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Suspeitos foram avisados das escutas

Suspeitos foram avisados das escutas

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Felícia Cabrita
Sol
Foto: Diário de Notícias

Os arguidos no ‘processo Face Oculta’ deixaram de usar os seus telemóveis habituais a partir de 25 de Junho, no auge da polémica causada pelo negócio PT/TVI, existindo a suspeita de uma fuga de informação nessa altura, quando começaram a chegar a Lisboa as primeiras certidões enviadas pelo DIAP de Aveiro.

A Polícia Judiciária conseguiu, porém, descobrir os novos contactos dos arguidos e restabelecer as escutas, que se prolongariam durante pelo menos mais dois meses.

O empresário Manuel Godinho, figura-chave no caso, alguns dos seus mais próximos colaboradores e Armando Vara estão entre esses arguidos. A mudança de telefones pode confirmar-se pelas conversas que envolvem o primeiro-ministro, que constam das certidões enviadas ao procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro.

Segundo o SOL apurou, nos últimos dias de Junho – quando, perante a polémica levantada pela possível compra da TVI pela PT, José Sócrates anunciou que decidira vetar o negócio –, os contactos passaram a realizar-se através de telemóveis ‘descartáveis’ (ou seja, sem assinatura e que só se podem localizar se os carregamentos forem efectuados com cartões de crédito).

Alguns arguidos passaram a usar não só novos cartões como também novos aparelhos. Mas Manuel Godinho e outros, com menos ‘ciência’ policial, apenas mudaram os respectivos cartões. Só que a PJ montara escutas também ao número de série identificador do aparelho – e assim, à medida que o empresário foi fazendo telefonemas, a Polícia foi identificando os novos números dos outros arguidos e de José Sócrates, conseguindo reconstituir toda a rede de contactos.

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Climategate – A Verdade (que é mesmo inconveniente) sobre o aquecimento global

Climategate – A Verdade (que é mesmo inconveniente) sobre o aquecimento global

É um dos maiores escândalos científicos de sempre e deita por terra os fundamentos da teoria do aquecimento global. A divulgação de documentos e comunicações privadas entre cientistas de topo colocou a descoberto manipulação de dados, tráfico de influências e perseguições. No estrangeiro foi descrita como das maiores notícias da década, mas em Portugal está a ser abafada pela comunicação social.

Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
23 de Novembro de 2009

Multiplicam-se os apelos à realização de inquéritos independentes para investigar o escândalo científico que tem sido denominado de Climategate. Este escândalo está a arruinar as bases da teoria do aquecimento global, após a divulgação a 20 de Novembro de milhares de e-mails que provam uma manipulação concertada de dados por parte de investigadores com o objectivo de «esconder a descida» da temperatura do planeta.

O antigo chanceler britânico Lord Lawson foi uma das muitas personalidades a pedir uma investigação imparcial ao escândalo, que começou semanas antes da Conferência Climática das Nações Unidas em Copenhaga. «Dever-se-ia criar um inquérito público orientado por alguém totalmente respeitado para se obter a verdade», afirmou no programa BBC Radio Four Today.

Os e-mails foram divulgados após vários piratas informáticos penetrarem nos servidores da Climatic Research Unit (CRU), a unidade de investigação climática da Universidade de East Anglia, Norwich, no Reino Unido. O CRU é considerado como um dos principais centros de investigação da climatologia a nível mundial.

Os documentos e comunicações aos quais os piratas acederam revelam a forma como cientistas de topo conspiraram para falsificar dados e esconder a descida da temperatura global, sustentando a premissa de que a intervenção humana está a provocar alterações climáticas. Outros destacam a maneira como eles coordenam autênticas campanhas negras para ostracizar cépticos do aquecimento global e usar a sua influência para impedir que relatórios dissidentes apareçam em publicações científicas de revisão por pares (um processo utilizado na publicação de artigos e na concessão de fundos para pesquisas), assim como tácticas para fintarem os pedidos de divulgação de informação efectuados através da lei norte-americana Freedom of Information Act (Lei da Liberdade de Informação, ou FOIA).

Tal como esperado, a comunicação social internacional tem branqueado o escândalo, caracterizando os e-mails como «rancor» entre a comunidade climática e mostrando apenas os e-mails menos comprometedores, ignorando o verdadeiro significado do que foi revelado.

