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Vacina dada às grávidas portuguesas foi considerada perigosa em vários países


Já são pelo menos três os bebés portugueses que morreram horas após as suas mães terem sido injectadas com a vacina contra a Gripe A. O governo e as autoridades de saúde portuguesas escondem o facto da vacina ter sido considerada perigosa em países como a Suiça, e nunca ter sido testada em grávidas nem em crianças. A OMS já confirmou casos da síndrome de Guillain-Barré provocados por esta vacina.

Foram até agora dados a conhecer pela comunicação social três casos de grávidas portuguesas que perderam os seus bebés após receberem a vacina contra a Gripe A utilizada no nosso país – a Pandemrix da farmacêutica GlaxoSmithKline.

Em todos os casos as autoridades de saúde responderam imediatamente que consideram não existir nenhuma relação entre as mortes e as vacinas, isto muito antes de saberem qualquer resultado das autópsias – resultados esses que não refutaram completamente essa relação. O discurso oficial continua a ser o de que não existe qualquer dado científico que mostre que a vacina é perigosa em grávidas, e que estes casos são todos «uma terrível coincidência». O facto, escondido dos portugueses, é que ela nunca foi testada em mulheres grávidas nem em jovens com menos de 18 anos. Não existem, portanto, dados científicos que mostrem que esta vacina é segura em grávidas e crianças. Mesmo assim o governo português iniciou a vacinação às grávidas e a todas as crianças, tendo já incluído esta vacina no Plano Nacional de Vacinação.

O vídeo acima mostra algumas reportagens da RTP sobre estes acontecimentos. Nelas é possível verificar que as duas primeiras grávidas que perderam os bebés sentiram-nos «mexer muito mais que o habitual» nas horas seguintes à inoculação da vacina, até eles deixarem de se mexer por completo. Não foi divulgado se a terceira mãe também sentiu movimentos anormais.

Fica claro que as autoridades de saúde considerarão qualquer complicação ocorrida após a inoculação da vacina Pandemrix como uma mera «coincidência» e irão recusar sempre qualquer responsabilidade. Aliás a comunicação social só difundiu casos ocorridos poucas horas ou dias depois da vacinação. Vários especialistas alertam para o facto desta vacina conter esqualeno, uma substância perigosa que já foi directamente associada a casos da síndrome da Guerra do Golfo e a uma enorme lista de doenças degenerativas (como a síndrome de Guillain-Barré); e timerosal, um conservante geralmente usado nas vacinas que vários estudos científicos indicam provocar lesões neurológicas similares às do autismo. Todas estas doenças podem surgir meses, anos ou décadas após a vacinação, sendo óbvio que as autoridades de saúde refutarão todas as responsabilidades. Como já noticiámos anteriormente, vários governos por todo o mundo garantem imunidade total às companhias farmacêuticas caso existam processos legais devido a mortes e lesões provocadas pela vacina.

Na Suíça as autoridades de saúde proibiram o uso da Pandemrix em grávidas, jovens com menos de 18 anos e adultos com mais de 60, justamente pelos receios em volta dos seus componentes perigosos e por não terem sido testadas nessas camadas etárias. Em Espanha (ver vídeo acima, aos 4:30 minutos), no Reino Unido e no Canadá as grávidas podem escolher ser vacinadas com outras vacinas sem componentes adjuvantes como o esqualeno. As grávidas francesas só receberão as que não contêm adjuvantes.

Em Outubro, a Organização Mundial de Saúde (OMS) chegou a desaconselhar o uso de vacinas com adjuvantes, como a Pandemrix, em mulheres grávidas (ver vídeo da Sky News em baixo). Neste momento a OMS admite já existirem casos da síndrome de Guillain-Barré provocados por vacinas contra a Gripe A (ver vídeo em cima, aos 4 minutos).

O ESCUDO.tv tem conhecimento que vários médicos portugueses têm desaconselhado aos seus pacientes a inoculação desta vacina, mesmo a doentes que foram considerados de risco.

