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Brzezinski: «Temos de impedir ataque ao Irão»


zbigniew_brzezinskiUma interessante entrevista a Zbigniew Brzezinski, antigo conselheiro sobre a política internacional norte-americana: «A política do escudo anti-míssil apresentada por Bush era baseada numa tecnologia de defesa não existente, apontada a uma ameaça inexistente, designada para proteger os europeus ocidentais, que não pediram qualquer protecção; [No Afeganistão] estamos a resvalar para uma situação que começa a lembrar o que sucedeu aos soviéticos; [se os Israelitas se decidirem por um ataque ao Irão] temos que ser sérios quanto a negar-lhes esse direito. E isso significa uma verdadeira negação e não apenas palavras».

Leia na íntegra o artigo do The Daily Beast

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A Rússia e a Nato


sonarSONAR – Movimentos sob a superfície

A recente reaproximação entre os EUA e a Federação Russa em consequência do “passo atrás” do Presidente Obama no planeado escudo anti-míssil suscitou novas considerações sobre uma possível integração da Rússia na Nato.

Os norte-americanos necessitam de manter a capacidade negocial com a Rússia que lhes permita exercer pressões que condicionem o apoio Russo ao Irão, factor que pesa na obsessão israelita de destruir, pela força, o poder militar Iraniano. No entanto, o fracasso da provocação recentemente experimentada na Geórgia, mostrou que a Rússia não está disposta a ser humilhada.

Uma reaproximação não significa que a Rússia queira ser integrada ou que a estrutura da Nato permita essa integração. Armamento e munições diferentes, estruturas de comando e controlo diferentes, uma barreira linguística significativa, transformariam a integração num terrível pesadelo. Mas os obstáculos mais significativos encontram-se na história recente.

Quando desapareceu o Pacto de Varsóvia a Nato perdeu a razão da sua existência. Ninguém parece ter dado por isso porque, entretanto, os EUA tinham adquirido a posição de potência hegemónica a quem convinha transformar uma antiga aliança defensiva em mais um braço armado do seu imperialismo. E assim se criaram cenários propícios à intervenção militar na região estratégica dos Balcãs, que teve como ponto alto os crimes de guerra da Nato contra os civis Sérvios e o esbulho do Kosovo, transformado em novo protectorado dos Estados Unidos.

Mas isso não satisfez a voracidade norte-americana. As dificuldades da ocupação do Iraque levaram-nos a empurrar a Nato para a ocupação do Afeganistão. Transformada de aliança defensiva em aliança agressiva, os aliados ficaram reduzidos à condição de fornecedores de carne para o canhão americano.

Uma aliança destas não pode interessar a um grande país, independente e com vocação para exercer o seu legítimo protagonismo no contexto mundial.

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Charlie Sheen desafia Obama para nova investigação ao 11 de Setembro


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Especialista russo acredita que o fim dos EUA está próximo


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Especialista russo acredita que o colapso dos EUA pode começar em breve


Igor Panarin diz que Obama não está a fazer nada para prevenir a desintegração

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Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
1 de Setembro de 2009

O Professor russo Igor Panarin acredita que os acontecimentos actuais confirmam a sua dramática previsão realizada há mais de 10 anos atrás, segundo a qual os Estados Unidos da América irão desmoronar-se totalmente como a União Soviética antes do fim de 2010, e avisa que o caos poderá começar daqui a dois meses.

Panarin, doutor em Ciência Política e professor na Academia Diplomática Russa do Ministério dos Negócios Estrangeiros Russo, disse aos jornalistas durante o lançamento do seu novo livro The Crash of America, a 31 de Agosto, que o presidente dos EUA Barack Obama não fez nada para prevenir a grave crise que se aproxima rapidamente e que pode emergir em Novembro.

«Obama é o ‘presidente da esperança’, mas daqui a um ano não haverá nenhuma esperança», afirmou Panarin. «Ele é praticamente outro Gorbachev – gosta de falar mas na realidade não concretizou nada. Ao menos Gorbachev foi secretário-geral do Partido Comunista, enquanto Obama foi apenas um trabalhador social. A sua mentalidade é totalmente diferente. Ele parece ser boa pessoa e tem boa oratória – mas não é um líder e vai levar a América ao fundo. Quando os americanos perceberem isso – vai ser como uma bomba.»

Desde 1998 que Panarin tem alertado para a futura desintegração dos EUA e para o colapso do dólar. De acordo com ele, a recente vitória do Partido Democrata nipónico no Japão é outro sinal que o colapso económico dos EUA está iminente.

«Hoje recebi outra confirmação de que o colapso do dólar e dos EUA é inevitável. O Partido Democrático do Japão ganhou as eleições, e gostaria de vos relembrar que o seu líder [Yukio Hatoyama] tem nos seus planos económicos a rejeição do dólar. Por outras palavras, ele pretende transferir as reservas monetárias do Japão de dólares norte-americanos para outra moeda. Esta mudança vai acelerar seriamente a descida do dólar, já a partir de Novembro. A desintegração ocorrerá pouco depois», disse o especialista russo, acrescentando que no próximo ano a China também vai rejeitar o dólar, e a Rússia começará a vender gás e petróleo em rublos.

Panarin afirmou em declarações anteriores que o dólar poderia ser eventualmente substituído por «uma nova unidade monetária, como o Amero», referindo-se ao tratado de Segurança e Prosperidade entre os EUA, o Canadá e o México.

Ele prevê a divisão dos EUA em seis partes diferentes, um pouco à semelhança das linhas traçadas durante a guerra civil norte-americana de 1865: «A costa do Pacífico, com a sua crescente população chinesa; o Sul, com os hispânicos; o Texas, onde os movimentos pela independência estão a aumentar; a costa do Atlântico, com sua mentalidade distinta; cinco dos estados centrais mais pobres com a sua grande população nativo-americana; e os estados do norte, onde a influência do Canadá é forte», de acordo com Panarin.

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A longo prazo, Panarin prevê que os estados separatistas possam eventualmente ser controlados pela União Europeia, Canadá, China, México, Japão e Rússia, com a América a deixar de existir por completo, tal como apresentado na ilustração acima.

Panarin culpa o colapso numa «elite que implementa uma política absurda e agressiva com vista a criar conflitos em todo o planeta» e avisa que o aumento da venda de armas nos EUA é um sinal que a população está a preparar-se para o «caos» no período posterior à bancarrota financeira total.

«Na minha opinião, a probabilidade dos EUA deixarem de existir até Junho de 2010 excede os 50%. Nesta altura, o dever das grandes potências mundiais é prevenir o caos nos EUA», concluiu Panarin.

Veja em baixo um excerto do Russia Today:

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