Organizações ligadas à CRU têm lançado uma campanha de terror psicológico com cenários apocalípticos, ilustrando o seu argumento através de vídeos animados de propaganda totalmente desfasados da realidade, onde mostram animais de estimação a afogarem-se e ursos polares gerados por computador a caírem do céu (invocando imagens das vítimas dos atentados de 11 de Setembro a saltarem das Torres Gémeas), quando na verdade o número de ursos polares está a aumentar.

«Um dos e-mails que está sob escrutínio foi escrito por Phil Jones, o director do CRU, em 1999: ‘Acabei de completar o truque da Mike’s Nature [uma revista científica] de aumentar as temperaturas para cada série dos últimos 20 anos (por exemplo, desde 1981) e desde 1961 para o Keith, de forma a esconder a descida’», noticia o London Telegraph.

O autor admitiu à Associated Press que o e-mail é genuíno.

Noutro exemplo, investigadores falam sobre dados que são «artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais». Aparentemente, as «temperaturas reais» são definidas pelos ‘líderes’ do aquecimento global.

Tal como escreve o ex-meteorologista Anthony Watts, as tentativas de afirmar que os e-mails «foram retirados do seu contexto», que é a defesa do CRU, não têm validade. «É possível afirmar-se que um e-mail escrito há anos atrás não está correcto por ter sido ‘retirado do seu contexto’, mas aqui temos um programador a deixar notas no código para que ele ou ela possa documentar o que esse código realmente faz nessa etapa, de forma a que quem mais tarde olhe para isso possa perceber a razão pela qual essa função não esteja representada a partir de 1960. Neste caso, as temperaturas não foram todas consideradas. Os dados das estações de crescimento (os meses de Verão, quando são formados novos anéis de crescimento nas árvores) após 1960 são ignorados porque ‘serão artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais’, o que implica um rotina de processamento de dados. Dêem-lhe as voltas que quiserem. Acredito mais nas notas deixadas por programadores do que na palavra de alguém que tem motivos para dizer que não há ali nada ‘suspeito’. Ou os dados mostram o que se passa na natureza ou não mostram. Dados que foram ‘artificialmente ajustados para parecerem mais próximos das temperaturas reais’ são dados falsos e geram resultados falsos.»

Outro e-mail mostra a forma de alterar os dados das temperaturas e corrigir «desvios» nos estudos de maneira a corresponder às expectativas, que é obviamente o pecado capital de qualquer estudo científico.

«Conspiração, conluio no exagero de dados sobre o aquecimento, possível destruição ilegal de informação comprometedora, resistência organizada à divulgação de dados, manipulação de dados, reconhecimento de erros nas suas reivindicações públicas e muito mais» foi revelado nos 61 megabytes de ficheiros confidenciais difundidos na internet para que todos possamos ver, escreve Andrew Bolt, jornalista do Herald Sun.

Outro e-mail celebra a morte do professor John L. Daly, um céptico do aquecimento global, com as palavras: «de certa forma isto é uma notícia fantástica.»

Noutra comunicação, o autor revela a sua fantasia de «dar uma bruta carga de porrada» nos cépticos do aquecimento global.

Em mais outra, os investigadores discutem formas de desacreditar o professor James Saiers da revista científica Geophysical Research Letters com uma caça às bruxas académica, devido às suas simpatias por cépticos do aquecimento global: «Se vocês acham que o Saiers está do lado dos cépticos do efeito de estufa, se nós conseguirmos encontrar provas documentais disso, podemos agir através de canais oficiais da AGU [União Geofísica Americana] e bani-lo.»

Outros e-mails mostram dúvidas sobre o aumento da temperatura global e concluem que os dados necessitam ser reinterpretados: «A verdade é que não conseguimos justificar o facto de não existir subida das temperaturas e isso é uma vergonha para nós. Os dados da CERES relativos a 2008 publicados no boletim de Agosto de 2009 da MAS [Sociedade norte-americana de Meteorologia] mostram que devia existir mais aquecimento: mas os dados devem estar errados. O nosso sistema de observação está desadequado».

Os cientistas discutem a melhor forma de esconder os dados históricos que contradizem a tese da alteração climática provocada pelo Homem, tal como o Período Quente Medieval, que de acordo com um e-mail deve ser «dissimulado».

Também é discutida a destruição de provas, com cientistas a resolver apagar e-mails comprometedores.

«E, talvez o mais perverso», escreve o jornalista do Telegraph James Delingpole, «uma longa série de comunicações onde se congemina a melhor forma de banir cientistas dissidentes de processos de revisão por pares. Como, por outras palavras, criar um ambiente onde qualquer cientista que discorde com o aquecimento global antropogénico seja posto de lado como um fanático, sem um pingo de credibilidade.»

