Sob este regime abrilista Portugal já conheceu toda a podridão possível da política contemporânea.
A independência e a soberania são vagas recordações do passado. Todos os líderes gerados pelos partidos políticos dominantes se mostraram “bons alunos” de Bruxelas, serviçais perante os interesses multinacionais, frequentadores assíduos das reuniões do Clube Bilderberg e de uma fidelidade canina aos interesses do patrão norte-americano.
As poucas faculdades que possuem são aplicadas no exercício de tráfico de influências e nalgumas manobras públicas de fraca prestidigitação. No plano humano encontramos entre eles do pior que existe na nossa sociedade: desertores, pederastas, pedófilos, homicidas[1], gatunos e aldrabões impenitentes.
Haverá excepções que se desconheçam? Será possível que existam, quando o seu silêncio só pode significar conluio?
O actual caso do Primeiro-ministro Sócrates só veio acrescentar a prova de que as instituições da justiça seguiram o mesmo caminho das da política e de que em Portugal nunca será possível uma operação “mãos limpas”.
Se um agente do Ministério Público manda emitir certidões de um processo de escutas para posterior investigação, neste contexto só pode significar uma coisa: para esse agente existe a clara suspeita de prática de crime punível com pena superior a três anos de prisão[2]. Ora foram emitidas diversas certidões.
As primeiras já foram anuladas, como seguramente serão as restantes, sob o espantoso argumento de que só o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça pode autorizar escutas ao Primeiro-ministro[3]. Ora, como se sabe publicamente, a escuta não era dirigida ao dito Primeiro-ministro e como não é possível saber antecipadamente se altas figuras do Estado têm conversas telefónicas comprometedoras com vulgares suspeitos, todas as escutas teriam de receber o prévio aval do STJ!
Por seu turno o Procurador Geral da República afirmou, em comunicado, a não existência de “indícios probatórios” nas primeiras certidões que recebeu, e ficamos a procurar imaginar como seria possível encontrá-los sem ser realizada qualquer investigação.
Outra coisa nos mostra este caso: é o à-vontade com que este Primeiro-ministro tem conversas comprometedoras, indiciadoras da prática de crimes puníveis com penas superiores a três anos, através de um vulgar telemóvel. Isso evidencia um forte sentimento de impunidade e todos estamos a perceber porquê.
E assim continuaremos até que este vómito, que aqui jaz a apodrecer, possa ser estrume para um novo futuro.
[1] Se não nos quisermos lembrar dos horrores em que estes políticos deixaram muitos dos povos africanos e timorenses, dos antigos territórios ultramarinos, temos, por exemplo, a impunidade dos assassinos do caso Camarate, reveladora de que os mandantes do crime se encontravam na esfera do poder.
[2] Como está explícito no Artigo 187.º n.º1 a) do Código de Processo Penal.
[3] Tal como refere o Artigo 11.º, n.º2 b) do Código de Processo Penal.
Entre as muitas teorias que têm surgido sobre o novo vírus da gripe A (H1N1), a da Dra. Rauni Kilde, ex-directora clínica da província finlandesa da Lapónia, é inédita: defende que a OMS mente nas estatísticas que apresenta e que as “elites” estão concertadas para reduzir a população mundial a dois terços.
Numa entrevista que circula na Internet há algumas semanas (no vídeo mais abaixo), a médica Rauni Kilde (informações biográficas no fim da página), questionada sobre a gripe A, declara que a informação que existe sobre o novo vírus H1N1 é “autêntico lixo”. Kilde é peremptória: “Não é a gripe suína que é perigosa, são as vacinas”.
Numa entrevista de quase sete minutos, Kilde começa por dizer que a humanidade desconhece os efeitos dos alimentos transgénicos ou da utilização dos telemóveis na saúde, e que tudo se resume a uma estratégia concertada das “elites” para reduzir a população mundial a pelo menos dois terços ou “até em cinco mil milhões” de pessoas.
