Israel encomendou mais dois modernos navios de guerra à Alemanha, cuja construção será paga por este país. Depois de construídos, serão equipados com sistemas de armas fornecidos pelos Estados Unidos.
Posted on 14 Novembro 2009.
Israel encomendou mais dois modernos navios de guerra à Alemanha, cuja construção será paga por este país. Depois de construídos, serão equipados com sistemas de armas fornecidos pelos Estados Unidos.
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Posted on 13 Novembro 2009.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita terá referido, em conversa com o Primeiro-ministro da Turquia, que Israel poderá utilizar armas nucleares contra a faixa de Gaza.
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Posted on 29 Outubro 2009.
Uma autoridade local em Israel anunciou estar a criar uma equipa especial de conselheiros de juventude e psicólogos, cuja tarefa será identificar raparigas judias que se relacionem com homens árabes e «resgatá-las».
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Posted on 23 Setembro 2009.
Uma interessante entrevista a Zbigniew Brzezinski, antigo conselheiro sobre a política internacional norte-americana: «A política do escudo anti-míssil apresentada por Bush era baseada numa tecnologia de defesa não existente, apontada a uma ameaça inexistente, designada para proteger os europeus ocidentais, que não pediram qualquer protecção; [No Afeganistão] estamos a resvalar para uma situação que começa a lembrar o que sucedeu aos soviéticos; [se os Israelitas se decidirem por um ataque ao Irão] temos que ser sérios quanto a negar-lhes esse direito. E isso significa uma verdadeira negação e não apenas palavras».
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Posted on 22 Setembro 2009.
SONAR – Movimentos sob a superfície
A recente reaproximação entre os EUA e a Federação Russa em consequência do “passo atrás” do Presidente Obama no planeado escudo anti-míssil suscitou novas considerações sobre uma possível integração da Rússia na Nato.
Os norte-americanos necessitam de manter a capacidade negocial com a Rússia que lhes permita exercer pressões que condicionem o apoio Russo ao Irão, factor que pesa na obsessão israelita de destruir, pela força, o poder militar Iraniano. No entanto, o fracasso da provocação recentemente experimentada na Geórgia, mostrou que a Rússia não está disposta a ser humilhada.
Uma reaproximação não significa que a Rússia queira ser integrada ou que a estrutura da Nato permita essa integração. Armamento e munições diferentes, estruturas de comando e controlo diferentes, uma barreira linguística significativa, transformariam a integração num terrível pesadelo. Mas os obstáculos mais significativos encontram-se na história recente.
Quando desapareceu o Pacto de Varsóvia a Nato perdeu a razão da sua existência. Ninguém parece ter dado por isso porque, entretanto, os EUA tinham adquirido a posição de potência hegemónica a quem convinha transformar uma antiga aliança defensiva em mais um braço armado do seu imperialismo. E assim se criaram cenários propícios à intervenção militar na região estratégica dos Balcãs, que teve como ponto alto os crimes de guerra da Nato contra os civis Sérvios e o esbulho do Kosovo, transformado em novo protectorado dos Estados Unidos.
Mas isso não satisfez a voracidade norte-americana. As dificuldades da ocupação do Iraque levaram-nos a empurrar a Nato para a ocupação do Afeganistão. Transformada de aliança defensiva em aliança agressiva, os aliados ficaram reduzidos à condição de fornecedores de carne para o canhão americano.
Uma aliança destas não pode interessar a um grande país, independente e com vocação para exercer o seu legítimo protagonismo no contexto mundial.
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Posted on 19 Setembro 2009.
Uma análise publicada recentemente concluiu que o apoio dos Estados Unidos da América a Israel tem custado aos contribuintes norte-americanos quase 3 triliões de dólares por ano.
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Posted on 19 Setembro 2009.
A Faixa de Gaza é o lar de uma das populações mais jovens do mundo, com uma idade média de 17,2 anos. Destes, cerca de 70% estão psicologicamente afectados pelos efeitos da ocupação israelita e com poucas perspectivas de recuperação. Com exposição repetida a traumas, qualquer progresso só pode ser temporário.
Leia o artigo na íntegra o artigo (em inglês) do Palestine Monitor
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