº Sócrates e Vara são bastante elucidativas sobre disso.
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Posted on 03 Dezembro 2009.
Segundo o SOL apurou, as conversas entre Armando Vara e o primeiro-ministro sobre a questão PT/TVI, que constam no ‘processo Face Oculta’, ocorreram em Março – constituindo a primeira das nove certidões extraídas pelo DIAP de Aveiro.
Ora as declarações de Sócrates no Parlamento sobre este tema ocorreram a 24 de Julho. Esta semana, o procurador-geral da República (PGR) afirmou que soube do assunto «numa reunião, entre Maio e Junho», com o procurador do DIAP de Aveiro, titular do inquérito, e com o procurador-distrital de Coimbra.
Consultando a agenda oficial de Pinto Monteiro, o SOL constatou que essa reunião ocorreu no dia 24 de Junho, às 11h. Segundo o PGR, a primeira certidão (negócio PT/TVI) foi-lhe remetida no dia 26 de Junho, estando as conversas de Vara e Sócrates gravadas há algumas semanas.
Ora, Sócrates negou saber o que quer que fosse sobre o envolvimento da PT precisamente na tarde de 24 de Junho – dia do debate quinzenal com os partidos da oposição na Assembleia da República (e, curiosamente, o mesmo dia da reunião do PGR com os seus adjuntos).
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Posted on 03 Dezembro 2009.
Pelo menos cinco certidões extraídas do ‘processo Face Oculta’ implicam José Sócrates em actividades que poderão ser consideradas tráfico de influências.
Além da compra da TVI pela PT, conforme o SOL revelou, são também referidas manobras para financiar a campanha eleitoral do PS para as últimas legislativas e para ajudar a salvar o grupo empresarial de Joaquim Oliveira (DN, JN, 24Horas, TSF, O Jogo e Sport TV).
As certidões têm subjacentes conversas do primeiro-ministro com Armando Vara, arguido no inquérito e, por isso, posto sob escuta.
Numa dessas conversas, Sócrates pede ao seu amigo e correligionário, e vice-presidente da BCP, dinheiro para as despesas dos cartazes e panfletos que foram distribuídos pelos socialistas nas legislativas (a mais cara campanha de sempre, orçada em 5,5 milhões de euros). (…)
Noutros casos, há envolvimento do chefe do Governo em negócios de grande dimensão ocorridos nos últimos seis meses. (…)
Recorde-se que há muito que os espanhóis da Prisa, grupo em maus lençóis financeiros, tinham anunciado que pretendiam alienar parte do capital da TVI . As conversas entre Vara e Sócrates permitem compreender como a entrada da PT no negócio iria resolver o ‘problema TVI ’, abrindo caminho ao afastamento da direcção (que Sócrates acusara de fazer «um jornalismo travestido» e de promover uma «caça ao homem»).
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Posted on 02 Dezembro 2009.
É um dos maiores escândalos científicos de sempre e deita por terra os fundamentos da teoria do aquecimento global. A divulgação de documentos e comunicações privadas entre cientistas de topo colocou a descoberto manipulação de dados, tráfico de influências e perseguições. No estrangeiro foi descrita como das maiores notícias da década, mas em Portugal está a ser abafada pela comunicação social.
Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
23 de Novembro de 2009
Multiplicam-se os apelos à realização de inquéritos independentes para investigar o escândalo científico que tem sido denominado de Climategate. Este escândalo está a arruinar as bases da teoria do aquecimento global, após a divulgação a 20 de Novembro de milhares de e-mails que provam uma manipulação concertada de dados por parte de investigadores com o objectivo de «esconder a descida» da temperatura do planeta.
O antigo chanceler britânico Lord Lawson foi uma das muitas personalidades a pedir uma investigação imparcial ao escândalo, que começou semanas antes da Conferência Climática das Nações Unidas em Copenhaga. «Dever-se-ia criar um inquérito público orientado por alguém totalmente respeitado para se obter a verdade», afirmou no programa BBC Radio Four Today.
Os e-mails foram divulgados após vários piratas informáticos penetrarem nos servidores da Climatic Research Unit (CRU), a unidade de investigação climática da Universidade de East Anglia, Norwich, no Reino Unido. O CRU é considerado como um dos principais centros de investigação da climatologia a nível mundial.