“Eliminar a próxima geração”
Segundo Rauni Kilde, “por detrás de tudo está a diminuição da população mundial” e o objectivo é “colocar milhões nos bolsos de quem difunde [as vacinas]”.
A médica fala em Donald Rumsfeld, que foi director da Gilead Sciences, Inc., a empresa detentora da patente do medicamento Tamiflu, e que tem sido apontado como detentor de acções da empresa.
Kilde acredita que as recomendações para vacinar primeiro grávidas e crianças têm como propósito “eliminar a próxima geração”.
A médica refere-se ainda à epidemia de uma variante da gripe suína que surgiu na década de 70, nos Estados Unidos da América, que envolveu uma grande campanha de vacinação. Kilde refere que os EUA “deixaram a vacinação após três semanas porque havia muita gente a morrer e com danos neurológicos” e que “se asseguraram de que as pessoas não são compensadas pelos danos sofridos”.
“Campanha de medo”
“Os Governos estão a lançar uma propaganda de medo nos ‘mass media’. Todos os media dizem que vai ser terrível. É propaganda e as pessoas assustam-se”, defende Rauni Kilde, sustentando ainda que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estará a obrigar as pessoas a serem vacinadas “à força” e que a organização só terá activado o alerta de uma pandemia de nível seis para esse efeito. “Vê-se em qualquer país do mundo: as pessoas não estão doentes”, declarou.
Rauni Kilde acredita ainda que a OMS divulga números “falsos” e que quem sai beneficiado desta “estratégia” são as grandes farmacêuticas.
Plano e recomendações do Ministério da Saúde Português
Sem olhar às teorias divulgadas, a OMS continua preocupada em avaliar a evolução do vírus e, em Portugal, a primeira fase de vacinação contra a gripe A começou a 26 de Outubro com 54 mil doses disponíveis. As doses serão administradas a um número restrito de pessoas dentro do grupo A de vacinação contra a gripe, o primeiro de três identificados pelas autoridades.
Nesta primeira fase de vacinação são considerados prioritários os profissionais de saúde, grávidas nos segundo e terceiro trimestres de gestação com patologia associada e titulares de órgãos de soberania e profissionais que desempenhem funções consideradas essenciais para o funcionamento do país.
As vacinas, explicou a ministra da Saúde Ana Jorge, vão chegar a Portugal quinzenalmente e estas primeiras 54 mil doses serão distribuídas pelas cinco regiões de saúde, sendo esperado que até chegar um novo lote de vacinas estas estejam já todas ministradas.
O Ministério da Saúde e a Direcção-Geral da Saúde definiram que estes grupos-alvo de vacinação correspondem a 30 por cento da população.
Segundo a ministra, as estimativas apontam para vacinação de 360 mil pessoas no grupo A, um milhão no B e os restantes no C, até perfazer três milhões. A vacinação de todo o grupo A há deverá demorar mais de um mês.
Portugal adquiriu seis milhões de doses de vacina contra a gripe A (H1N1) para a vacinação de três milhões de pessoas.
Cada pessoa deverá levar duas doses da vacina, sendo a segunda administrada com um intervalo mínimo de três semanas.
Em relação aos órgãos de soberania, Ana Jorge não especificou quem é considerado imprescindível, mas já no que respeita aos profissionais de saúde a ministra referiu que podem ser, por exemplo, os profissionais dos cuidados intensivos, os que desenvolvem uma técnica única que mais ninguém faz, assim como os que garantem o funcionamento da Linha Saúde 24. (…)
— Fim da transcrição da notícia do Diário de Notícias —
VÍDEO: Entrevista de Rauni Kilde (legendada em português, com transcrição em abaixo)
O Projecto Grifo destaca esta entrevista e publica a sua transcrição em português:
Isso tem a ver com o que a União Europeia nos quer impor?
