Uma alimentação saudável de acordo com a roda dos alimentos é a melhor forma de a população se prevenir à mesa contra a gripe, de acordo com nutricionistas, que só aconselham suplementos a quem apresente desequilíbrios nutricionais.
«O que a população tem de fazer [para se prevenir em relação à gripe] é uma coisa tão simples como esta: fazer uma alimentação saudável», disse a professora Flora Correia da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.
Se um doente recusar a vacina contra a gripe A a decisão vai ficar registada na sua ficha clínica. A orientação é dada pela Direcção-Geral de Saúde (DGS) na circular sobre a campanha de vacinação, que começa na segunda-feira. Assim, todos os doentes que cumpram os critérios e recusem receber a nova vacina vão ficar com essa referência na sua ficha clínica.
A subdirectora-geral da Saúde explica que se trata de um “acto de boa prática médica”, porque é uma informação relevante. Para o obstetra Luís Graça, o mais importante é que os médicos façam um esforço para transmitir a importância da imunização aos doentes, sobretudo às grávidas, que muitas vezes receiam ser vacinadas. “Cabe aos médicos tomar a iniciativa de propor de maneira veemente e explicar os benefícios da vacina”, argumenta.
Uma eventual pandemia de gripe A poderá custar ao País entre 490 e 740 milhões de euros. De acordo com um estudo efectuado pela consultora Deloitte, os impactos financeiros directos da gripe A para o Estado já ascendem a 67,5 milhões de euros: 45 milhões na compra de vacinas e 22,5 milhões na compra do Oseltamivir (Tamiflu). (…)
Muitas empresas que prestam serviços essenciais já identificaram os profissionais que consideram indispensáveis e que deverão ser vacinados prioritariamente contra a gripe A. (…)
440 milhões de doses da vacina contra a gripe A vendidas em todo o Mundo pela Glaxo SmithKline, das quais seis milhões são destinadas a Portugal. (…)
A PSP especificou que os elementos policiais que desempenham funções de atendimento ao público serão os primeiros a ser vacinados. O Ministério da Justiça revelou já ter definido os serviços mínimos em caso de pandemia e ter definido os grupos assinalados para vacinação.
Entre as muitas teorias que têm surgido sobre o novo vírus da gripe A (H1N1), a da Dra. Rauni Kilde, ex-directora clínica da província finlandesa da Lapónia, é inédita: defende que a OMS mente nas estatísticas que apresenta e que as “elites” estão concertadas para reduzir a população mundial a dois terços.
Numa entrevista que circula na Internet há algumas semanas (no vídeo mais abaixo), a médica Rauni Kilde (informações biográficas no fim da página), questionada sobre a gripe A, declara que a informação que existe sobre o novo vírus H1N1 é “autêntico lixo”. Kilde é peremptória: “Não é a gripe suína que é perigosa, são as vacinas”.
Numa entrevista de quase sete minutos, Kilde começa por dizer que a humanidade desconhece os efeitos dos alimentos transgénicos ou da utilização dos telemóveis na saúde, e que tudo se resume a uma estratégia concertada das “elites” para reduzir a população mundial a pelo menos dois terços ou “até em cinco mil milhões” de pessoas.
“Eliminar a próxima geração”
Segundo Rauni Kilde, “por detrás de tudo está a diminuição da população mundial” e o objectivo é “colocar milhões nos bolsos de quem difunde [as vacinas]”.
A médica fala em Donald Rumsfeld, que foi director da Gilead Sciences, Inc., a empresa detentora da patente do medicamento Tamiflu, e que tem sido apontado como detentor de acções da empresa.
Kilde acredita que as recomendações para vacinar primeiro grávidas e crianças têm como propósito “eliminar a próxima geração”.
A médica refere-se ainda à epidemia de uma variante da gripe suína que surgiu na década de 70, nos Estados Unidos da América, que envolveu uma grande campanha de vacinação. Kilde refere que os EUA “deixaram a vacinação após três semanas porque havia muita gente a morrer e com danos neurológicos” e que “se asseguraram de que as pessoas não são compensadas pelos danos sofridos”.