Os documentos e comunicações aos quais os piratas acederam revelam a forma como cientistas de topo conspiraram para falsificar dados e esconder a descida da temperatura global, sustentando a premissa de que a intervenção humana está a provocar alterações climáticas. Outros destacam a maneira como eles coordenam autênticas campanhas negras para ostracizar cépticos do aquecimento global e usar a sua influência para impedir que relatórios dissidentes apareçam em publicações científicas de revisão por pares (um processo utilizado na publicação de artigos e na concessão de fundos para pesquisas), assim como tácticas para fintarem os pedidos de divulgação de informação efectuados através da lei norte-americana Freedom of Information Act (Lei da Liberdade de Informação, ou FOIA).
Tal como esperado, a comunicação social internacional tem branqueado o escândalo, caracterizando os e-mails como «rancor» entre a comunidade climática e mostrando apenas os e-mails menos comprometedores, ignorando o verdadeiro significado do que foi revelado.
Organizações ligadas à CRU têm lançado uma campanha de terror psicológico com cenários apocalípticos, ilustrando o seu argumento através de vídeos animados de propaganda totalmente desfasados da realidade, onde mostram animais de estimação a afogarem-se e ursos polares gerados por computador a caírem do céu (invocando imagens das vítimas dos atentados de 11 de Setembro a saltarem das Torres Gémeas), quando na verdade o número de ursos polares está a aumentar.
«Um dos e-mails que está sob escrutínio foi escrito por Phil Jones, o director do CRU, em 1999: ‘Acabei de completar o truque da Mike’s Nature [uma revista científica] de aumentar as temperaturas para cada série dos últimos 20 anos (por exemplo, desde 1981) e desde 1961 para o Keith, de forma a esconder a descida’», noticia o London Telegraph.
O autor admitiu à Associated Press que o e-mail é genuíno.
Noutro exemplo, investigadores falam sobre dados que são «artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais». Aparentemente, as «temperaturas reais» são definidas pelos ‘líderes’ do aquecimento global.
Tal como escreve o ex-meteorologista Anthony Watts, as tentativas de afirmar que os e-mails «foram retirados do seu contexto», que é a defesa do CRU, não têm validade. «É possível afirmar-se que um e-mail escrito há anos atrás não está correcto por ter sido ‘retirado do seu contexto’, mas aqui temos um programador a deixar notas no código para que ele ou ela possa documentar o que esse código realmente faz nessa etapa, de forma a que quem mais tarde olhe para isso possa perceber a razão pela qual essa função não esteja representada a partir de 1960. Neste caso, as temperaturas não foram todas consideradas. Os dados das estações de crescimento (os meses de Verão, quando são formados novos anéis de crescimento nas árvores) após 1960 são ignorados porque ‘serão artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais’, o que implica um rotina de processamento de dados. Dêem-lhe as voltas que quiserem. Acredito mais nas notas deixadas por programadores do que na palavra de alguém que tem motivos para dizer que não há ali nada ‘suspeito’. Ou os dados mostram o que se passa na natureza ou não mostram. Dados que foram ‘artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais’ são dados falsos e geram resultados falsos.»
Outro e-mail mostra a forma de alterar os dados das temperaturas e corrigir «desvios» nos estudos de maneira a corresponder às expectativas, que é obviamente o pecado capital de qualquer estudo científico.
«Conspiração, conluio no exagero de dados sobre o aquecimento, possível destruição ilegal de informação comprometedora, resistência organizada à divulgação de dados, manipulação de dados, reconhecimento de erros nas suas reivindicações públicas e muito mais» foi revelado nos 61 megabytes de ficheiros confidenciais difundidos na internet para que todos possamos ver, escreve Andrew Bolt, jornalista do Herald Sun.
Outro e-mail celebra a morte do professor John L. Daly, um céptico do aquecimento global, com as palavras: «de certa forma isto é uma notícia fantástica.»
Noutra comunicação, o autor revela a sua fantasia de «dar uma bruta carga de porrada» nos cépticos do aquecimento global.
Em mais outra, os investigadores discutem formas de desacreditar o professor James Saiers da revista científica Geophysical Research Letters com uma caça às bruxas académica, devido às suas simpatias por cépticos do aquecimento global: «Se vocês acham que o Saiers está do lado dos cépticos do efeito de estufa, se nós conseguirmos encontrar provas documentais disso, podemos agir através de canais oficiais da AGU [União Geofísica Americana] e bani-lo.»