Bem, são os americanos que estão a impô-lo, as empresas americanas com alimentos geneticamente modificados e coisas assim, e não sabemos, ninguém sabe o que vai acontecer porque estão a fazer experiências a longo prazo. Não sabemos o que vai acontecer dentro de 1 ano ou dentro de 20 anos, tal como não sabemos – aliás, começamos a descobrir – o que vai acontecer com os telemóveis daqui a 20 anos. Estes provocam tumores no cérebro, cegueira, surdez e cancro. Isso é algo totalmente conhecido. Mas são experiências a longo prazo.
Em sua opinião, as frequências nesses aparelhos estão especificamente seleccionadas para fazerem experiências connosco? Acha que estão a alterar a espécie, que pretendem modificar-nos, ou matar-nos?
Estão a tornar-nos muito doentes, e como – segundo li algures – o objectivo da ‘elite’ (se é que posso usar essa palavra) é reduzir a população do Planeta Terra, pelo menos, em dois terços, talvez até em 5 mil milhões, o que é muito, muito, muito negativo! (ver também: American Guidestones ou Os Dez Mandamentos Insectóides)
Pode falar-nos um pouco dessa nova doença que está a surgir?
Da gripe suína? Não passa de uma aldrabice. É mesmo uma aldrabice! Não é a gripe suína que é perigosa, são as vacinas! Parece que não é apenas suíno. É vírus humano misturado com vírus suíno e vírus aviário. É muito tóxico. Por detrás de tudo está o propósito de reduzir a população mundial e meter biliões e biliões e biliões de dólares na algibeira dos que a produziram. Rumsfeld é um dos donos de um dos grandes laboratórios farmacêuticos. Dado que querem reduzir o número da população mundial, começaram a dizer que as crianças e as mulheres grávidas tinham prioridade. É para eliminar a próxima geração.
A senhora tem alertado certos governos quanto ao assunto?
Governos, não. Mas enviei informações para a Finlândia. Não creio que vá resultar porque até a OMS… (Organização Mundial da Saúde)
Já tinham tentado nos fins dos anos 70.
Sim, em 76, houve um surto de gripe suína, nos Estados Unidos. Após três semanas, suspenderam as vacinações por tantas pessoas terem morrido, ou por terem apanhado a síndrome Guillian-Barré. O seu sistema neurológico ficou destruído. Agora, após um pequeno ajuste, estão a fazer a mesma coisa. Antes disso, asseguraram-se, nos Estados Unidos, de que as pessoas não receberão indemnizações pelos danos causados à sua saúde. Previamente, em 1976, foram obrigados a pagar grandes quantias. Conforme sabe, nos Estados Unidos, quando destroem a saúde de alguém, as indemnizações são muito elevadas. Agora têm uma lei que diz que estas empresas não são responsáveis. Não têm de pagar qualquer indemnização, nem que a pessoa morra ou fique enferma para o resto da vida. Portanto, pensaram em tudo.
Podem envenenar-nos e matar-nos, e ficam impunes.
É verdade!
Como é isso possível? Como é possível que tantos governos permitam que isso aconteça?
Eles não estão a permiti-lo ainda. Por enquanto, ninguém fez nada. Estão apenas a levar a cabo um programa de incutir medo, na comunicação social. Estão todos a dizer ‘Vai ser terrível’. Trata-se de uma propaganda de medo, medo, medo. As pessoas ficam com medo porque não sabem! A OMS decretou que todos terão de ser vacinados compulsivamente. À força. Antigamente, a OMS não tinha capacidade para forçar nenhum governo. Fazia apenas uma recomendação. Se bem me lembro, foi em 97/98 ou 94 que assinaram uma declaração a dizer que, em caso de uma pandemia grave, dariam ordem para tal.
No início de Junho, a OMS disse que a pandemia de grau 6 era a mais grave. Visite qualquer país, as pessoas não estão doentes. Não há milhares de pessoas com gripe suína. Tudo isto serviu para preparar os governos a obrigar as pessoas a serem vacinadas à força! Mas não creio que vá resultar.