“Campanha de medo”
“Os Governos estão a lançar uma propaganda de medo nos ‘mass media’. Todos os media dizem que vai ser terrível. É propaganda e as pessoas assustam-se”, defende Rauni Kilde, sustentando ainda que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estará a obrigar as pessoas a serem vacinadas “à força” e que a organização só terá activado o alerta de uma pandemia de nível seis para esse efeito. “Vê-se em qualquer país do mundo: as pessoas não estão doentes”, declarou.
Rauni Kilde acredita ainda que a OMS divulga números “falsos” e que quem sai beneficiado desta “estratégia” são as grandes farmacêuticas.
Plano e recomendações do Ministério da Saúde Português
Sem olhar às teorias divulgadas, a OMS continua preocupada em avaliar a evolução do vírus e, em Portugal, a primeira fase de vacinação contra a gripe A começou a 26 de Outubro com 54 mil doses disponíveis. As doses serão administradas a um número restrito de pessoas dentro do grupo A de vacinação contra a gripe, o primeiro de três identificados pelas autoridades.
Nesta primeira fase de vacinação são considerados prioritários os profissionais de saúde, grávidas nos segundo e terceiro trimestres de gestação com patologia associada e titulares de órgãos de soberania e profissionais que desempenhem funções consideradas essenciais para o funcionamento do país.
As vacinas, explicou a ministra da Saúde Ana Jorge, vão chegar a Portugal quinzenalmente e estas primeiras 54 mil doses serão distribuídas pelas cinco regiões de saúde, sendo esperado que até chegar um novo lote de vacinas estas estejam já todas ministradas.
O Ministério da Saúde e a Direcção-Geral da Saúde definiram que estes grupos-alvo de vacinação correspondem a 30 por cento da população.
Segundo a ministra, as estimativas apontam para vacinação de 360 mil pessoas no grupo A, um milhão no B e os restantes no C, até perfazer três milhões. A vacinação de todo o grupo A há deverá demorar mais de um mês.
Portugal adquiriu seis milhões de doses de vacina contra a gripe A (H1N1) para a vacinação de três milhões de pessoas.
Cada pessoa deverá levar duas doses da vacina, sendo a segunda administrada com um intervalo mínimo de três semanas.
Em relação aos órgãos de soberania, Ana Jorge não especificou quem é considerado imprescindível, mas já no que respeita aos profissionais de saúde a ministra referiu que podem ser, por exemplo, os profissionais dos cuidados intensivos, os que desenvolvem uma técnica única que mais ninguém faz, assim como os que garantem o funcionamento da Linha Saúde 24. (…)
— Fim da transcrição da notícia do Diário de Notícias —
VÍDEO: Entrevista de Rauni Kilde (legendada em português, com transcrição em abaixo)
O Projecto Grifo destaca esta entrevista e publica a sua transcrição em português:
Isso tem a ver com o que a União Europeia nos quer impor?
Bem, são os americanos que estão a impô-lo, as empresas americanas com alimentos geneticamente modificados e coisas assim, e não sabemos, ninguém sabe o que vai acontecer porque estão a fazer experiências a longo prazo. Não sabemos o que vai acontecer dentro de 1 ano ou dentro de 20 anos, tal como não sabemos – aliás, começamos a descobrir – o que vai acontecer com os telemóveis daqui a 20 anos. Estes provocam tumores no cérebro, cegueira, surdez e cancro. Isso é algo totalmente conhecido. Mas são experiências a longo prazo.
Em sua opinião, as frequências nesses aparelhos estão especificamente seleccionadas para fazerem experiências connosco? Acha que estão a alterar a espécie, que pretendem modificar-nos, ou matar-nos?