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Três bebés morrem horas após mães receberem vacina


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França: novo caso de doença neurológica associada à vacina da gripe A


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Um caso «provável» da síndrome de Guillain-Barré, uma doença rara do sistema nervoso periférico, foi recentemente assinalado em França, após uma inoculação de uma vacina contra a gripe H1N1.

Leia na íntegra o artigo (em francês) do Le Figaro

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Grande parte dos médicos e enfermeiros portugueses recusa a vacina


Cerca de 45% dos profissionais de saúde e funcionários de instituições públicas considerados essenciais recusaram até agora levar a vacina contra a Gripe A. Esta rejeição generalizada levou o governo a alterar o plano de vacinação nacional.

Os números são oficiais: foram aplicadas apenas 30000 das 54000 doses da vacina contra a Gripe A disponíveis para a primeira fase de vacinação em Portugal. Esta fase começou a 26 de Outubro e era destinada aos profissionais de saúde, grávidas no segundo e terceiro trimestre de gravidez com patologias associadas, detentores de funções consideradas essenciais e titulares de órgãos de soberania.

A pouca adesão nesta primeira fase de vacinação levou o governo a antecipar a segunda fase, que estava prevista iniciar apenas em Janeiro de 2010. Esta é destinada aos profissionais de saúde não contemplados na primeira fase, doentes crónicos e grávidas saudáveis no segundo e terceiro trimestre de gravidez.

Durante as últimas semanas foi noticiado que vários médicos e enfermeiros portugueses iriam recusar esta vacina – a Pandemrix, fabricada pela companhia farmacêutica GlaxoSmithKline – por considerarem-na insegura. Foi também confirmado que esta vacina contém esqualeno, uma substância perigosa que já foi directamente associada a casos da síndrome da Guerra do Golfo e a uma enorme lista de doenças degenerativas; assim como timerosal, um conservante geralmente usado nas vacinas que vários estudos científicos indicam provocar lesões neurológicas similares às do autismo.

O vídeo disponibilizado acima contém um conjunto de reportagens emitidas na RTP nas últimas semanas sobre a recusa dos médicos e enfermeiros portugueses em serem inoculados com a vacina. Em baixo estão excertos de duas notícias relacionadas com esta polémica:

Jornal de Notícias
Numa ronda por vários sindicatos dos médicos e enfermeiros portugueses, o JN constatou que há opiniões diversas em relação à vacinação e que, a avaliar pelos depoimentos recolhidos, há muitos profissionais que não estão decididos a vacinar-se por terem dúvidas em relação à segurança e aos efeitos secundários da vacina.

Pilar Vicente, médica nos hospitais civis de Lisboa e dirigente do Sindicato dos Médicos da Zona Sul, garante que “a maior parte” dos médicos não quer ser vacinada e que até têm sido “desaconselhados por grande parte dos colegas que trabalham na área do medicamento”. A “desconfiança” dos médicos assenta no facto de a vacina ter sido concebida “à pressa” e na convicção de que “não foram corridos todos os passos e realizados todos os testes que são habituais na experimentação e na confirmação da sua segurança”.

A médica diz, inclusive, que já foram publicados em revistas médicas inglesas (cita o New England Journal of Medicine) artigos que dão conta de efeitos adversos relacionados com perturbações neurológicas e alterações do sistema nervoso periférico e central para justificar as “fortes desconfianças” da comunidade médica em relação à vacina.

A dirigente sindical compreende a decisão do Ministério da Saúde de incluir os médicos e enfermeiros no grupo prioritário de vacinação, mas entende que ninguém os pode obrigar a ser vacinados. Pilar Vicente acredita na responsabilidade individual de cada um deles e que, caso tenham sintomas da doença, “serão os primeiros a abster-se de ir para o serviço e a ficar em casa por precaução para não contaminarem ninguém”. (…)

Guadalupe Simões, presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, diz que a questão também preocupa os enfermeiros, que estão divididos em relação à vacinação. “Há algumas reservas”, diz, citando “estudos que suscitam dúvidas” em relação a efeitos contraditórios da vacina e recusando que os enfermeiros sejam obrigados a vacinar-se.