Acha que as figuras públicas da OMS são, na realidade, falsas?
São! Claro que são! Mas há que perguntar sempre: Quem beneficia com isto? Quem beneficia? Em minha opinião, foram obrigados a fazer isto. Por quem? Pelas grandes empresas farmacêuticas. Como sabe, os grandes laboratórios farmacêuticos lidam com a população mundial e com dinheiro mundial. Com biliões.
Então, em sua opinião, qual é a estratégia final? Qual é o objectivo deles, que é que pretendem conseguir?
O objectivo deles é eliminar o maior número possível de pessoas e receber por elas tanto dinheiro quanto possível. Mas creio que, desta vez, fizeram mal as contas. Já na reunião Bilderberg, em 14 e 15 de Maio de 2009, em Hellas (a palavra finlandesa para a Grécia), houve quase que uma cisão, quando debateram isto. Consigo imaginar que as pessoas, normalmente presentes, nem sempre estão de acordo com o plano do Sr. Kissinger de eliminar uma grande parte da população mundial. Por exemplo, ontem, o Governo da Finlândia tomou a decisão de alterar a lei – e isto é muito interessante. A gripe suína deixou de estar na lista das doenças graves e contagiosas! Isso significa que as pessoas terão de pagar elas próprias. Também é uma questão de dinheiro. Em minha opinião, é uma questão jurídica para os advogados. Mas ninguém pode ser obrigado a vacinar-se, se não se tratar de uma perigosa doença contagiosa! Certo? Acho que foram muito, muito espertos! Também acabo de ler do Instituto Faulk de Saúde da Noruega que o director disse que nunca quiseram obrigar ninguém a ser vacinado, mas que podem mandar vacinar-se se quiserem. Espero que ninguém se vacine, especialmente as crianças e as mulheres grávidas. Na realidade, ninguém.
* Mini-biografia:
A Drª Rauni-Leena Luukanen-Kilde nasceu em 1939, em Värtsilä (agora República da Karelia) e foi Médica-Chefe da Lapónia Finlandesa. Desde 1975 até 1986 ocupou esta posição até sofrer um “estranho acidente” com estranhas consequências. (…)
Publicou obras, onde revela que desde 1946 se estão a colocar pequenos eléctrodos em cabeças de bebés, sem o conhecimento dos seus pais, e chips desde 1974.
Verdade ou não, no resultado das suas pesquisas, sempre mostrou uma fé inabalável e convicção nas mesmas, e a coragem de denunciar o que se passa à nossa volta.
A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu a fundação de uma nova moeda mundial gerida por um banco mundial num esforço para reduzir o papel do dólar no comércio internacional.
Os detalhes desta proposta foram apresentados num relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). O relatório também defende que o novo banco global seja o responsável pela gestão desta moeda e das taxas de câmbio nos estados que integram a ONU.
«Uma estrutura multilateral de gestão das taxas de câmbio é a melhor forma de atingir um modelo estável de câmbios», afirmou Heiner Flassbeck, co-autor do relatório e director da UNCTAD, à Bloomberg News.
«É necessária uma iniciativa equivalente ao Sistema Bretton Woods ou ao Sistema Monetário Europeu», disse Flassbeck.
Ele também acrescentou que o apoio da ONU aos Direitos Especiais de Saque (Special Drawing Rights), uma forma de activo financeiro internacional criado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em 1970 que esteve adormecido até ao início deste ano, não será suficiente para «proteger os mercados emergentes».
Outras figuras da elite como o presidente francês Nicolas Sarkozy, a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro britânico Gordon Brown, o secretário britânico dos Negócios e membro de topo do Bilderberg Peter Mandelson e figuras da União Europeia como Joaquin Almunia, apenas para nomear alguns, pediram todos uma nova ordem económica mundial com uma concentração de poderes muito maior.