Outros e-mails mostram dúvidas sobre o aumento da temperatura global e concluem que os dados necessitam ser reinterpretados: «A verdade é que não conseguimos justificar o facto de não existir subida das temperaturas e isso é uma vergonha para nós. Os dados da CERES relativos a 2008 publicados no boletim de Agosto de 2009 da MAS [Sociedade norte-americana de Meteorologia] mostram que devia existir mais aquecimento: mas os dados devem estar errados. O nosso sistema de observação está desadequado».
Os cientistas discutem a melhor forma de esconder os dados históricos que contradizem a tese da alteração climática provocada pelo Homem, tal como o Período Quente Medieval, que de acordo com um e-mail deve ser «dissimulado».
Também é discutida a destruição de provas, com cientistas a resolver apagar e-mails comprometedores.
«E, talvez o mais perverso», escreve o jornalista do Telegraph James Delingpole, «uma longa série de comunicações onde se congemina a melhor forma de banir cientistas dissidentes de processos de revisão por pares. Como, por outras palavras, criar um ambiente onde qualquer cientista que discorde com o aquecimento global antropogénico seja posto de lado como um fanático, sem um pingo de credibilidade.»
Diz um dos e-mails revelados: «Esse foi o perigo de criticar os cépticos por não publicarem na ‘literatura de revisão por pares’. Então, eles encontraram uma forma para isso: controlar uma publicação científica! O que iremos fazer agora? Acho que temos de deixar de considerar a Climate Research como uma revista científica legítima. Talvez devemos encorajar os nossos colegas na comunidade de investigação climática para não enviarem mais trabalhos para essa revista, e nem sequer a citarem. Também temos de considerar o que iremos dizer ou pedir aos colegas mais próximos de nós que integram o conselho editorial dessa revista… O que é que vocês acham? (…) Eu irei mandar e-mails à revista para lhes dizer que não terei mais nada com ela enquanto não se livrarem desse editor incómodo. (…) Isto acontece porque esta revista tem vários editores. O responsável é um céptico bem conhecido na Nova Zelândia. Ele já deixou passar alguns artigos de Michaels e Gray. Troquei umas palavras sobre isto com Hans von Storch, mas não deu em nada. Esta é mais uma coisa para falar em Nice!»
Os cientistas também «discutem formas de se esquivarem a pedidos efectuados através da Lei da Liberdade de Informação [FOIA] para divulgarem dados relacionados com temperaturas», noticiou o Daily Mail.
Os e-mails mostram que os cientistas usavam favorecimentos e estratagemas com os representantes oficiais da FOIA para não serem forçados a divulgar dados: «Quando chegaram os pedidos feitos através da FOIA, o representante disse-nos que tínhamos de os cumprir», diz um e-mail. «Foram necessárias duas sessões de meia hora para o fazer mudar de ideias. (…) Quando eles perceberam o tipo de pessoas com que estamos a lidar, todo o pessoal na Universidade de East Anglia nos apoiou. Fiquei a conhecer muito bem o representante da FOIA e o chefe da biblioteca – que lida com recursos.»
É muito importante salientar que este breve resumo apenas mostra uma mera ponta da fraude monumental que foi exposta com os e-mails pirateados.
Este é um marco no princípio do fim do alarmismo do aquecimento global e da agenda para implementar medidas draconianas de controlo e regulação, assim como o lançamento da taxa global de carbono.
Muitas mais revelações foram feitas no seguimento desta fuga de informação, e o esforço desesperado dos políticos e da comunicação social em branquear e abafar toda esta polémica só irá piorar a sua situação.
Para saber mais:
O Watergate climático – farsa do aquecimento global a descoberto, artigo do site Pontas Soltas
Artigos do Expresso sobre o climategate
Ainda Orwell, artigo de opinião do investigador universitário Fernando Gabriel no Diário Económico
Base de dados de artigos estrangeiros sobre o climategate
Base de dados com os e-mails pirateados
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Posted on 14 Novembro 2009.
Portugal caiu do 16.º para 30.º lugar no ranking de liberdade de imprensa elaborado pela organização Repórteres Sem Fronteiras.
Leia na íntegra o artigo do Diário de Notícias
Veja a classificação dos países em:
http://www.rsf.org/fr-classement1001-2009.html
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Posted on 02 Novembro 2009.
Entre as muitas teorias que têm surgido sobre o novo vírus da gripe A (H1N1), a da Dra. Rauni Kilde, ex-directora clínica da província finlandesa da Lapónia, é inédita: defende que a OMS mente nas estatísticas que apresenta e que as “elites” estão concertadas para reduzir a população mundial a dois terços.