Diz um dos e-mails revelados: «Esse foi o perigo de criticar os cépticos por não publicarem na ‘literatura de revisão por pares’. Então, eles encontraram uma forma para isso: controlar uma publicação científica! O que iremos fazer agora? Acho que temos de deixar de considerar a Climate Research como uma revista científica legítima. Talvez devemos encorajar os nossos colegas na comunidade de investigação climática para não enviarem mais trabalhos para essa revista, e nem sequer a citarem. Também temos de considerar o que iremos dizer ou pedir aos colegas mais próximos de nós que integram o conselho editorial dessa revista… O que é que vocês acham? (…) Eu irei mandar e-mails à revista para lhes dizer que não terei mais nada com ela enquanto não se livrarem desse editor incómodo. (…) Isto acontece porque esta revista tem vários editores. O responsável é um céptico bem conhecido na Nova Zelândia. Ele já deixou passar alguns artigos de Michaels e Gray. Troquei umas palavras sobre isto com Hans von Storch, mas não deu em nada. Esta é mais uma coisa para falar em Nice!»

Os cientistas também «discutem formas de se esquivarem a pedidos efectuados através da Lei da Liberdade de Informação [FOIA] para divulgarem dados relacionados com temperaturas», noticiou o Daily Mail.

Os e-mails mostram que os cientistas usavam favorecimentos e estratagemas com os representantes oficiais da FOIA para não serem forçados a divulgar dados: «Quando chegaram os pedidos feitos através da FOIA, o representante disse-nos que tínhamos de os cumprir», diz um e-mail. «Foram necessárias duas sessões de meia hora para o fazer mudar de ideias. (…) Quando eles perceberam o tipo de pessoas com que estamos a lidar, todo o pessoal na Universidade de East Anglia nos apoiou. Fiquei a conhecer muito bem o representante da FOIA e o chefe da biblioteca – que lida com recursos.»

É muito importante salientar que este breve resumo apenas mostra uma mera ponta da fraude monumental que foi exposta com os e-mails pirateados.

Este é um marco no princípio do fim do alarmismo do aquecimento global e da agenda para implementar medidas draconianas de controlo e regulação, assim como o lançamento da taxa global de carbono.

Muitas mais revelações foram feitas no seguimento desta fuga de informação, e o esforço desesperado dos políticos e da comunicação social em branquear e abafar toda esta polémica só irá piorar a sua situação.

Para saber mais:

O Watergate climático – farsa do aquecimento global a descoberto, artigo do site Pontas Soltas
Artigos do Expresso sobre o climategate
Ainda Orwell, artigo de opinião do investigador universitário Fernando Gabriel no Diário Económico
Base de dados de artigos estrangeiros sobre o climategate
Base de dados com os e-mails pirateados

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Vacina dada às grávidas portuguesas foi considerada perigosa em vários países

Vacina dada às grávidas portuguesas foi considerada perigosa em vários países

Já são pelo menos três os bebés portugueses que morreram horas após as suas mães terem sido injectadas com a vacina contra a Gripe A. O governo e as autoridades de saúde portuguesas escondem o facto da vacina ter sido considerada perigosa em países como a Suiça, e nunca ter sido testada em grávidas nem em crianças. A OMS já confirmou casos da síndrome de Guillain-Barré provocados por esta vacina.

Foram até agora dados a conhecer pela comunicação social três casos de grávidas portuguesas que perderam os seus bebés após receberem a vacina contra a Gripe A utilizada no nosso país – a Pandemrix da farmacêutica GlaxoSmithKline.

Em todos os casos as autoridades de saúde responderam imediatamente que consideram não existir nenhuma relação entre as mortes e as vacinas, isto muito antes de saberem qualquer resultado das autópsias – resultados esses que não refutaram completamente essa relação. O discurso oficial continua a ser o de que não existe qualquer dado científico que mostre que a vacina é perigosa em grávidas, e que estes casos são todos «uma terrível coincidência». O facto, escondido dos portugueses, é que ela nunca foi testada em mulheres grávidas nem em jovens com menos de 18 anos. Não existem, portanto, dados científicos que mostrem que esta vacina é segura em grávidas e crianças. Mesmo assim o governo português iniciou a vacinação às grávidas e a todas as crianças, tendo já incluído esta vacina no Plano Nacional de Vacinação.