Correio da Manhã
franciscogeorgeA recusa de alguns médicos e enfermeiros em serem vacinados contra a gripe A está a potenciar a desconfiança dos portugueses na qualidade e segurança da vacina, admitiu o director-geral da Saúde, Francisco George (na imagem), no arranque da campanha de vacinação. (…)

Várias pessoas não confiam na vacina. Marisa, 30 anos, com uma gravidez de 30 semanas, salienta: ‘Não quero a vacina, pois os médicos, que sabem mais do que nós, não a querem tomar. Vou recusá-la.’ Isabel Matias, 40 anos, acrescenta: ‘Não há estudos suficientes. Não deixo o meu filho ser vacinado, que é asmático.’ Já Vera Silva, de 21 anos, espera para ver a reacção que a vacina provoca. (…)

TESTEMUNHOS
‘HÁ POUCA INFORMAÇÃO SOBRE EFEITOS ADVERSOS’: Vasco Noé Técnico do IDT
Tenho indicação para ser vacinado, mas não quero. Não há muita informação sobre os efeitos secundários que a vacina pode provocar e estranho não podermos fazer análises depois da vacina, porque os resultados podem não ser fiáveis.’

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Família portuguesa opta pela não vacinação


Cerca de 10 % dos portugueses estão fora do Programa Nacional de Vacinação, e alguns fazem-no por opção. O programa Sociedade Civil da RTP2 (emitido a 15 de Outubro de 2009) entrevistou uma mãe que, após um problema clínico com a sua primeira filha, seguiu a opinião de alguns médicos na Alemanha e optou por não vacinar os outros filhos (vídeo acima).

À semelhança do que acontece em todo o mundo ocidental, existe em Portugal um grupo crescente de pais que, após se informarem sobre os componentes das vacinas, escolhem não as dar aos seus filhos.

O mesmo programa relembra que em Portugal a vacinação não é obrigatória (vídeo abaixo):

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Bastonário dos Médicos recusa dizer se vai ser vacinado


gripea-3d94O bastonário da Ordem do Médicos, Pedro Nunes, recusou revelar se vai vacinar-se contra a gripe A. “Nunca respondo sobre matérias de natureza pessoal”, disse o responsável durante a apresentação da Fundação Portuguesa do Pulmão, em Lisboa, depois de afirmar que os médicos que não quiserem receber a vacina “não podem ser obrigados”.

‘Os médicos são cidadãos como os outros e, por conseguinte, não podem ser obrigados a fazer uma terapêutica se assim não o entenderem’, acrescentou.

Pedro Nunes sublinhou, contudo, que ‘não há nenhuma razão científica’ para não tomar a vacina. ‘Toda a evidência científica que possuímos é que a vacina é útil, sem riscos ou, pelo menos, com o risco normal de qualquer vacina’, disse.

Na qualidade de bastonário, referiu que não integra o grupo de cidadãos prioritários, nem como médico oftalmologista. Considerou, no entanto, que se estivesse entre os prioritários cederia o seu lugar a um doente.

Leia na íntegra o artigo do Correio da Manhã

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Governo quer registo de doentes que recusem vacina


i009641Se um doente recusar a vacina contra a gripe A a decisão vai ficar registada na sua ficha clínica. A orientação é dada pela Direcção-Geral de Saúde (DGS) na circular sobre a campanha de vacinação, que começa na segunda-feira. Assim, todos os doentes que cumpram os critérios e recusem receber a nova vacina vão ficar com essa referência na sua ficha clínica.

A subdirectora-geral da Saúde explica que se trata de um “acto de boa prática médica”, porque é uma informação relevante. Para o obstetra Luís Graça, o mais importante é que os médicos façam um esforço para transmitir a importância da imunização aos doentes, sobretudo às grávidas, que muitas vezes receiam ser vacinadas. “Cabe aos médicos tomar a iniciativa de propor de maneira veemente e explicar os benefícios da vacina”, argumenta.