Estão a tornar-nos muito doentes, e como – segundo li algures – o objectivo da ‘elite’ (se é que posso usar essa palavra) é reduzir a população do Planeta Terra, pelo menos, em dois terços, talvez até em 5 mil milhões, o que é muito, muito, muito negativo! (ver também: American Guidestones ou Os Dez Mandamentos Insectóides)
Pode falar-nos um pouco dessa nova doença que está a surgir?
Da gripe suína? Não passa de uma aldrabice. É mesmo uma aldrabice! Não é a gripe suína que é perigosa, são as vacinas! Parece que não é apenas suíno. É vírus humano misturado com vírus suíno e vírus aviário. É muito tóxico. Por detrás de tudo está o propósito de reduzir a população mundial e meter biliões e biliões e biliões de dólares na algibeira dos que a produziram. Rumsfeld é um dos donos de um dos grandes laboratórios farmacêuticos. Dado que querem reduzir o número da população mundial, começaram a dizer que as crianças e as mulheres grávidas tinham prioridade. É para eliminar a próxima geração.
A senhora tem alertado certos governos quanto ao assunto?
Governos, não. Mas enviei informações para a Finlândia. Não creio que vá resultar porque até a OMS… (Organização Mundial da Saúde)
Já tinham tentado nos fins dos anos 70.
Sim, em 76, houve um surto de gripe suína, nos Estados Unidos. Após três semanas, suspenderam as vacinações por tantas pessoas terem morrido, ou por terem apanhado a síndrome Guillian-Barré. O seu sistema neurológico ficou destruído. Agora, após um pequeno ajuste, estão a fazer a mesma coisa. Antes disso, asseguraram-se, nos Estados Unidos, de que as pessoas não receberão indemnizações pelos danos causados à sua saúde. Previamente, em 1976, foram obrigados a pagar grandes quantias. Conforme sabe, nos Estados Unidos, quando destroem a saúde de alguém, as indemnizações são muito elevadas. Agora têm uma lei que diz que estas empresas não são responsáveis. Não têm de pagar qualquer indemnização, nem que a pessoa morra ou fique enferma para o resto da vida. Portanto, pensaram em tudo.
Podem envenenar-nos e matar-nos, e ficam impunes.
É verdade!
Como é isso possível? Como é possível que tantos governos permitam que isso aconteça?
Eles não estão a permiti-lo ainda. Por enquanto, ninguém fez nada. Estão apenas a levar a cabo um programa de incutir medo, na comunicação social. Estão todos a dizer ‘Vai ser terrível’. Trata-se de uma propaganda de medo, medo, medo. As pessoas ficam com medo porque não sabem! A OMS decretou que todos terão de ser vacinados compulsivamente. À força. Antigamente, a OMS não tinha capacidade para forçar nenhum governo. Fazia apenas uma recomendação. Se bem me lembro, foi em 97/98 ou 94 que assinaram uma declaração a dizer que, em caso de uma pandemia grave, dariam ordem para tal.
No início de Junho, a OMS disse que a pandemia de grau 6 era a mais grave. Visite qualquer país, as pessoas não estão doentes. Não há milhares de pessoas com gripe suína. Tudo isto serviu para preparar os governos a obrigar as pessoas a serem vacinadas à força! Mas não creio que vá resultar.
Acha que as figuras públicas da OMS são, na realidade, falsas?
São! Claro que são! Mas há que perguntar sempre: Quem beneficia com isto? Quem beneficia? Em minha opinião, foram obrigados a fazer isto. Por quem? Pelas grandes empresas farmacêuticas. Como sabe, os grandes laboratórios farmacêuticos lidam com a população mundial e com dinheiro mundial. Com biliões.
Então, em sua opinião, qual é a estratégia final? Qual é o objectivo deles, que é que pretendem conseguir?