Numa entrevista que circula na Internet há algumas semanas (no vídeo mais abaixo), a médica Rauni Kilde (informações biográficas no fim da página), questionada sobre a gripe A, declara que a informação que existe sobre o novo vírus H1N1 é “autêntico lixo”. Kilde é peremptória: “Não é a gripe suína que é perigosa, são as vacinas”.
Numa entrevista de quase sete minutos, Kilde começa por dizer que a humanidade desconhece os efeitos dos alimentos transgénicos ou da utilização dos telemóveis na saúde, e que tudo se resume a uma estratégia concertada das “elites” para reduzir a população mundial a pelo menos dois terços ou “até em cinco mil milhões” de pessoas.
“Eliminar a próxima geração”
Segundo Rauni Kilde, “por detrás de tudo está a diminuição da população mundial” e o objectivo é “colocar milhões nos bolsos de quem difunde [as vacinas]”.
A médica fala em Donald Rumsfeld, que foi director da Gilead Sciences, Inc., a empresa detentora da patente do medicamento Tamiflu, e que tem sido apontado como detentor de acções da empresa.
Kilde acredita que as recomendações para vacinar primeiro grávidas e crianças têm como propósito “eliminar a próxima geração”.
A médica refere-se ainda à epidemia de uma variante da gripe suína que surgiu na década de 70, nos Estados Unidos da América, que envolveu uma grande campanha de vacinação. Kilde refere que os EUA “deixaram a vacinação após três semanas porque havia muita gente a morrer e com danos neurológicos” e que “se asseguraram de que as pessoas não são compensadas pelos danos sofridos”.
“Campanha de medo”
“Os Governos estão a lançar uma propaganda de medo nos ‘mass media’. Todos os media dizem que vai ser terrível. É propaganda e as pessoas assustam-se”, defende Rauni Kilde, sustentando ainda que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estará a obrigar as pessoas a serem vacinadas “à força” e que a organização só terá activado o alerta de uma pandemia de nível seis para esse efeito. “Vê-se em qualquer país do mundo: as pessoas não estão doentes”, declarou.
Rauni Kilde acredita ainda que a OMS divulga números “falsos” e que quem sai beneficiado desta “estratégia” são as grandes farmacêuticas.
Plano e recomendações do Ministério da Saúde Português
Sem olhar às teorias divulgadas, a OMS continua preocupada em avaliar a evolução do vírus e, em Portugal, a primeira fase de vacinação contra a gripe A começou a 26 de Outubro com 54 mil doses disponíveis. As doses serão administradas a um número restrito de pessoas dentro do grupo A de vacinação contra a gripe, o primeiro de três identificados pelas autoridades.
Nesta primeira fase de vacinação são considerados prioritários os profissionais de saúde, grávidas nos segundo e terceiro trimestres de gestação com patologia associada e titulares de órgãos de soberania e profissionais que desempenhem funções consideradas essenciais para o funcionamento do país.
As vacinas, explicou a ministra da Saúde Ana Jorge, vão chegar a Portugal quinzenalmente e estas primeiras 54 mil doses serão distribuídas pelas cinco regiões de saúde, sendo esperado que até chegar um novo lote de vacinas estas estejam já todas ministradas.
O Ministério da Saúde e a Direcção-Geral da Saúde definiram que estes grupos-alvo de vacinação correspondem a 30 por cento da população.
Segundo a ministra, as estimativas apontam para vacinação de 360 mil pessoas no grupo A, um milhão no B e os restantes no C, até perfazer três milhões. A vacinação de todo o grupo A há deverá demorar mais de um mês.
Portugal adquiriu seis milhões de doses de vacina contra a gripe A (H1N1) para a vacinação de três milhões de pessoas.
Cada pessoa deverá levar duas doses da vacina, sendo a segunda administrada com um intervalo mínimo de três semanas.
Em relação aos órgãos de soberania, Ana Jorge não especificou quem é considerado imprescindível, mas já no que respeita aos profissionais de saúde a ministra referiu que podem ser, por exemplo, os profissionais dos cuidados intensivos, os que desenvolvem uma técnica única que mais ninguém faz, assim como os que garantem o funcionamento da Linha Saúde 24. (…)
— Fim da transcrição da notícia do Diário de Notícias —
VÍDEO: Entrevista de Rauni Kilde (legendada em português, com transcrição em abaixo)
O Projecto Grifo destaca esta entrevista e publica a sua transcrição em português:
Uma médica corajosa denuncia!