Leia na íntegra o artigo do Diário de Notícias

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Gripe A: Estado português paga 68 milhões às farmacêuticas


gripetemcustosde740milhoesUma eventual pandemia de gripe A poderá custar ao País entre 490 e 740 milhões de euros. De acordo com um estudo efectuado pela consultora Deloitte, os impactos financeiros directos da gripe A para o Estado já ascendem a 67,5 milhões de euros: 45 milhões na compra de vacinas e 22,5 milhões na compra do Oseltamivir (Tamiflu). (…)

Muitas empresas que prestam serviços essenciais já identificaram os profissionais que consideram indispensáveis e que deverão ser vacinados prioritariamente contra a gripe A. (…)

440 milhões de doses da vacina contra a gripe A vendidas em todo o Mundo pela Glaxo SmithKline, das quais seis milhões são destinadas a Portugal. (…)

A PSP especificou que os elementos policiais que desempenham funções de atendimento ao público serão os primeiros a ser vacinados. O Ministério da Justiça revelou já ter definido os serviços mínimos em caso de pandemia e ter definido os grupos assinalados para vacinação.

Leia na íntegra o artigo do Correio da Manhã

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«O maior perigo não é a Gripe A, são as vacinas!»


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Diário de Notícias

Entre as muitas teorias que têm surgido sobre o novo vírus da gripe A (H1N1), a da Dra. Rauni Kilde, ex-directora clínica da província finlandesa da Lapónia, é inédita: defende que a OMS mente nas estatísticas que apresenta e que as “elites” estão concertadas para reduzir a população mundial a dois terços.

Numa entrevista que circula na Internet há algumas semanas (no vídeo mais abaixo), a médica Rauni Kilde (informações biográficas no fim da página), questionada sobre a gripe A, declara que a informação que existe sobre o novo vírus H1N1 é “autêntico lixo”. Kilde é peremptória: “Não é a gripe suína que é perigosa, são as vacinas”.

Numa entrevista de quase sete minutos, Kilde começa por dizer que a humanidade desconhece os efeitos dos alimentos transgénicos ou da utilização dos telemóveis na saúde, e que tudo se resume a uma estratégia concertada das “elites” para reduzir a população mundial a pelo menos dois terços ou “até em cinco mil milhões” de pessoas.

“Eliminar a próxima geração”

Segundo Rauni Kilde, “por detrás de tudo está a diminuição da população mundial” e o objectivo é “colocar milhões nos bolsos de quem difunde [as vacinas].

A médica fala em Donald Rumsfeld, que foi director da Gilead Sciences, Inc., a empresa detentora da patente do medicamento Tamiflu, e que tem sido apontado como detentor de acções da empresa.

Kilde acredita que as recomendações para vacinar primeiro grávidas e crianças têm como propósito “eliminar a próxima geração”.

A médica refere-se ainda à epidemia de uma variante da gripe suína que surgiu na década de 70, nos Estados Unidos da América, que envolveu uma grande campanha de vacinação. Kilde refere que os EUA “deixaram a vacinação após três semanas porque havia muita gente a morrer e com danos neurológicos” e que “se asseguraram de que as pessoas não são compensadas pelos danos sofridos”.

“Campanha de medo”

“Os Governos estão a lançar uma propaganda de medo nos ‘mass media’. Todos os media dizem que vai ser terrível. É propaganda e as pessoas assustam-se”, defende Rauni Kilde, sustentando ainda que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estará a obrigar as pessoas a serem vacinadas “à força” e que a organização só terá activado o alerta de uma pandemia de nível seis para esse efeito. “Vê-se em qualquer país do mundo: as pessoas não estão doentes”, declarou.

Rauni Kilde acredita ainda que a OMS divulga números “falsos” e que quem sai beneficiado desta “estratégia” são as grandes farmacêuticas.

Plano e recomendações do Ministério da Saúde Português

Sem olhar às teorias divulgadas, a OMS continua preocupada em avaliar a evolução do vírus e, em Portugal, a primeira fase de vacinação contra a gripe A começou a 26 de Outubro com 54 mil doses disponíveis. As doses serão administradas a um número restrito de pessoas dentro do grupo A de vacinação contra a gripe, o primeiro de três identificados pelas autoridades.

