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Vacina dada às grávidas portuguesas foi considerada perigosa em vários países

Vacina dada às grávidas portuguesas foi considerada perigosa em vários países

Já são pelo menos três os bebés portugueses que morreram horas após as suas mães terem sido injectadas com a vacina contra a Gripe A. O governo e as autoridades de saúde portuguesas escondem o facto da vacina ter sido considerada perigosa em países como a Suiça, e nunca ter sido testada em grávidas nem em crianças. A OMS já confirmou casos da síndrome de Guillain-Barré provocados por esta vacina.

Foram até agora dados a conhecer pela comunicação social três casos de grávidas portuguesas que perderam os seus bebés após receberem a vacina contra a Gripe A utilizada no nosso país – a Pandemrix da farmacêutica GlaxoSmithKline.

Em todos os casos as autoridades de saúde responderam imediatamente que consideram não existir nenhuma relação entre as mortes e as vacinas, isto muito antes de saberem qualquer resultado das autópsias – resultados esses que não refutaram completamente essa relação. O discurso oficial continua a ser o de que não existe qualquer dado científico que mostre que a vacina é perigosa em grávidas, e que estes casos são todos «uma terrível coincidência». O facto, escondido dos portugueses, é que ela nunca foi testada em mulheres grávidas nem em jovens com menos de 18 anos. Não existem, portanto, dados científicos que mostrem que esta vacina é segura em grávidas e crianças. Mesmo assim o governo português iniciou a vacinação às grávidas e a todas as crianças, tendo já incluído esta vacina no Plano Nacional de Vacinação.

O vídeo acima mostra algumas reportagens da RTP sobre estes acontecimentos. Nelas é possível verificar que as duas primeiras grávidas que perderam os bebés sentiram-nos «mexer muito mais que o habitual» nas horas seguintes à inoculação da vacina, até eles deixarem de se mexer por completo. Não foi divulgado se a terceira mãe também sentiu movimentos anormais.

Fica claro que as autoridades de saúde considerarão qualquer complicação ocorrida após a inoculação da vacina Pandemrix como uma mera «coincidência» e irão recusar sempre qualquer responsabilidade. Aliás a comunicação social só difundiu casos ocorridos poucas horas ou dias depois da vacinação. Vários especialistas alertam para o facto desta vacina conter esqualeno, uma substância perigosa que já foi directamente associada a casos da síndrome da Guerra do Golfo e a uma enorme lista de doenças degenerativas (como a síndrome de Guillain-Barré); e timerosal, um conservante geralmente usado nas vacinas que vários estudos científicos indicam provocar lesões neurológicas similares às do autismo. Todas estas doenças podem surgir meses, anos ou décadas após a vacinação, sendo óbvio que as autoridades de saúde refutarão todas as responsabilidades. Como já noticiámos anteriormente, vários governos por todo o mundo garantem imunidade total às companhias farmacêuticas caso existam processos legais devido a mortes e lesões provocadas pela vacina.

Na Suíça as autoridades de saúde proibiram o uso da Pandemrix em grávidas, jovens com menos de 18 anos e adultos com mais de 60, justamente pelos receios em volta dos seus componentes perigosos e por não terem sido testadas nessas camadas etárias. Em Espanha (ver vídeo acima, aos 4:30 minutos), no Reino Unido e no Canadá as grávidas podem escolher ser vacinadas com outras vacinas sem componentes adjuvantes como o esqualeno. As grávidas francesas só receberão as que não contêm adjuvantes.

Em Outubro, a Organização Mundial de Saúde (OMS) chegou a desaconselhar o uso de vacinas com adjuvantes, como a Pandemrix, em mulheres grávidas (ver vídeo da Sky News em baixo). Neste momento a OMS admite já existirem casos da síndrome de Guillain-Barré provocados por vacinas contra a Gripe A (ver vídeo em cima, aos 4 minutos).

O ESCUDO.tv tem conhecimento que vários médicos portugueses têm desaconselhado aos seus pacientes a inoculação desta vacina, mesmo a doentes que foram considerados de risco.

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Três bebés morrem horas após mães receberem vacina

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França: novo caso de doença neurológica associada à vacina da gripe A

França: novo caso de doença neurológica associada à vacina da gripe A

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Um caso «provável» da síndrome de Guillain-Barré, uma doença rara do sistema nervoso periférico, foi recentemente assinalado em França, após uma inoculação de uma vacina contra a gripe H1N1.

