A verdadeira razão pela qual o capitalismo é tão propenso a crises. Da próxima vez, tudo cairá por terra.
Publicado a 28 Outubro 2009.
A verdadeira razão pela qual o capitalismo é tão propenso a crises. Da próxima vez, tudo cairá por terra.
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Publicado a 28 Outubro 2009.
O prestigiado economista Nouriel Roubini assinala o consenso existente sobre as medidas tomadas para evitar que a profunda recessão de 2008-2009 se transforme numa segunda Grande Depressão. No entanto, a rápida acumulação dos défices públicos está a tornar-se insustentável.
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Publicado a 24 Setembro 2009.
O défice do Estado regista uma média diária próxima de 36 milhões de euros, o que significa que em cada hora que passa o buraco entre as receitas e as despesas é de 1,5 milhões de euros. O ritmo do défice aumentou este ano 153% face aos primeiros oito meses de 2008. No ano passado o saldo negativo do Estado registava 3,436 mil milhões, este ano já ascende a 8,712 mil milhões.
A culpa é da abrupta quebra de receitas de 15,4%. A recessão económica tem efeitos devastadores nos cofres fiscais, com o IVA, o imposto que mais reflecte o andamento da economia real, a perder 23,6%.
A redução de receitas do IVA é dramática. De Janeiro a Agosto tinha rendido 9,28 mil milhões, enquanto em igual período de 2009 só gera receitas de 7,09 mil milhões. O imposto sobre veículos também sofre uma quebra de 28,1%.
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Publicado a 20 Setembro 2009.
O público norte-americano está obrigado a pagar a corrupção do sistema financeiro, suportando as perdas e permitindo a sobrevivência da banca. A Reserva Federal, de propriedade privada, não permite a inspecção da sua actividade, por isso é possível pensar que esta continua a pagar os produtos financeiros sem valor. Trata-se de um segredo de Estado.
Leia na íntegra o artigo (em inglês) do The International Forecaster
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Publicado a 10 Setembro 2009.
Relatório delineia uma nova ordem económica para o planeta com uma concentração de poderes muito maior.
Steve Watson
Infowars.net
7 de Setembro de 2009
A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu a fundação de uma nova moeda mundial gerida por um banco mundial num esforço para reduzir o papel do dólar no comércio internacional.
Os detalhes desta proposta foram apresentados num relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). O relatório também defende que o novo banco global seja o responsável pela gestão desta moeda e das taxas de câmbio nos estados que integram a ONU.
«Uma estrutura multilateral de gestão das taxas de câmbio é a melhor forma de atingir um modelo estável de câmbios», afirmou Heiner Flassbeck, co-autor do relatório e director da UNCTAD, à Bloomberg News.
«É necessária uma iniciativa equivalente ao Sistema Bretton Woods ou ao Sistema Monetário Europeu», disse Flassbeck.
Ele também acrescentou que o apoio da ONU aos Direitos Especiais de Saque (Special Drawing Rights), uma forma de activo financeiro internacional criado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em 1970 que esteve adormecido até ao início deste ano, não será suficiente para «proteger os mercados emergentes».
Esta última defesa de uma nova moeda mundial por parte da ONU repercute os anteriores esforços do organismo global para iniciar conversações com vista à mudança do dólar.
Entretanto, um influente legislador chinês criticou a política da Reserva Federal norte-americana de imprimir moeda para comprar dívidas do Tesouro, avisando que pode desencadear uma queda súbita do dólar, obrigando a China a repensar a sua política de reserva estrangeira.
No início deste ano, a China manifestou apoio à proposta da Rússia para a criação de uma nova moeda mundial supra-nacional, substituindo o dólar como a moeda de reserva mundial.
Outras figuras da elite como o presidente francês Nicolas Sarkozy, a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro britânico Gordon Brown, o secretário britânico dos Negócios e membro de topo do Bilderberg Peter Mandelson e figuras da União Europeia como Joaquin Almunia, apenas para nomear alguns, pediram todos uma nova ordem económica mundial com uma concentração de poderes muito maior.