Nesta primeira fase de vacinação são considerados prioritários os profissionais de saúde, grávidas nos segundo e terceiro trimestres de gestação com patologia associada e titulares de órgãos de soberania e profissionais que desempenhem funções consideradas essenciais para o funcionamento do país.

As vacinas, explicou a ministra da Saúde Ana Jorge, vão chegar a Portugal quinzenalmente e estas primeiras 54 mil doses serão distribuídas pelas cinco regiões de saúde, sendo esperado que até chegar um novo lote de vacinas estas estejam já todas ministradas.

O Ministério da Saúde e a Direcção-Geral da Saúde definiram que estes grupos-alvo de vacinação correspondem a 30 por cento da população.

Segundo a ministra, as estimativas apontam para vacinação de 360 mil pessoas no grupo A, um milhão no B e os restantes no C, até perfazer três milhões. A vacinação de todo o grupo A há deverá demorar mais de um mês.

Portugal adquiriu seis milhões de doses de vacina contra a gripe A (H1N1) para a vacinação de três milhões de pessoas.

Cada pessoa deverá levar duas doses da vacina, sendo a segunda administrada com um intervalo mínimo de três semanas.

Em relação aos órgãos de soberania, Ana Jorge não especificou quem é considerado imprescindível, mas já no que respeita aos profissionais de saúde a ministra referiu que podem ser, por exemplo, os profissionais dos cuidados intensivos, os que desenvolvem uma técnica única que mais ninguém faz, assim como os que garantem o funcionamento da Linha Saúde 24. (…)

— Fim da transcrição da notícia do Diário de Notícias

VÍDEO: Entrevista de Rauni Kilde (legendada em português, com transcrição em abaixo)

O Projecto Grifo destaca esta entrevista e publica a sua transcrição em português:

Uma médica corajosa denuncia!
Entrevista com a ex-”Ministra da Saúde” da Finlândia, Dr.ª RAUNI KILDE *

Isso tem a ver com o que a União Europeia nos quer impor?

Bem, são os americanos que estão a impô-lo, as empresas americanas com alimentos geneticamente modificados e coisas assim, e não sabemos, ninguém sabe o que vai acontecer porque estão a fazer experiências a longo prazo. Não sabemos o que vai acontecer dentro de 1 ano ou dentro de 20 anos, tal como não sabemos – aliás, começamos a descobrir – o que vai acontecer com os telemóveis daqui a 20 anos. Estes provocam tumores no cérebro, cegueira, surdez e cancro. Isso é algo totalmente conhecido. Mas são experiências a longo prazo.

Em sua opinião, as frequências nesses aparelhos estão especificamente seleccionadas para fazerem experiências connosco? Acha que estão a alterar a espécie, que pretendem modificar-nos, ou matar-nos?

Estão a tornar-nos muito doentes, e como – segundo li algures – o objectivo da ‘elite’ (se é que posso usar essa palavra) é reduzir a população do Planeta Terra, pelo menos, em dois terços, talvez até em 5 mil milhões, o que é muito, muito, muito negativo! (ver também: American Guidestones ou Os Dez Mandamentos Insectóides)

Pode falar-nos um pouco dessa nova doença que está a surgir?

Da gripe suína? Não passa de uma aldrabice. É mesmo uma aldrabice! Não é a gripe suína que é perigosa, são as vacinas! Parece que não é apenas suíno. É vírus humano misturado com vírus suíno e vírus aviário. É muito tóxico. Por detrás de tudo está o propósito de reduzir a população mundial e meter biliões e biliões e biliões de dólares na algibeira dos que a produziram. Rumsfeld é um dos donos de um dos grandes laboratórios farmacêuticos. Dado que querem reduzir o número da população mundial, começaram a dizer que as crianças e as mulheres grávidas tinham prioridade. É para eliminar a próxima geração.

A senhora tem alertado certos governos quanto ao assunto?

Governos, não. Mas enviei informações para a Finlândia. Não creio que vá resultar porque até a OMS… (Organização Mundial da Saúde)

Já tinham tentado nos fins dos anos 70.