O vídeo acima mostra algumas reportagens da RTP sobre estes acontecimentos. Nelas é possível verificar que as duas primeiras grávidas que perderam os bebés sentiram-nos «mexer muito mais que o habitual» nas horas seguintes à inoculação da vacina, até eles deixarem de se mexer por completo. Não foi divulgado se a terceira mãe também sentiu movimentos anormais.

Fica claro que as autoridades de saúde considerarão qualquer complicação ocorrida após a inoculação da vacina Pandemrix como uma mera «coincidência» e irão recusar sempre qualquer responsabilidade. Aliás a comunicação social só difundiu casos ocorridos poucas horas ou dias depois da vacinação. Vários especialistas alertam para o facto desta vacina conter esqualeno, uma substância perigosa que já foi directamente associada a casos da síndrome da Guerra do Golfo e a uma enorme lista de doenças degenerativas (como a síndrome de Guillain-Barré); e timerosal, um conservante geralmente usado nas vacinas que vários estudos científicos indicam provocar lesões neurológicas similares às do autismo. Todas estas doenças podem surgir meses, anos ou décadas após a vacinação, sendo óbvio que as autoridades de saúde refutarão todas as responsabilidades. Como já noticiámos anteriormente, vários governos por todo o mundo garantem imunidade total às companhias farmacêuticas caso existam processos legais devido a mortes e lesões provocadas pela vacina.

Na Suíça as autoridades de saúde proibiram o uso da Pandemrix em grávidas, jovens com menos de 18 anos e adultos com mais de 60, justamente pelos receios em volta dos seus componentes perigosos e por não terem sido testadas nessas camadas etárias. Em Espanha (ver vídeo acima, aos 4:30 minutos), no Reino Unido e no Canadá as grávidas podem escolher ser vacinadas com outras vacinas sem componentes adjuvantes como o esqualeno. As grávidas francesas só receberão as que não contêm adjuvantes.

Em Outubro, a Organização Mundial de Saúde (OMS) chegou a desaconselhar o uso de vacinas com adjuvantes, como a Pandemrix, em mulheres grávidas (ver vídeo da Sky News em baixo). Neste momento a OMS admite já existirem casos da síndrome de Guillain-Barré provocados por vacinas contra a Gripe A (ver vídeo em cima, aos 4 minutos).

O ESCUDO.tv tem conhecimento que vários médicos portugueses têm desaconselhado aos seus pacientes a inoculação desta vacina, mesmo a doentes que foram considerados de risco.

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Três bebés morrem horas após mães receberem vacina

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Sócrates, sem diálogos de Platão

Sócrates, sem diálogos de Platão

SONAR – Movimentos sob a superfície

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Sob este regime abrilista Portugal já conheceu toda a podridão possível da política contemporânea.

A independência e a soberania são vagas recordações do passado. Todos os líderes gerados pelos partidos políticos dominantes se mostraram “bons alunos” de Bruxelas, serviçais perante os interesses multinacionais, frequentadores assíduos das reuniões do Clube Bilderberg e de uma fidelidade canina aos interesses do patrão norte-americano.

As poucas faculdades que possuem são aplicadas no exercício de tráfico de influências e nalgumas manobras públicas de fraca prestidigitação. No plano humano encontramos entre eles do pior que existe na nossa sociedade: desertores, pederastas, pedófilos, homicidas[1], gatunos e aldrabões impenitentes.

Haverá excepções que se desconheçam? Será possível que existam, quando o seu silêncio só pode significar conluio?

O actual caso do Primeiro-ministro Sócrates só veio acrescentar a prova de que as instituições da justiça seguiram o mesmo caminho das da política e de que em Portugal nunca será possível uma operação “mãos limpas”.

Se um agente do Ministério Público manda emitir certidões de um processo de escutas para posterior investigação, neste contexto só pode significar uma coisa: para esse agente existe a clara suspeita de prática de crime punível com pena superior a três anos de prisão[2]. Ora foram emitidas diversas certidões.

As primeiras já foram anuladas, como seguramente serão as restantes, sob o espantoso argumento de que só o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça pode autorizar escutas ao Primeiro-ministro[3]. Ora, como se sabe publicamente, a escuta não era dirigida ao dito Primeiro-ministro e como não é possível saber antecipadamente se altas figuras do Estado têm conversas telefónicas comprometedoras com vulgares suspeitos, todas as escutas teriam de receber o prévio aval do STJ!

