Em consequência das ameaças de sanções contra o Irão proferidas por políticos dos Estados Unidos da América e pelos seus aliados, este país começou a importar combustível da China.
Posted on 25 Setembro 2009.
Em consequência das ameaças de sanções contra o Irão proferidas por políticos dos Estados Unidos da América e pelos seus aliados, este país começou a importar combustível da China.
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Posted on 23 Setembro 2009.
Uma interessante entrevista a Zbigniew Brzezinski, antigo conselheiro sobre a política internacional norte-americana: «A política do escudo anti-míssil apresentada por Bush era baseada numa tecnologia de defesa não existente, apontada a uma ameaça inexistente, designada para proteger os europeus ocidentais, que não pediram qualquer protecção; [No Afeganistão] estamos a resvalar para uma situação que começa a lembrar o que sucedeu aos soviéticos; [se os Israelitas se decidirem por um ataque ao Irão] temos que ser sérios quanto a negar-lhes esse direito. E isso significa uma verdadeira negação e não apenas palavras».
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Posted on 23 Setembro 2009.
O principal comandante militar no Afeganistão adverte, numa avaliação confidencial da guerra, que precisa de tropas adicionais no próximo ano ou então o conflito «provavelmente resultará em fracasso».
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Posted on 22 Setembro 2009.
SONAR – Movimentos sob a superfície
A recente reaproximação entre os EUA e a Federação Russa em consequência do “passo atrás” do Presidente Obama no planeado escudo anti-míssil suscitou novas considerações sobre uma possível integração da Rússia na Nato.
Os norte-americanos necessitam de manter a capacidade negocial com a Rússia que lhes permita exercer pressões que condicionem o apoio Russo ao Irão, factor que pesa na obsessão israelita de destruir, pela força, o poder militar Iraniano. No entanto, o fracasso da provocação recentemente experimentada na Geórgia, mostrou que a Rússia não está disposta a ser humilhada.
Uma reaproximação não significa que a Rússia queira ser integrada ou que a estrutura da Nato permita essa integração. Armamento e munições diferentes, estruturas de comando e controlo diferentes, uma barreira linguística significativa, transformariam a integração num terrível pesadelo. Mas os obstáculos mais significativos encontram-se na história recente.
Quando desapareceu o Pacto de Varsóvia a Nato perdeu a razão da sua existência. Ninguém parece ter dado por isso porque, entretanto, os EUA tinham adquirido a posição de potência hegemónica a quem convinha transformar uma antiga aliança defensiva em mais um braço armado do seu imperialismo. E assim se criaram cenários propícios à intervenção militar na região estratégica dos Balcãs, que teve como ponto alto os crimes de guerra da Nato contra os civis Sérvios e o esbulho do Kosovo, transformado em novo protectorado dos Estados Unidos.
Mas isso não satisfez a voracidade norte-americana. As dificuldades da ocupação do Iraque levaram-nos a empurrar a Nato para a ocupação do Afeganistão. Transformada de aliança defensiva em aliança agressiva, os aliados ficaram reduzidos à condição de fornecedores de carne para o canhão americano.
Uma aliança destas não pode interessar a um grande país, independente e com vocação para exercer o seu legítimo protagonismo no contexto mundial.
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Posted on 20 Setembro 2009.
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Um artigo publicado no jornal Correio da Manhã a 17 de Setembro refere a possibilidade da vacina contra a Gripe A poder «provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte».
A notícia contém alguns dos factos divulgados duas semanas antes aqui no ESCUDO.tv, com este artigo da PrisonPlanet: Neurologistas são avisados para procurarem doença do sistema nervoso em pacientes inoculados com a vacina da Gripe A
No Jornal da Tarde transmitido pela RTP a 18 de Setembro também foi referido o receio da vacina poder provocar a síndrome de Guillain-Barré (ver vídeo em baixo).
Ambas as notícias do CM e da RTP referem igualmente o facto de ter existido uma vacina muito semelhante à actual no surto epidémico de gripe suína de 1976 nos Estados Unidos da América, vacina essa que provocou muitos mais mortos que a própria gripe.
Este é um excerto do artigo do Correio da Manhã (pode ser lido na íntegra aqui):
A nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte.
O alerta parte do Governo britânico que, através da Agência de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), entidade que supervisiona a saúde pública, enviou uma carta confidencial aos neurologistas a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças .
A missiva dá conta de que os neurologistas devem estar alerta para um aumento do número de casos de distúrbios cerebrais com a síndrome Guillain-Barré, que podem ser desencadeados pela vacina. Aquela síndrome ataca o sistema nervoso, causando paralisia e incapacidade respiratória, o que pode ser fatal.
O documento confidencial foi enviado a 600 neurologistas britânicos a 29 de Julho e é o primeiro sinal de que há preocupação ao mais alto nível sobre as possíveis complicações muito graves decorrentes da vacina .