Entrevista com a ex-”Ministra da Saúde” da Finlândia, Dr.ª RAUNI KILDE *
Isso tem a ver com o que a União Europeia nos quer impor?
Bem, são os americanos que estão a impô-lo, as empresas americanas com alimentos geneticamente modificados e coisas assim, e não sabemos, ninguém sabe o que vai acontecer porque estão a fazer experiências a longo prazo. Não sabemos o que vai acontecer dentro de 1 ano ou dentro de 20 anos, tal como não sabemos – aliás, começamos a descobrir – o que vai acontecer com os telemóveis daqui a 20 anos. Estes provocam tumores no cérebro, cegueira, surdez e cancro. Isso é algo totalmente conhecido. Mas são experiências a longo prazo.
Em sua opinião, as frequências nesses aparelhos estão especificamente seleccionadas para fazerem experiências connosco? Acha que estão a alterar a espécie, que pretendem modificar-nos, ou matar-nos?
Estão a tornar-nos muito doentes, e como – segundo li algures – o objectivo da ‘elite’ (se é que posso usar essa palavra) é reduzir a população do Planeta Terra, pelo menos, em dois terços, talvez até em 5 mil milhões, o que é muito, muito, muito negativo! (ver também: American Guidestones ou Os Dez Mandamentos Insectóides)
Pode falar-nos um pouco dessa nova doença que está a surgir?
Da gripe suína? Não passa de uma aldrabice. É mesmo uma aldrabice! Não é a gripe suína que é perigosa, são as vacinas! Parece que não é apenas suíno. É vírus humano misturado com vírus suíno e vírus aviário. É muito tóxico. Por detrás de tudo está o propósito de reduzir a população mundial e meter biliões e biliões e biliões de dólares na algibeira dos que a produziram. Rumsfeld é um dos donos de um dos grandes laboratórios farmacêuticos. Dado que querem reduzir o número da população mundial, começaram a dizer que as crianças e as mulheres grávidas tinham prioridade. É para eliminar a próxima geração.
A senhora tem alertado certos governos quanto ao assunto?
Governos, não. Mas enviei informações para a Finlândia. Não creio que vá resultar porque até a OMS… (Organização Mundial da Saúde)
Já tinham tentado nos fins dos anos 70.
Sim, em 76, houve um surto de gripe suína, nos Estados Unidos. Após três semanas, suspenderam as vacinações por tantas pessoas terem morrido, ou por terem apanhado a síndrome Guillian-Barré. O seu sistema neurológico ficou destruído. Agora, após um pequeno ajuste, estão a fazer a mesma coisa. Antes disso, asseguraram-se, nos Estados Unidos, de que as pessoas não receberão indemnizações pelos danos causados à sua saúde. Previamente, em 1976, foram obrigados a pagar grandes quantias. Conforme sabe, nos Estados Unidos, quando destroem a saúde de alguém, as indemnizações são muito elevadas. Agora têm uma lei que diz que estas empresas não são responsáveis. Não têm de pagar qualquer indemnização, nem que a pessoa morra ou fique enferma para o resto da vida. Portanto, pensaram em tudo.
Podem envenenar-nos e matar-nos, e ficam impunes.
É verdade!
Como é isso possível? Como é possível que tantos governos permitam que isso aconteça?
Eles não estão a permiti-lo ainda. Por enquanto, ninguém fez nada. Estão apenas a levar a cabo um programa de incutir medo, na comunicação social. Estão todos a dizer ‘Vai ser terrível’. Trata-se de uma propaganda de medo, medo, medo. As pessoas ficam com medo porque não sabem! A OMS decretou que todos terão de ser vacinados compulsivamente. À força. Antigamente, a OMS não tinha capacidade para forçar nenhum governo. Fazia apenas uma recomendação. Se bem me lembro, foi em 97/98 ou 94 que assinaram uma declaração a dizer que, em caso de uma pandemia grave, dariam ordem para tal.
No início de Junho, a OMS disse que a pandemia de grau 6 era a mais grave. Visite qualquer país, as pessoas não estão doentes. Não há milhares de pessoas com gripe suína. Tudo isto serviu para preparar os governos a obrigar as pessoas a serem vacinadas à força! Mas não creio que vá resultar.
Acha que as figuras públicas da OMS são, na realidade, falsas?
São! Claro que são! Mas há que perguntar sempre: Quem beneficia com isto? Quem beneficia? Em minha opinião, foram obrigados a fazer isto. Por quem? Pelas grandes empresas farmacêuticas. Como sabe, os grandes laboratórios farmacêuticos lidam com a população mundial e com dinheiro mundial. Com biliões.
