Dois dos arguidos do processo Freeport revelaram existir um outro primo de José Sócrates envolvido no negócio. José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo direito do actual primeiro-ministro, será, segundo esses dois arguidos, o homem mencionado em e-mails apreendidos pela polícia judiciária como «o gordo» ou «Bernardo» – nomes de código utilizados por diversas vezes por Charles Smith e outros intervenientes no negócio.
Um artigo publicado no jornal Correio da Manhã a 17 de Setembro refere a possibilidade da vacina contra a Gripe A poder «provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte».
No Jornal da Tarde transmitido pela RTP a 18 de Setembro também foi referido o receio da vacina poder provocar a síndrome de Guillain-Barré (ver vídeo em baixo).
Ambas as notícias do CM e da RTP referem igualmente o facto de ter existido uma vacina muito semelhante à actual no surto epidémico de gripe suína de 1976 nos Estados Unidos da América, vacina essa que provocou muitos mais mortos que a própria gripe.
A nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte.
O alerta parte do Governo britânico que, através da Agência de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), entidade que supervisiona a saúde pública, enviou uma carta confidencial aos neurologistas a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças .
A missiva dá conta de que os neurologistas devem estar alerta para um aumento do número de casos de distúrbios cerebrais com a síndrome Guillain-Barré, que podem ser desencadeados pela vacina. Aquela síndrome ataca o sistema nervoso, causando paralisia e incapacidade respiratória, o que pode ser fatal.
O documento confidencial foi enviado a 600 neurologistas britânicos a 29 de Julho e é o primeiro sinal de que há preocupação ao mais alto nível sobre as possíveis complicações muito graves decorrentes da vacina .
A carta refere ainda o uso de uma vacina semelhante nos Estados Unidos, em 1976, quando morreram mais pessoas devido à vacinação do que devido à gripe. Além disso, 500 casos da síndrome foram detectados e concluiu-se que a vacina pode ter aumentado o risco da doença em oito vezes. A vacina foi retirada ao fim de dez semanas, quando foi estabelecida uma ligação clara com a síndrome. Por fim, o governo americano foi obrigado a pagar milhões de dólares de indemnização às pessoas afectadas.
Questionado pelo CM sobre os efeitos adversos da vacina, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Rêgo, admitiu as consequências: “Essa situação é muito bem conhecida da classe médica.” Adiantou, porém, que quase todas as vacinas e as infecções podem causar essa síndrome, mas o aparecimento destes casos são raros. Contudo, disse, “as vacinas não estão isentas de riscos.”
Contados os votos em 27 de Setembro, a liberdade irá ser, mais uma vez, guardada a sete chaves no baú dos mitos do 25 de Abril.
Anda por aí uma enorme comoção com a suspensão de um jornal na TVI. Em plena campanha eleitoral, com os partidos na rua na habitual caça ao voto, o assunto caiu como sopa no mel para a oposição, e causou naturalmente um enorme embaraço nas hostes socialistas. Nestas ocasiões, a velhinha liberdade, em particular a liberdade de informação, é usada e abusada em todos os discursos e intervenções. Sempre com um ar grave e solene, até com alguma emoção e umas lagrimazinhas ao canto do olho, multiplicam-se as declarações de amor a essa tal liberdade.
Na maior parte dos casos trata-se apenas de uma palhaçada para indígena ver. E isto porque nestes 35 anos de democracia já se assistiram a imensos atropelos a essa liberdade e aos mais elementares valores de uma democracia. Não vale a pena andarem por aí a pôr a mão no peito em nome de uma senhora que é atirada para o lixo sempre que os interesses se sobrepõem aos princípios. Neste filme de terceira série, não vale a pena andar à procura de culpados e de inocentes. Por uma razão simples. Não há verdadeiramente inocentes. É verdade que alguns são mais burros do que outros na forma como atentam contra a velhinha senhora.
É evidente também que nestas coisas de respeitinho pela velha senhora são muito importantes o berço e a educação. Há profissionais de Comunicação Social que são uma vergonha, capazes de tudo para manter lugares e sempre disponíveis para fazer fretes a torto e a direito. Deslumbram-se com o poder a fazem tudo a troco de um almocinho ou de um jantarinho na companhia de uma figura pública. Há políticos que se estão nas tintas para a velha senhora e fazem tudo para defender os seus interesses. Não olham a meios para atingir os fins.
E também há empresários e gestores que actuam nas suas companhias como autênticas criadas de servir de quem está no poder. É por isso que neste sítio pobre, manhoso, hipócrita, deprimido, cheio de larápios, recheado de mentirosos e obviamente cada vez mais mal frequentado estas cíclicas comoções com os maus tratos sofridos pela velha senhora só podem dar uma imensa vontade de rir. Seja como for, a velha senhora entrou em força na campanha eleitoral e o tema TVI tornou-se incontornável nos debates políticos. Mas, como tudo na vida, depois de contados os votos em 27 de Setembro, a liberdade irá, mais uma vez, ser guardada a sete chaves no baú dos mitos do muito badalado 25 de Abril.
Os dois maiores jornais do concelho de Paredes, distrito do Porto, mudaram de mãos e são hoje controlados pelo número dois da lista do PS à câmara e pelo candidato à maior junta de freguesia do concelho. O PSD já apresentou uma queixa à Comissão Nacional de Eleições e à Entidade Reguladora da Comunicação.