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	<title>ESCUDO.tv &#187; GNR</title>
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	<description>Informação alternativa</description>
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		<title>GNR prepara uma revolta?</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 03:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escudo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[GNR]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução]]></category>

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		<description><![CDATA[O Diário de Notícias revela que os oficiais da Guarda Nacional Republicana estão de paciência esgotada e organizam reuniões secretas: «O novo estatuto aprovado pelo Governo impede-os de progredir na carreira. Planeiam protestos. Chamam-lhe 'uma revolução'».]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1395539" target="_blank"><em><span style="color: #0000ff;"><strong>Diário de Notícias</strong></span></em></a><a href="http://www.escudo.tv/arsenal/2009/10/GNR-170.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-532" title="GNR 170" src="http://www.escudo.tv/arsenal/2009/10/GNR-170.jpg" alt="GNR 170" width="342" height="247" /></a></p>
<p>Os cerca de 400 oficiais da <strong>GNR</strong>, formados na Academia Militar, estão a preparar a mais dura e ameaçadora &#8220;revolta&#8221; de que há memória nesta força de segurança. Os alvos são o Governo e o comandante-geral da GNR, general Nélson Santos.</p>
<p>O primeiro porque aprovou um estatuto que bloqueia o acesso destes oficiais ao quadro de oficiais generais (ver texto em baixo), mantendo o Exército em posições de comando de uma força de segurança, situação inédita em toda a Europa. Nélson Santos por entender que, sendo oficial do Exército, não intercedeu por eles na discussão do novo estatuto que saiu em Diário da República, na semana passada.</p>
<p>Quando leram o estatuto publicado e perceberam que nenhuma das suas sugestões tinha sido acatada, de imediato foram desencadeadas, quer na blogosfera quer em reuniões, debates sobre os passos que deviam ser dados.</p>
<p><em>&#8220;A paciência tem limites&#8217;</em>, escreve um dos dinamizadores das acções de protesto num blog de acesso reservado criado há uma semana só para estes oficiais trocarem ideias. <em>&#8220;Está na hora de arregaçarmos as mangas. Está na hora de fazermos a nossa &#8216;Revolução&#8217;, de mostrarmos o nosso descontentamento e dos militares que temos sob o nosso comando&#8221;</em>, avisa este oficial.</p>
<p>Nas últimas semanas, representantes dos 14 cursos de oficiais da academia organizaram várias reuniões secretas, quase todas em instalações das Forças Armadas, nas &#8220;barbas&#8221; do &#8220;inimigo&#8221;. Em média, estiveram presentes meia centena de oficiais em cada encontro, em representação de cada ano de curso ou das suas unidades. Têm de manter anonimato porque a sua condição militar não lhes permite contestações profissionais, a não ser que sejam dirigentes associativos.</p>
<p>Por isso mesmo, uma das iniciativas que está a avançar é formar uma nova associação profissional, que defenda os interesses dos oficiais da academia. Mas esta é, apesar de ser um passo de grande significado institucional, a menos radical das iniciativas que estão em cima da mesa.</p>
<p>Os oficiais pretendem, por exemplo impugnar judicialmente o novo estatuto, alegando que não foi ouvido o Conselho Superior da Guarda, órgão que reúne representantes de todos os postos e associações profissionais. Mais extremadas são as acções que, segundo fontes das reuniões, podem <em>&#8220;sem violar a lei, prejudicar seriamente o funcionamento da GNR e do País&#8221;</em>. Entre elas, cumprir <em>&#8220;apenas o horário de referência; não haver voluntários para as missões internacionais, ou desencadear operações de fiscalização em simultâneo em todos os comandos&#8221;</em>.</p>
<p>Os ânimos estiveram acesos e os ecos chegaram a José Manageiro, presidente da Associação de Profissionais : <em>&#8220;A GNR está em brasa. Nunca vi nada assim nos meus anos de dirigente associativo. Os nossos comandantes estão revoltados e isso tem uma força e um impacto difíceis de prever.&#8221;</em></p>
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