Então, em sua opinião, qual é a estratégia final? Qual é o objectivo deles, que é que pretendem conseguir?
O objectivo deles é eliminar o maior número possível de pessoas e receber por elas tanto dinheiro quanto possível. Mas creio que, desta vez, fizeram mal as contas. Já na reunião Bilderberg, em 14 e 15 de Maio de 2009, em Hellas (a palavra finlandesa para a Grécia), houve quase que uma cisão, quando debateram isto. Consigo imaginar que as pessoas, normalmente presentes, nem sempre estão de acordo com o plano do Sr. Kissinger de eliminar uma grande parte da população mundial. Por exemplo, ontem, o Governo da Finlândia tomou a decisão de alterar a lei – e isto é muito interessante. A gripe suína deixou de estar na lista das doenças graves e contagiosas! Isso significa que as pessoas terão de pagar elas próprias. Também é uma questão de dinheiro. Em minha opinião, é uma questão jurídica para os advogados. Mas ninguém pode ser obrigado a vacinar-se, se não se tratar de uma perigosa doença contagiosa! Certo? Acho que foram muito, muito espertos! Também acabo de ler do Instituto Faulk de Saúde da Noruega que o director disse que nunca quiseram obrigar ninguém a ser vacinado, mas que podem mandar vacinar-se se quiserem. Espero que ninguém se vacine, especialmente as crianças e as mulheres grávidas. Na realidade, ninguém.
* Mini-biografia:
A Drª Rauni-Leena Luukanen-Kilde nasceu em 1939, em Värtsilä (agora República da Karelia) e foi Médica-Chefe da Lapónia Finlandesa. Desde 1975 até 1986 ocupou esta posição até sofrer um “estranho acidente” com estranhas consequências. (…)
Publicou obras, onde revela que desde 1946 se estão a colocar pequenos eléctrodos em cabeças de bebés, sem o conhecimento dos seus pais, e chips desde 1974.
Verdade ou não, no resultado das suas pesquisas, sempre mostrou uma fé inabalável e convicção nas mesmas, e a coragem de denunciar o que se passa à nossa volta.
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Posted on 08 Outubro 2009.
O Jornal Nacional da TVI de 7 de Setembro transmitiu um conjunto de reportagens (que podem ser vistas no vídeo abaixo) sobre o alarmismo artificial que se tem construído em torno da pandemia de Gripe A – alarmismo esse para o qual, curiosamente, a TVI continua a contribuir. A estação de televisão entrevistou o Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral e o Director Geral de Saúde espanhol, especialistas para os quais a Gripe A é mais inofensiva que a gripe sazonal; refere os gigantescos lucros que as farmacêuticas estão a obter com esta gripe; e mostra uma jovem portuguesa de 26 anos que se curou com um vulgar medicamento antipirético (anti-febril).
TVI: Um dos homens que mais tem lidado com a Gripe A em Portugal é o Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral. Fernando Maltês afirma que a Gripe A vai matar menos gente do que uma simples gripe sazonal (gripe comum), que é mais inofensiva e trata-se, na maioria dos casos, com antipiréticos. O Director Geral de Saúde Espanhol é da mesma opinião. (…)
Numa altura em que o laboratório suíço Roche passa por dificuldades financeiras, com os lucros a caírem quase 30% na primeira metade deste ano, é caso para dizer que a Gripe não é Aviária, mas que caiu do céu.
Ajuda importante também para a Glaxo Smith Kline, o laboratório britânico a quem Portugal já encomendou seis milhões de doses da vacina contra a Gripe A, a 8 euros cada uma (48 milhões de euros), teve um ano difícil do ponto de vista financeiro. Eis senão quando, surge o tal vírus, H1N1, que deverá render, só ao laboratório britânico, cerca de dois mil milhões de euros, tendo em conta que as encomendas estão quase a atingir as trezentas milhões de doses.
O site Um Homem das Cidades também analisou esta reportagem da TVI
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Posted on 30 Setembro 2009.
Horas após Paulo Portas conseguir uma vitória histórica do CDS/PP nas legislativas, a investigação sobre o processo de aquisição dos dois submarinos U-214 em 2004 volta à tona de água. Segundo o Bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho Pinto, as buscas de ontem em escritórios de advogados «visam dar espectáculo, aliás estavam lá jornalistas à espera. (…) Isto é terrorismo judiciário.»
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