Um banco central mundial irá estabelecer uma tirania financeira, que controlará todas as economias de todos os países do planeta sem qualquer tipo de responsabilização.
O principal conselheiro científico do governo alemão propôs que todos os habitantes do planeta tenham uma cota de emissões de dióxido de carbono (CO2) para a atmosfera, sendo forçados a pagar uma taxa se a ultrapassarem. Acrescentou também que os ocidentais já ultrapassaram esse limite, devendo indemnizar os países pobres pelas alterações climáticas alegadamente provocadas por essas emissões de CO2.
Esta não é apenas outra taxa imposta através do falso pretexto do aquecimento global, é o aumento do controlo dos governos sobre as vidas privadas dos cidadãos. É o «inventário» que Nancy Pelosi, a porta-voz da Câmara dos Representantes norte-americana, pediu durante a sua visita à China em Maio passado.
A 28 de Maio, a Associated Press divulgou que Pelosi disse a um estudante chinês ser «necessário inventariar todos os aspectos das nossas vidas» de forma a reduzir as emissões de CO2.
O conselheiro científico alemão Joachim Schellnhuber está a pedir o mesmo – um Big Brother tornado realidade.
Como será colocada em prática uma taxa pessoal de CO2? Sempre que comprar um bilhete de avião, sempre que abastecer o seu carro, cada quilómetro de cada viagem que fizer será introduzido numa base de dados centralizada, criando um gigantesco sistema para catalogar cada aspecto do seu comportamento. Se exceder o seu limite de carbono terá de pagar uma avultada multa, com a maior parte das receitas a irem directamente para os grandes interesses bancários que gerem o mercado internacional de créditos de carbono, incluindo o banco de investimento N M Rothschild & Sons e pessoas como Maurice Strong e Al Gore (que apresentou o documentário Uma Verdade Inconveniente).
«Schellnhuber propõe a criação de uma cota de CO2 para cada pessoa no planeta, viva ela em Berlim ou em Pequim», noticia o jornal alemão Der Spiegel, uma ideia «assombrosa»segundo o físico checo Dr. Lubos Motl, confessando que a proposta de Schellnhuber ajudou-o «a entender a forma como movimentos políticos tão dementes como os nazis ou os comunistas possam ter controlado uma nação tão sensível como a Alemanha».
Schellnhuber vai mais longe, declarando que os ocidentais já ultrapassaram as suas cotas de CO2 e terão de indemnizar os países mais pobres pelas alterações climáticas em montantes não inferiores a 100 mil milhões de euros por ano, todos os anos.
«A Humanidade terá de se auto-controlar nas emissões de carbono para a atmosfera até 2050. (…) Porque os países industrializados já excederam as suas cotas se tivermos em conta as anteriores emissões de CO2. (…) Com consumos de energia como os da Alemanha, os Estados Unidos da América e as outras nações industrializadas já terão gasto a sua cota permitida, ou chegarão a ela nos próximos anos. (…) As nações industrializadas estão a deparar-se com uma insolvência de CO2. Isto significa que eles terão de aumentar os esforços para reduzir as mudanças climáticas, caso contrário irão gastar a cota de CO2 designada para os países mais pobres e as gerações futuras», declarou ao Der Spiegel.
Esta proposta é semelhante a outra pedida por vários deputados do parlamento britânico, que forçaria todos os adultos a usar «um ‘cartão de racionamento de carbono’ quando comprassem gasolina, bilhetes de avião ou despesas domésticas de energia».
O próximo passo já foi lançado. No futuro, se você se tornar um infractor da cota de carbono, alguns dos equipamentos da sua casa poderão ser desligados à distância pelas autoridades. Soa demasiado incrível? Segundo uma reportagem do jornal New York Times de Janeiro de 2008, «os reguladores estaduais irão ter a capacidade de controlar remotamente equipamentos domésticos como termóstatos, regulando a temperatura através de um dispositivo de rádio que será obrigatório em novos edifícios, de forma a controlar falhas de energia».