Sim, em 76, houve um surto de gripe suína, nos Estados Unidos. Após três semanas, suspenderam as vacinações por tantas pessoas terem morrido, ou por terem apanhado a síndrome Guillian-Barré. O seu sistema neurológico ficou destruído. Agora, após um pequeno ajuste, estão a fazer a mesma coisa. Antes disso, asseguraram-se, nos Estados Unidos, de que as pessoas não receberão indemnizações pelos danos causados à sua saúde. Previamente, em 1976, foram obrigados a pagar grandes quantias. Conforme sabe, nos Estados Unidos, quando destroem a saúde de alguém, as indemnizações são muito elevadas. Agora têm uma lei que diz que estas empresas não são responsáveis. Não têm de pagar qualquer indemnização, nem que a pessoa morra ou fique enferma para o resto da vida. Portanto, pensaram em tudo.

Podem envenenar-nos e matar-nos, e ficam impunes.

É verdade!

Como é isso possível? Como é possível que tantos governos permitam que isso aconteça?

Eles não estão a permiti-lo ainda. Por enquanto, ninguém fez nada. Estão apenas a levar a cabo um programa de incutir medo, na comunicação social. Estão todos a dizer ‘Vai ser terrível’. Trata-se de uma propaganda de medo, medo, medo. As pessoas ficam com medo porque não sabem! A OMS decretou que todos terão de ser vacinados compulsivamente. À força. Antigamente, a OMS não tinha capacidade para forçar nenhum governo. Fazia apenas uma recomendação. Se bem me lembro, foi em 97/98 ou 94 que assinaram uma declaração a dizer que, em caso de uma pandemia grave, dariam ordem para tal.

No início de Junho, a OMS disse que a pandemia de grau 6 era a mais grave. Visite qualquer país, as pessoas não estão doentes. Não há milhares de pessoas com gripe suína. Tudo isto serviu para preparar os governos a obrigar as pessoas a serem vacinadas à força! Mas não creio que vá resultar.

Acha que as figuras públicas da OMS são, na realidade, falsas?

São! Claro que são! Mas há que perguntar sempre: Quem beneficia com isto? Quem beneficia? Em minha opinião, foram obrigados a fazer isto. Por quem? Pelas grandes empresas farmacêuticas. Como sabe, os grandes laboratórios farmacêuticos lidam com a população mundial e com dinheiro mundial. Com biliões.

Então, em sua opinião, qual é a estratégia final? Qual é o objectivo deles, que é que pretendem conseguir?

O objectivo deles é eliminar o maior número possível de pessoas e receber por elas tanto dinheiro quanto possível. Mas creio que, desta vez, fizeram mal as contas. Já na reunião Bilderberg, em 14 e 15 de Maio de 2009, em Hellas (a palavra finlandesa para a Grécia), houve quase que uma cisão, quando debateram isto. Consigo imaginar que as pessoas, normalmente presentes, nem sempre estão de acordo com o plano do Sr. Kissinger de eliminar uma grande parte da população mundial. Por exemplo, ontem, o Governo da Finlândia tomou a decisão de alterar a lei – e isto é muito interessante. A gripe suína deixou de estar na lista das doenças graves e contagiosas! Isso significa que as pessoas terão de pagar elas próprias. Também é uma questão de dinheiro. Em minha opinião, é uma questão jurídica para os advogados. Mas ninguém pode ser obrigado a vacinar-se, se não se tratar de uma perigosa doença contagiosa! Certo? Acho que foram muito, muito espertos! Também acabo de ler do Instituto Faulk de Saúde da Noruega que o director disse que nunca quiseram obrigar ninguém a ser vacinado, mas que podem mandar vacinar-se se quiserem. Espero que ninguém se vacine, especialmente as crianças e as mulheres grávidas. Na realidade, ninguém.

* Mini-biografia:
A Drª Rauni-Leena Luukanen-Kilde nasceu em 1939, em Värtsilä (agora República da Karelia) e foi Médica-Chefe da Lapónia Finlandesa. Desde 1975 até 1986 ocupou esta posição até sofrer um “estranho acidente” com estranhas consequências. (…)

Publicou obras, onde revela que desde 1946 se estão a colocar pequenos eléctrodos em cabeças de bebés, sem o conhecimento dos seus pais, e chips desde 1974.