O objectivo deles é eliminar o maior número possível de pessoas e receber por elas tanto dinheiro quanto possível. Mas creio que, desta vez, fizeram mal as contas. Já na reunião Bilderberg, em 14 e 15 de Maio de 2009, em Hellas (a palavra finlandesa para a Grécia), houve quase que uma cisão, quando debateram isto. Consigo imaginar que as pessoas, normalmente presentes, nem sempre estão de acordo com o plano do Sr. Kissinger de eliminar uma grande parte da população mundial. Por exemplo, ontem, o Governo da Finlândia tomou a decisão de alterar a lei – e isto é muito interessante. A gripe suína deixou de estar na lista das doenças graves e contagiosas! Isso significa que as pessoas terão de pagar elas próprias. Também é uma questão de dinheiro. Em minha opinião, é uma questão jurídica para os advogados. Mas ninguém pode ser obrigado a vacinar-se, se não se tratar de uma perigosa doença contagiosa! Certo? Acho que foram muito, muito espertos! Também acabo de ler do Instituto Faulk de Saúde da Noruega que o director disse que nunca quiseram obrigar ninguém a ser vacinado, mas que podem mandar vacinar-se se quiserem. Espero que ninguém se vacine, especialmente as crianças e as mulheres grávidas. Na realidade, ninguém.
* Mini-biografia:
A Drª Rauni-Leena Luukanen-Kilde nasceu em 1939, em Värtsilä (agora República da Karelia) e foi Médica-Chefe da Lapónia Finlandesa. Desde 1975 até 1986 ocupou esta posição até sofrer um “estranho acidente” com estranhas consequências. (…)
Publicou obras, onde revela que desde 1946 se estão a colocar pequenos eléctrodos em cabeças de bebés, sem o conhecimento dos seus pais, e chips desde 1974.
Verdade ou não, no resultado das suas pesquisas, sempre mostrou uma fé inabalável e convicção nas mesmas, e a coragem de denunciar o que se passa à nossa volta.
Uma mulher saudável de 25 anos começou a ficar debilitada dias após levar a vacina contra a gripe sazonal. Dois meses depois esta norte-americana mal consegue falar ou andar, e vários médicos confirmam que a incapacidade foi provocada pela vacina.
Vários médicos confirmaram que uma mulher do estado norte-americano da Virgínia ficou gravemente incapacitada devido à vacina contra a gripe sazonal. Os actores de Hollywood Jim Carrey e Jenny McCarthy ofereceram apoio através da Generation Rescue, uma organização sem fins lucrativos destinada a tornar pública a relação entre as vacinas e o autismo.
Desiree Jennings (no vídeo acima) era uma jovem de 25 anos perfeitamente saudável e líder da claque dos Washington Redskins (uma equipa de futebol americano) até há dois meses atrás, quando foi inoculada com uma vacina contra a gripe sazonal.
Dez dias depois de levar a vacina começou a sentir sintomas de gripe, seguido de fortes convulsões e desmaios.
Agora mal pode falar ou andar e a sua vida ficou destruída.
Após ser consultada por 60 médicos, Jennings foi diagnosticada com distonia, uma doença neurológica incapacitante que provoca espasmos e contracções musculares involuntárias.
Ao contrário do que seria normal, o exercício físico faz diminuir a sua actividade cardíaca, conseguindo correr durante horas. No entanto, quando se encontra em repouso os seus batimentos cardíacos mantêm-se sempre acima das 90 pulsações por minuto, e o simples acto de caminhar alguns passos torna-se exaustivo e quase impossível. Não existe cura conhecida para a doença e piora diariamente.
«Médicos nos Hospitais de Fairfax Inova e Johns Hopkins diagnosticaram-lhe uma rara doença neurológica chamada distonia. Eles consideram ser uma forte reacção à vacina contra a gripe», noticiou o canal televisivo norte-americano Fox 5 News.
«Agora a Desiree tem dificuldade em falar, caminhar e mesmo comer. Durante uma entrevista à FOX 5 ela teve várias convulsões. Os efeitos são irreversíveis.»