A carta refere ainda o uso de uma vacina semelhante nos Estados Unidos, em 1976, quando morreram mais pessoas devido à vacinação do que devido à gripe. Além disso, 500 casos da síndrome foram detectados e concluiu-se que a vacina pode ter aumentado o risco da doença em oito vezes. A vacina foi retirada ao fim de dez semanas, quando foi estabelecida uma ligação clara com a síndrome. Por fim, o governo americano foi obrigado a pagar milhões de dólares de indemnização às pessoas afectadas.
Questionado pelo CM sobre os efeitos adversos da vacina, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Rêgo, admitiu as consequências: “Essa situação é muito bem conhecida da classe médica.” Adiantou, porém, que quase todas as vacinas e as infecções podem causar essa síndrome, mas o aparecimento destes casos são raros. Contudo, disse, “as vacinas não estão isentas de riscos.”
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Posted on 20 Setembro 2009.
O público norte-americano está obrigado a pagar a corrupção do sistema financeiro, suportando as perdas e permitindo a sobrevivência da banca. A Reserva Federal, de propriedade privada, não permite a inspecção da sua actividade, por isso é possível pensar que esta continua a pagar os produtos financeiros sem valor. Trata-se de um segredo de Estado.
Leia na íntegra o artigo (em inglês) do The International Forecaster
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Posted on 19 Setembro 2009.
Uma análise publicada recentemente concluiu que o apoio dos Estados Unidos da América a Israel tem custado aos contribuintes norte-americanos quase 3 triliões de dólares por ano.
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Posted on 11 Setembro 2009.
«Parte do governo e do congresso norte-americano mentiu sobre os acontecimentos de 11 de Setembro de 2001. Mentiras com as quais criaram a guerra no Iraque e a guerra no Afeganistão que está actualmente a decorrer», afirmou hoje Giulietto Chiesa – eurodeputado italiano entre 2004 e 2009 – à Russia Today. Entre vários aspectos, Chiesa referiu o facto – confirmado pelo FBI – que várias das chamadas de telemóvel alegadamente efectuadas a partir dos aviões desviados a 11 de Setembro, descritas no relatório da comissão oficial de investigação, nunca aconteceram na realidade. Essas falsas chamadas são um dos principais suportes da versão oficial dos atentados ocorridos há oito anos atrás.
Este vídeo inclui uma reportagem sobre o número de norte-americanos que se afirmam cépticos em relação à versão oficial e exigem uma nova investigação dos acontecimentos, número esse que cresce ano após ano; assim como uma entrevista com William Rodriguez, que trabalhava na manutenção das Torres Gémeas e afirma ter visto, nesse dia fatídico, várias explosões dentro das torres antes do impacto dos aviões.
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Posted on 11 Setembro 2009.
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Posted on 10 Setembro 2009.
Relatório delineia uma nova ordem económica para o planeta com uma concentração de poderes muito maior.
Steve Watson
Infowars.net
7 de Setembro de 2009
A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu a fundação de uma nova moeda mundial gerida por um banco mundial num esforço para reduzir o papel do dólar no comércio internacional.
Os detalhes desta proposta foram apresentados num relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). O relatório também defende que o novo banco global seja o responsável pela gestão desta moeda e das taxas de câmbio nos estados que integram a ONU.
«Uma estrutura multilateral de gestão das taxas de câmbio é a melhor forma de atingir um modelo estável de câmbios», afirmou Heiner Flassbeck, co-autor do relatório e director da UNCTAD, à Bloomberg News.
«É necessária uma iniciativa equivalente ao Sistema Bretton Woods ou ao Sistema Monetário Europeu», disse Flassbeck.
Ele também acrescentou que o apoio da ONU aos Direitos Especiais de Saque (Special Drawing Rights), uma forma de activo financeiro internacional criado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em 1970 que esteve adormecido até ao início deste ano, não será suficiente para «proteger os mercados emergentes».
Esta última defesa de uma nova moeda mundial por parte da ONU repercute os anteriores esforços do organismo global para iniciar conversações com vista à mudança do dólar.
Entretanto, um influente legislador chinês criticou a política da Reserva Federal norte-americana de imprimir moeda para comprar dívidas do Tesouro, avisando que pode desencadear uma queda súbita do dólar, obrigando a China a repensar a sua política de reserva estrangeira.
No início deste ano, a China manifestou apoio à proposta da Rússia para a criação de uma nova moeda mundial supra-nacional, substituindo o dólar como a moeda de reserva mundial.
Outras figuras da elite como o presidente francês Nicolas Sarkozy, a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro britânico Gordon Brown, o secretário britânico dos Negócios e membro de topo do Bilderberg Peter Mandelson e figuras da União Europeia como Joaquin Almunia, apenas para nomear alguns, pediram todos uma nova ordem económica mundial com uma concentração de poderes muito maior.
Tal como a imprensa alternativa tem alertado nos últimos anos, esta introdução de uma nova moeda mundial é uma etapa decisiva na criação de um governo mundial com um poder muito maior, concentrado em muito menos mãos.
Um banco central mundial irá estabelecer uma tirania financeira, que controlará todas as economias de todos os países do planeta sem qualquer tipo de responsabilização.
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