Verdade ou não, no resultado das suas pesquisas, sempre mostrou uma fé inabalável e convicção nas mesmas, e a coragem de denunciar o que se passa à nossa volta.

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Mulher de 25 anos fica incapacitada após levar vacina contra a gripe


Uma mulher saudável de 25 anos começou a ficar debilitada dias após levar a vacina contra a gripe sazonal. Dois meses depois esta norte-americana mal consegue falar ou andar, e vários médicos confirmam que a incapacidade foi provocada pela vacina.

Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
16 de Outubro de 2009

Vários médicos confirmaram que uma mulher do estado norte-americano da Virgínia ficou gravemente incapacitada devido à vacina contra a gripe sazonal. Os actores de Hollywood Jim Carrey e Jenny McCarthy ofereceram apoio através da Generation Rescue, uma organização sem fins lucrativos destinada a tornar pública a relação entre as vacinas e o autismo.

Desiree Jennings (no vídeo acima) era uma jovem de 25 anos perfeitamente saudável e líder da claque dos Washington Redskins (uma equipa de futebol americano) até há dois meses atrás, quando foi inoculada com uma vacina contra a gripe sazonal.

Dez dias depois de levar a vacina começou a sentir sintomas de gripe, seguido de fortes convulsões e desmaios.

Agora mal pode falar ou andar e a sua vida ficou destruída.

Após ser consultada por 60 médicos, Jennings foi diagnosticada com distonia, uma doença neurológica incapacitante que provoca espasmos e contracções musculares involuntárias.

Ao contrário do que seria normal, o exercício físico faz diminuir a sua actividade cardíaca, conseguindo correr durante horas. No entanto, quando se encontra em repouso os seus batimentos cardíacos mantêm-se sempre acima das 90 pulsações por minuto, e o simples acto de caminhar alguns passos torna-se exaustivo e quase impossível. Não existe cura conhecida para a doença e piora diariamente.

«Médicos nos Hospitais de Fairfax Inova e Johns Hopkins diagnosticaram-lhe uma rara doença neurológica chamada distonia. Eles consideram ser uma forte reacção à vacina contra a gripe», noticiou o canal televisivo norte-americano Fox 5 News.

«Agora a Desiree tem dificuldade em falar, caminhar e mesmo comer. Durante uma entrevista à FOX 5 ela teve várias convulsões. Os efeitos são irreversíveis.»

No entanto, Jennings está determinada a combater a doença e o seu caso despertou a atenção de activistas célebres como Jim Carrey e Jenny McCarthy, que lhe ofereceram apoio através da sua organização Generation Rescue. Esta organização tem lançado campanhas para «limparem as vacinas», removendo componentes perigosos como o mercúrio, que já foi directamente relacionado ao aparecimento de casos de autismo.

«Eles deram uma enorme ajuda», afirmou Desiree à Fox 5 News. «Têm muitos médicos habituados a lidar com problemas provocados por vacinas, e têm muitas histórias como a minha. Infelizmente, muitos dos casos são com crianças, o que é ainda pior. Eu consigo compreender que isto aconteça a um adulto, mas uma criança pequena não teve ainda a oportunidade de viver e não pode falar. Eu quero falar por elas e ajudá-las também», disse Jennings.

McCarthy foi desafiada a fundar a organização com Carrey depois do seu próprio filho de 7 anos, Evan, tornar-se autista após receber uma vacina. Stan Kurtz, presidente da Generation Rescue, declarou que a organização pretende oferecer tratamentos a Jennings em Los Angeles.

«O caso é – como podem ver – tão trágico que comoveu a Jenny», disse Kurtz.

Jennings disse à FOX 5 que o tratamento seria uma oportunidade de recuperar parte da sua vida, mas sublinhou que o que lhe aconteceu a ela serve de aviso às pessoas que estão a pensar levar a vacina contra a gripe sazonal ou contra a gripe A.


NOTA DO ESCUDO.tv: Em Portugal, que tenhamos conhecimento, este caso só foi noticiado pelo Correio da Manhã.

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