No entanto, Jennings está determinada a combater a doença e o seu caso despertou a atenção de activistas célebres como Jim Carrey e Jenny McCarthy, que lhe ofereceram apoio através da sua organização Generation Rescue. Esta organização tem lançado campanhas para «limparem as vacinas», removendo componentes perigosos como o mercúrio, que já foi directamente relacionado ao aparecimento de casos de autismo.
«Eles deram uma enorme ajuda», afirmou Desiree à Fox 5 News. «Têm muitos médicos habituados a lidar com problemas provocados por vacinas, e têm muitas histórias como a minha. Infelizmente, muitos dos casos são com crianças, o que é ainda pior. Eu consigo compreender que isto aconteça a um adulto, mas uma criança pequena não teve ainda a oportunidade de viver e não pode falar. Eu quero falar por elas e ajudá-las também», disse Jennings.
McCarthy foi desafiada a fundar a organização com Carrey depois do seu próprio filho de 7 anos, Evan, tornar-se autista após receber uma vacina. Stan Kurtz, presidente da Generation Rescue, declarou que a organização pretende oferecer tratamentos a Jennings em Los Angeles.
«O caso é – como podem ver – tão trágico que comoveu a Jenny», disse Kurtz.
Jennings disse à FOX 5 que o tratamento seria uma oportunidade de recuperar parte da sua vida, mas sublinhou que o que lhe aconteceu a ela serve de aviso às pessoas que estão a pensar levar a vacina contra a gripe sazonal ou contra a gripe A.
NOTA DO ESCUDO.tv: Em Portugal, que tenhamos conhecimento, este caso só foi noticiado pelo Correio da Manhã.
A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) declarou que os juízes portugueses perderam a confiança no Conselho Superior da Magistratura, por este violar a independência do poder judicial. Foi numa deliberação de protesto contra a suspensão da atribuição da nota de avaliação de Muito Bom ao juiz Rui Teixeira (que esteve envolvido no processo Casa Pia), divulgada a 30 de Setembro:
Decisão do Conselho Superior da Magistratura que suspendeu a notação do Juiz Rui Teixeira
Por iniciativa de três Vogais eleitos pela Assembleia da República e indicados pelo Partido Socialista, o Plenário do Conselho Superior da Magistratura avocou a classificação de serviço do juiz Rui Teixeira e deliberou, com nove votos a favor, dois votos contra e uma abstenção, suspender a decisão sobre essa classificação enquanto estiver pendente o pedido de indemnização formulado pelo ex-ministro Paulo Pedroso contra o Estado Português.
Trata-se de uma situação inédita e surpreendente, em que o órgão de administração e gestão dos juízes condiciona a avaliação do juiz à pronúncia de um tribunal superior quanto ao mérito das decisões proferidas num processo judicial concreto, em violação dos princípios constitucionais da separação de poderes e da independência do juiz.
Esta decisão suscitou nos cidadãos as mais profundas dúvidas sobre a capacidade do Conselho de assegurar a credibilidade da Justiça e as condições efectivas de independência para os juízes julgarem os casos submetidos apenas à lei e à sua consciência jurídica, livres de quaisquer pressões ou constrangimentos, designadamente de natureza política.
Por estas razões a ASJP solicitou ao Conselho que prestasse esclarecimentos públicos e cabais sobre o assunto, mas o Comunicado do CSM, de 22 de Setembro, não alcançou minimamente esses objectivos, preferindo manter uma certa opacidade sobre a deliberação, o que só serviu para suscitar mais dúvidas.
Os juízes portugueses repudiam em absoluto esta actuação do Conselho Superior da Magistratura e não toleram nem tolerarão intimidações ou condicionamentos de qualquer espécie à sua independência e imparcialidade, em conformidade com os princípios que assumiram no “Compromisso Ético dos Juízes Portugueses”.
A ASJP manifesta a mais viva repulsa por esta deliberação do Conselho e considera merecedora de elevada censura pública a actuação de todos os seus membros que, com os seus votos favoráveis ou abstenção, viabilizaram a iniciativa com conotação partidária que deu origem a uma decisão inédita que coloca em causa a independência de todos os juízes.