Leia na íntegra o artigo (em francês) do Le Figaro

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Grande parte dos médicos e enfermeiros portugueses recusa a vacina

Grande parte dos médicos e enfermeiros portugueses recusa a vacina

Cerca de 45% dos profissionais de saúde e funcionários de instituições públicas considerados essenciais recusaram até agora levar a vacina contra a Gripe A. Esta rejeição generalizada levou o governo a alterar o plano de vacinação nacional.

Os números são oficiais: foram aplicadas apenas 30000 das 54000 doses da vacina contra a Gripe A disponíveis para a primeira fase de vacinação em Portugal. Esta fase começou a 26 de Outubro e era destinada aos profissionais de saúde, grávidas no segundo e terceiro trimestre de gravidez com patologias associadas, detentores de funções consideradas essenciais e titulares de órgãos de soberania.

A pouca adesão nesta primeira fase de vacinação levou o governo a antecipar a segunda fase, que estava prevista iniciar apenas em Janeiro de 2010. Esta é destinada aos profissionais de saúde não contemplados na primeira fase, doentes crónicos e grávidas saudáveis no segundo e terceiro trimestre de gravidez.

Durante as últimas semanas foi noticiado que vários médicos e enfermeiros portugueses iriam recusar esta vacina – a Pandemrix, fabricada pela companhia farmacêutica GlaxoSmithKline – por considerarem-na insegura. Foi também confirmado que esta vacina contém esqualeno, uma substância perigosa que já foi directamente associada a casos da síndrome da Guerra do Golfo e a uma enorme lista de doenças degenerativas; assim como timerosal, um conservante geralmente usado nas vacinas que vários estudos científicos indicam provocar lesões neurológicas similares às do autismo.

O vídeo disponibilizado acima contém um conjunto de reportagens emitidas na RTP nas últimas semanas sobre a recusa dos médicos e enfermeiros portugueses em serem inoculados com a vacina. Em baixo estão excertos de duas notícias relacionadas com esta polémica:

Jornal de Notícias
Numa ronda por vários sindicatos dos médicos e enfermeiros portugueses, o JN constatou que há opiniões diversas em relação à vacinação e que, a avaliar pelos depoimentos recolhidos, há muitos profissionais que não estão decididos a vacinar-se por terem dúvidas em relação à segurança e aos efeitos secundários da vacina.

Pilar Vicente, médica nos hospitais civis de Lisboa e dirigente do Sindicato dos Médicos da Zona Sul, garante que “a maior parte” dos médicos não quer ser vacinada e que até têm sido “desaconselhados por grande parte dos colegas que trabalham na área do medicamento”. A “desconfiança” dos médicos assenta no facto de a vacina ter sido concebida “à pressa” e na convicção de que “não foram corridos todos os passos e realizados todos os testes que são habituais na experimentação e na confirmação da sua segurança”.

A médica diz, inclusive, que já foram publicados em revistas médicas inglesas (cita o New England Journal of Medicine) artigos que dão conta de efeitos adversos relacionados com perturbações neurológicas e alterações do sistema nervoso periférico e central para justificar as “fortes desconfianças” da comunidade médica em relação à vacina.

A dirigente sindical compreende a decisão do Ministério da Saúde de incluir os médicos e enfermeiros no grupo prioritário de vacinação, mas entende que ninguém os pode obrigar a ser vacinados. Pilar Vicente acredita na responsabilidade individual de cada um deles e que, caso tenham sintomas da doença, “serão os primeiros a abster-se de ir para o serviço e a ficar em casa por precaução para não contaminarem ninguém”. (…)

Guadalupe Simões, presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, diz que a questão também preocupa os enfermeiros, que estão divididos em relação à vacinação. “Há algumas reservas”, diz, citando “estudos que suscitam dúvidas” em relação a efeitos contraditórios da vacina e recusando que os enfermeiros sejam obrigados a vacinar-se.

Correio da Manhã
franciscogeorgeA recusa de alguns médicos e enfermeiros em serem vacinados contra a gripe A está a potenciar a desconfiança dos portugueses na qualidade e segurança da vacina, admitiu o director-geral da Saúde, Francisco George (na imagem), no arranque da campanha de vacinação. (…)

Várias pessoas não confiam na vacina. Marisa, 30 anos, com uma gravidez de 30 semanas, salienta: ‘Não quero a vacina, pois os médicos, que sabem mais do que nós, não a querem tomar. Vou recusá-la.’ Isabel Matias, 40 anos, acrescenta: ‘Não há estudos suficientes. Não deixo o meu filho ser vacinado, que é asmático.’ Já Vera Silva, de 21 anos, espera para ver a reacção que a vacina provoca. (…)

TESTEMUNHOS
‘HÁ POUCA INFORMAÇÃO SOBRE EFEITOS ADVERSOS’: Vasco Noé Técnico do IDT
Tenho indicação para ser vacinado, mas não quero. Não há muita informação sobre os efeitos secundários que a vacina pode provocar e estranho não podermos fazer análises depois da vacina, porque os resultados podem não ser fiáveis.’