Por seu turno o Procurador Geral da República afirmou, em comunicado, a não existência de “indícios probatórios” nas primeiras certidões que recebeu, e ficamos a procurar imaginar como seria possível encontrá-los sem ser realizada qualquer investigação.

Outra coisa nos mostra este caso: é o à-vontade com que este Primeiro-ministro tem conversas comprometedoras, indiciadoras da prática de crimes puníveis com penas superiores a três anos, através de um vulgar telemóvel. Isso evidencia um forte sentimento de impunidade e todos estamos a perceber porquê.

E assim continuaremos até que este vómito, que aqui jaz a apodrecer, possa ser estrume para um novo futuro.


[1] Se não nos quisermos lembrar dos horrores em que estes políticos deixaram muitos dos povos africanos e timorenses, dos antigos territórios ultramarinos, temos, por exemplo, a impunidade dos assassinos do caso Camarate, reveladora de que os mandantes do crime se encontravam na esfera do poder.


[2] Como está explícito no Artigo 187.º n.º1 a) do Código de Processo Penal.


[3] Tal como refere o Artigo 11.º, n.º2 b) do Código de Processo Penal.

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Indícios de intervenção norte-americana nos atentados de Madrid

Indícios de intervenção norte-americana nos atentados de Madrid

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Depois dos atentados de Madrid (em 2004) e de Londres (em 2005), a justiça afastou a tese da Al-Qaida e atribuiu a autoria dos atentados a terroristas islâmicos autónomos. Uma grande parte da imprensa espanhola contestou esse veredicto e explorou diversas pistas internas.

Leia na íntegra o artigo (em francês) da Réseau Voltaire

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França: novo caso de doença neurológica associada à vacina da gripe A

França: novo caso de doença neurológica associada à vacina da gripe A

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Um caso «provável» da síndrome de Guillain-Barré, uma doença rara do sistema nervoso periférico, foi recentemente assinalado em França, após uma inoculação de uma vacina contra a gripe H1N1.

Leia na íntegra o artigo (em francês) do Le Figaro

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Grande parte dos médicos e enfermeiros portugueses recusa a vacina

Grande parte dos médicos e enfermeiros portugueses recusa a vacina

Cerca de 45% dos profissionais de saúde e funcionários de instituições públicas considerados essenciais recusaram até agora levar a vacina contra a Gripe A. Esta rejeição generalizada levou o governo a alterar o plano de vacinação nacional.

Os números são oficiais: foram aplicadas apenas 30000 das 54000 doses da vacina contra a Gripe A disponíveis para a primeira fase de vacinação em Portugal. Esta fase começou a 26 de Outubro e era destinada aos profissionais de saúde, grávidas no segundo e terceiro trimestre de gravidez com patologias associadas, detentores de funções consideradas essenciais e titulares de órgãos de soberania.

A pouca adesão nesta primeira fase de vacinação levou o governo a antecipar a segunda fase, que estava prevista iniciar apenas em Janeiro de 2010. Esta é destinada aos profissionais de saúde não contemplados na primeira fase, doentes crónicos e grávidas saudáveis no segundo e terceiro trimestre de gravidez.

Durante as últimas semanas foi noticiado que vários médicos e enfermeiros portugueses iriam recusar esta vacina – a Pandemrix, fabricada pela companhia farmacêutica GlaxoSmithKline – por considerarem-na insegura. Foi também confirmado que esta vacina contém esqualeno, uma substância perigosa que já foi directamente associada a casos da síndrome da Guerra do Golfo e a uma enorme lista de doenças degenerativas; assim como timerosal, um conservante geralmente usado nas vacinas que vários estudos científicos indicam provocar lesões neurológicas similares às do autismo.

O vídeo disponibilizado acima contém um conjunto de reportagens emitidas na RTP nas últimas semanas sobre a recusa dos médicos e enfermeiros portugueses em serem inoculados com a vacina. Em baixo estão excertos de duas notícias relacionadas com esta polémica:

Jornal de Notícias
Numa ronda por vários sindicatos dos médicos e enfermeiros portugueses, o JN constatou que há opiniões diversas em relação à vacinação e que, a avaliar pelos depoimentos recolhidos, há muitos profissionais que não estão decididos a vacinar-se por terem dúvidas em relação à segurança e aos efeitos secundários da vacina.

Pilar Vicente, médica nos hospitais civis de Lisboa e dirigente do Sindicato dos Médicos da Zona Sul, garante que “a maior parte” dos médicos não quer ser vacinada e que até têm sido “desaconselhados por grande parte dos colegas que trabalham na área do medicamento”. A “desconfiança” dos médicos assenta no facto de a vacina ter sido concebida “à pressa” e na convicção de que “não foram corridos todos os passos e realizados todos os testes que são habituais na experimentação e na confirmação da sua segurança”.