Tal como a imprensa alternativa tem alertado nos últimos anos, esta introdução de uma nova moeda mundial é uma etapa decisiva na criação de um governo mundial com um poder muito maior, concentrado em muito menos mãos.
Um banco central mundial irá estabelecer uma tirania financeira, que controlará todas as economias de todos os países do planeta sem qualquer tipo de responsabilização.
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Publicado a 06 Setembro 2009.
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Publicado a 05 Setembro 2009.
Igor Panarin diz que Obama não está a fazer nada para prevenir a desintegração
Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
1 de Setembro de 2009
O Professor russo Igor Panarin acredita que os acontecimentos actuais confirmam a sua dramática previsão realizada há mais de 10 anos atrás, segundo a qual os Estados Unidos da América irão desmoronar-se totalmente como a União Soviética antes do fim de 2010, e avisa que o caos poderá começar daqui a dois meses.
Panarin, doutor em Ciência Política e professor na Academia Diplomática Russa do Ministério dos Negócios Estrangeiros Russo, disse aos jornalistas durante o lançamento do seu novo livro The Crash of America, a 31 de Agosto, que o presidente dos EUA Barack Obama não fez nada para prevenir a grave crise que se aproxima rapidamente e que pode emergir em Novembro.
«Obama é o ‘presidente da esperança’, mas daqui a um ano não haverá nenhuma esperança», afirmou Panarin. «Ele é praticamente outro Gorbachev – gosta de falar mas na realidade não concretizou nada. Ao menos Gorbachev foi secretário-geral do Partido Comunista, enquanto Obama foi apenas um trabalhador social. A sua mentalidade é totalmente diferente. Ele parece ser boa pessoa e tem boa oratória – mas não é um líder e vai levar a América ao fundo. Quando os americanos perceberem isso – vai ser como uma bomba.»
Desde 1998 que Panarin tem alertado para a futura desintegração dos EUA e para o colapso do dólar. De acordo com ele, a recente vitória do Partido Democrata nipónico no Japão é outro sinal que o colapso económico dos EUA está iminente.
«Hoje recebi outra confirmação de que o colapso do dólar e dos EUA é inevitável. O Partido Democrático do Japão ganhou as eleições, e gostaria de vos relembrar que o seu líder [Yukio Hatoyama] tem nos seus planos económicos a rejeição do dólar. Por outras palavras, ele pretende transferir as reservas monetárias do Japão de dólares norte-americanos para outra moeda. Esta mudança vai acelerar seriamente a descida do dólar, já a partir de Novembro. A desintegração ocorrerá pouco depois», disse o especialista russo, acrescentando que no próximo ano a China também vai rejeitar o dólar, e a Rússia começará a vender gás e petróleo em rublos.
Panarin afirmou em declarações anteriores que o dólar poderia ser eventualmente substituído por «uma nova unidade monetária, como o Amero», referindo-se ao tratado de Segurança e Prosperidade entre os EUA, o Canadá e o México.
Ele prevê a divisão dos EUA em seis partes diferentes, um pouco à semelhança das linhas traçadas durante a guerra civil norte-americana de 1865: «A costa do Pacífico, com a sua crescente população chinesa; o Sul, com os hispânicos; o Texas, onde os movimentos pela independência estão a aumentar; a costa do Atlântico, com sua mentalidade distinta; cinco dos estados centrais mais pobres com a sua grande população nativo-americana; e os estados do norte, onde a influência do Canadá é forte», de acordo com Panarin.
A longo prazo, Panarin prevê que os estados separatistas possam eventualmente ser controlados pela União Europeia, Canadá, China, México, Japão e Rússia, com a América a deixar de existir por completo, tal como apresentado na ilustração acima.
Panarin culpa o colapso numa «elite que implementa uma política absurda e agressiva com vista a criar conflitos em todo o planeta» e avisa que o aumento da venda de armas nos EUA é um sinal que a população está a preparar-se para o «caos» no período posterior à bancarrota financeira total.
«Na minha opinião, a probabilidade dos EUA deixarem de existir até Junho de 2010 excede os 50%. Nesta altura, o dever das grandes potências mundiais é prevenir o caos nos EUA», concluiu Panarin.
Veja em baixo um excerto do Russia Today:
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