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Família portuguesa opta pela não vacinação

Família portuguesa opta pela não vacinação

Cerca de 10 % dos portugueses estão fora do Programa Nacional de Vacinação, e alguns fazem-no por opção. O programa Sociedade Civil da RTP2 (emitido a 15 de Outubro de 2009) entrevistou uma mãe que, após um problema clínico com a sua primeira filha, seguiu a opinião de alguns médicos na Alemanha e optou por não vacinar os outros filhos (vídeo acima).

À semelhança do que acontece em todo o mundo ocidental, existe em Portugal um grupo crescente de pais que, após se informarem sobre os componentes das vacinas, escolhem não as dar aos seus filhos.

O mesmo programa relembra que em Portugal a vacinação não é obrigatória (vídeo abaixo):

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Bastonário dos Médicos recusa dizer se vai ser vacinado

Bastonário dos Médicos recusa dizer se vai ser vacinado

gripea-3d94O bastonário da Ordem do Médicos, Pedro Nunes, recusou revelar se vai vacinar-se contra a gripe A. “Nunca respondo sobre matérias de natureza pessoal”, disse o responsável durante a apresentação da Fundação Portuguesa do Pulmão, em Lisboa, depois de afirmar que os médicos que não quiserem receber a vacina “não podem ser obrigados”.

‘Os médicos são cidadãos como os outros e, por conseguinte, não podem ser obrigados a fazer uma terapêutica se assim não o entenderem’, acrescentou.

Pedro Nunes sublinhou, contudo, que ‘não há nenhuma razão científica’ para não tomar a vacina. ‘Toda a evidência científica que possuímos é que a vacina é útil, sem riscos ou, pelo menos, com o risco normal de qualquer vacina’, disse.

Na qualidade de bastonário, referiu que não integra o grupo de cidadãos prioritários, nem como médico oftalmologista. Considerou, no entanto, que se estivesse entre os prioritários cederia o seu lugar a um doente.

Leia na íntegra o artigo do Correio da Manhã

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Alimentação saudável é a melhor forma de reforçar sistema imunitário

Alimentação saudável é a melhor forma de reforçar sistema imunitário

saudealimentos

Uma alimentação saudável de acordo com a roda dos alimentos é a melhor forma de a população se prevenir à mesa contra a gripe, de acordo com nutricionistas, que só aconselham suplementos a quem apresente desequilíbrios nutricionais.

«O que a população tem de fazer [para se prevenir em relação à gripe] é uma coisa tão simples como esta: fazer uma alimentação saudável», disse a professora Flora Correia da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.

Leia na íntegra o artigo da Lusa/SOL

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Governo quer registo de doentes que recusem vacina

Governo quer registo de doentes que recusem vacina

i009641Se um doente recusar a vacina contra a gripe A a decisão vai ficar registada na sua ficha clínica. A orientação é dada pela Direcção-Geral de Saúde (DGS) na circular sobre a campanha de vacinação, que começa na segunda-feira. Assim, todos os doentes que cumpram os critérios e recusem receber a nova vacina vão ficar com essa referência na sua ficha clínica.

A subdirectora-geral da Saúde explica que se trata de um “acto de boa prática médica”, porque é uma informação relevante. Para o obstetra Luís Graça, o mais importante é que os médicos façam um esforço para transmitir a importância da imunização aos doentes, sobretudo às grávidas, que muitas vezes receiam ser vacinadas. “Cabe aos médicos tomar a iniciativa de propor de maneira veemente e explicar os benefícios da vacina”, argumenta.

Leia na íntegra o artigo do Diário de Notícias

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Gripe A: Estado português paga 68 milhões às farmacêuticas

Gripe A: Estado português paga 68 milhões às farmacêuticas

gripetemcustosde740milhoesUma eventual pandemia de gripe A poderá custar ao País entre 490 e 740 milhões de euros. De acordo com um estudo efectuado pela consultora Deloitte, os impactos financeiros directos da gripe A para o Estado já ascendem a 67,5 milhões de euros: 45 milhões na compra de vacinas e 22,5 milhões na compra do Oseltamivir (Tamiflu). (…)

Muitas empresas que prestam serviços essenciais já identificaram os profissionais que consideram indispensáveis e que deverão ser vacinados prioritariamente contra a gripe A. (…)

440 milhões de doses da vacina contra a gripe A vendidas em todo o Mundo pela Glaxo SmithKline, das quais seis milhões são destinadas a Portugal. (…)

A PSP especificou que os elementos policiais que desempenham funções de atendimento ao público serão os primeiros a ser vacinados. O Ministério da Justiça revelou já ter definido os serviços mínimos em caso de pandemia e ter definido os grupos assinalados para vacinação.