Com tal actuação os juízes eleitos pelos seus pares quebraram o compromisso que levou à sua eleição e perderam irreversivelmente a legitimidade para os continuarem a representar no órgão constitucional de gestão.
Também não poderá deixar de ser questionada a legitimidade dos outros membros do Conselho, perante as respectivas fontes institucionais de designação, tendo em conta a missão do órgão constitucional como garante da separação de poderes e da independência do poder judicial.
Por tais razões, no cumprimento do mandato estatutário que a vincula à defesa intransigente da independência do poder judicial, a ASJP declara que os juízes portugueses perderam a confiança no Conselho Superior da Magistratura e, por isso, apela a todos os que votaram a favor ou se abstiveram naquela deliberação que assumam as suas responsabilidades e retirem as devidas consequências, renunciando aos respectivos lugares.
As últimas eleições legislativas foram as mais caras de sempre em Portugal em matéria de financiamento partidário, já que os partidos vão receber perto de 18 milhões de euros anuais em função dos votos conquistados, mais três milhões do que em 2005, revela a Lusa.
Em virtude da Lei de Financiamento dos Partidos e das Campanhas Eleitorais, os partidos receberão, anualmente, e por cada voto conquistado, o equivalente à fracção 1/135 do salário mínimo nacional, ou seja, no ano em curso, 3,33 euros, parte do total de 450 euros de salário mínimo actual em Portugal.
O PS receberá anualmente 6,88 milhões de euros pelos votos conquistados, recolhendo o PSD 5,48 milhões. Já o CDS-PP e o BE aproximam-se da fasquia dos dois milhões de euros, enquanto que a coligação PCP-PEV receberá perto de 1,5 milhões de euros.
O Jornal Nacional da TVI de 7 de Setembro transmitiu um conjunto de reportagens (que podem ser vistas no vídeo abaixo) sobre o alarmismo artificial que se tem construído em torno da pandemia de Gripe A – alarmismo esse para o qual, curiosamente, a TVI continua a contribuir. A estação de televisão entrevistou o Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral e o Director Geral de Saúde espanhol, especialistas para os quais a Gripe A é mais inofensiva que a gripe sazonal; refere os gigantescos lucros que as farmacêuticas estão a obter com esta gripe; e mostra uma jovem portuguesa de 26 anos que se curou com um vulgar medicamento antipirético (anti-febril).
TVI: Um dos homens que mais tem lidado com a Gripe A em Portugal é o Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral. Fernando Maltês afirma que a Gripe A vai matar menos gente do que uma simples gripe sazonal (gripe comum), que é mais inofensiva e trata-se, na maioria dos casos, com antipiréticos. O Director Geral de Saúde Espanhol é da mesma opinião. (…)
Numa altura em que o laboratório suíço Roche passa por dificuldades financeiras, com os lucros a caírem quase 30% na primeira metade deste ano, é caso para dizer que a Gripe não é Aviária, mas que caiu do céu.
Ajuda importante também para a Glaxo Smith Kline, o laboratório britânico a quem Portugal já encomendou seis milhões de doses da vacina contra a Gripe A, a 8 euros cada uma (48 milhões de euros), teve um ano difícil do ponto de vista financeiro. Eis senão quando, surge o tal vírus, H1N1, que deverá render, só ao laboratório britânico, cerca de dois mil milhões de euros, tendo em conta que as encomendas estão quase a atingir as trezentas milhões de doses.
Horas após Paulo Portas conseguir uma vitória histórica do CDS/PP nas legislativas, a investigação sobre o processo de aquisição dos dois submarinos U-214 em 2004 volta à tona de água. Segundo o Bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho Pinto, as buscas de ontem em escritórios de advogados «visam dar espectáculo, aliás estavam lá jornalistas à espera. (…) Isto é terrorismo judiciário.»