A médica diz, inclusive, que já foram publicados em revistas médicas inglesas (cita o New England Journal of Medicine) artigos que dão conta de efeitos adversos relacionados com perturbações neurológicas e alterações do sistema nervoso periférico e central para justificar as “fortes desconfianças” da comunidade médica em relação à vacina.

A dirigente sindical compreende a decisão do Ministério da Saúde de incluir os médicos e enfermeiros no grupo prioritário de vacinação, mas entende que ninguém os pode obrigar a ser vacinados. Pilar Vicente acredita na responsabilidade individual de cada um deles e que, caso tenham sintomas da doença, “serão os primeiros a abster-se de ir para o serviço e a ficar em casa por precaução para não contaminarem ninguém”. (…)

Guadalupe Simões, presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, diz que a questão também preocupa os enfermeiros, que estão divididos em relação à vacinação. “Há algumas reservas”, diz, citando “estudos que suscitam dúvidas” em relação a efeitos contraditórios da vacina e recusando que os enfermeiros sejam obrigados a vacinar-se.

Correio da Manhã
franciscogeorgeA recusa de alguns médicos e enfermeiros em serem vacinados contra a gripe A está a potenciar a desconfiança dos portugueses na qualidade e segurança da vacina, admitiu o director-geral da Saúde, Francisco George (na imagem), no arranque da campanha de vacinação. (…)

Várias pessoas não confiam na vacina. Marisa, 30 anos, com uma gravidez de 30 semanas, salienta: ‘Não quero a vacina, pois os médicos, que sabem mais do que nós, não a querem tomar. Vou recusá-la.’ Isabel Matias, 40 anos, acrescenta: ‘Não há estudos suficientes. Não deixo o meu filho ser vacinado, que é asmático.’ Já Vera Silva, de 21 anos, espera para ver a reacção que a vacina provoca. (…)

TESTEMUNHOS
‘HÁ POUCA INFORMAÇÃO SOBRE EFEITOS ADVERSOS’: Vasco Noé Técnico do IDT
Tenho indicação para ser vacinado, mas não quero. Não há muita informação sobre os efeitos secundários que a vacina pode provocar e estranho não podermos fazer análises depois da vacina, porque os resultados podem não ser fiáveis.’

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Família portuguesa opta pela não vacinação

Família portuguesa opta pela não vacinação

Cerca de 10 % dos portugueses estão fora do Programa Nacional de Vacinação, e alguns fazem-no por opção. O programa Sociedade Civil da RTP2 (emitido a 15 de Outubro de 2009) entrevistou uma mãe que, após um problema clínico com a sua primeira filha, seguiu a opinião de alguns médicos na Alemanha e optou por não vacinar os outros filhos (vídeo acima).

À semelhança do que acontece em todo o mundo ocidental, existe em Portugal um grupo crescente de pais que, após se informarem sobre os componentes das vacinas, escolhem não as dar aos seus filhos.

O mesmo programa relembra que em Portugal a vacinação não é obrigatória (vídeo abaixo):

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Bastonário dos Médicos recusa dizer se vai ser vacinado

Bastonário dos Médicos recusa dizer se vai ser vacinado

gripea-3d94O bastonário da Ordem do Médicos, Pedro Nunes, recusou revelar se vai vacinar-se contra a gripe A. “Nunca respondo sobre matérias de natureza pessoal”, disse o responsável durante a apresentação da Fundação Portuguesa do Pulmão, em Lisboa, depois de afirmar que os médicos que não quiserem receber a vacina “não podem ser obrigados”.

‘Os médicos são cidadãos como os outros e, por conseguinte, não podem ser obrigados a fazer uma terapêutica se assim não o entenderem’, acrescentou.

Pedro Nunes sublinhou, contudo, que ‘não há nenhuma razão científica’ para não tomar a vacina. ‘Toda a evidência científica que possuímos é que a vacina é útil, sem riscos ou, pelo menos, com o risco normal de qualquer vacina’, disse.

Na qualidade de bastonário, referiu que não integra o grupo de cidadãos prioritários, nem como médico oftalmologista. Considerou, no entanto, que se estivesse entre os prioritários cederia o seu lugar a um doente.

Leia na íntegra o artigo do Correio da Manhã

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