Leia na íntegra o artigo do Correio da Manhã

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Mulher de 25 anos fica incapacitada após levar vacina contra a gripe

Mulher de 25 anos fica incapacitada após levar vacina contra a gripe

Uma mulher saudável de 25 anos começou a ficar debilitada dias após levar a vacina contra a gripe sazonal. Dois meses depois esta norte-americana mal consegue falar ou andar, e vários médicos confirmam que a incapacidade foi provocada pela vacina.

Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
16 de Outubro de 2009

Vários médicos confirmaram que uma mulher do estado norte-americano da Virgínia ficou gravemente incapacitada devido à vacina contra a gripe sazonal. Os actores de Hollywood Jim Carrey e Jenny McCarthy ofereceram apoio através da Generation Rescue, uma organização sem fins lucrativos destinada a tornar pública a relação entre as vacinas e o autismo.

Desiree Jennings (no vídeo acima) era uma jovem de 25 anos perfeitamente saudável e líder da claque dos Washington Redskins (uma equipa de futebol americano) até há dois meses atrás, quando foi inoculada com uma vacina contra a gripe sazonal.

Dez dias depois de levar a vacina começou a sentir sintomas de gripe, seguido de fortes convulsões e desmaios.

Agora mal pode falar ou andar e a sua vida ficou destruída.

Após ser consultada por 60 médicos, Jennings foi diagnosticada com distonia, uma doença neurológica incapacitante que provoca espasmos e contracções musculares involuntárias.

Ao contrário do que seria normal, o exercício físico faz diminuir a sua actividade cardíaca, conseguindo correr durante horas. No entanto, quando se encontra em repouso os seus batimentos cardíacos mantêm-se sempre acima das 90 pulsações por minuto, e o simples acto de caminhar alguns passos torna-se exaustivo e quase impossível. Não existe cura conhecida para a doença e piora diariamente.

«Médicos nos Hospitais de Fairfax Inova e Johns Hopkins diagnosticaram-lhe uma rara doença neurológica chamada distonia. Eles consideram ser uma forte reacção à vacina contra a gripe», noticiou o canal televisivo norte-americano Fox 5 News.

«Agora a Desiree tem dificuldade em falar, caminhar e mesmo comer. Durante uma entrevista à FOX 5 ela teve várias convulsões. Os efeitos são irreversíveis.»

No entanto, Jennings está determinada a combater a doença e o seu caso despertou a atenção de activistas célebres como Jim Carrey e Jenny McCarthy, que lhe ofereceram apoio através da sua organização Generation Rescue. Esta organização tem lançado campanhas para «limparem as vacinas», removendo componentes perigosos como o mercúrio, que já foi directamente relacionado ao aparecimento de casos de autismo.

«Eles deram uma enorme ajuda», afirmou Desiree à Fox 5 News. «Têm muitos médicos habituados a lidar com problemas provocados por vacinas, e têm muitas histórias como a minha. Infelizmente, muitos dos casos são com crianças, o que é ainda pior. Eu consigo compreender que isto aconteça a um adulto, mas uma criança pequena não teve ainda a oportunidade de viver e não pode falar. Eu quero falar por elas e ajudá-las também», disse Jennings.

McCarthy foi desafiada a fundar a organização com Carrey depois do seu próprio filho de 7 anos, Evan, tornar-se autista após receber uma vacina. Stan Kurtz, presidente da Generation Rescue, declarou que a organização pretende oferecer tratamentos a Jennings em Los Angeles.

«O caso é – como podem ver – tão trágico que comoveu a Jenny», disse Kurtz.

Jennings disse à FOX 5 que o tratamento seria uma oportunidade de recuperar parte da sua vida, mas sublinhou que o que lhe aconteceu a ela serve de aviso às pessoas que estão a pensar levar a vacina contra a gripe sazonal ou contra a gripe A.


NOTA DO ESCUDO.tv: Em Portugal, que tenhamos conhecimento, este caso só foi noticiado pelo Correio da Manhã.

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