Categoria | Gripe A, Portugal, Vacinação

Grande parte dos médicos e enfermeiros portugueses recusa a vacina

Cerca de 45% dos profissionais de saúde e funcionários de instituições públicas considerados essenciais recusaram até agora levar a vacina contra a Gripe A. Esta rejeição generalizada levou o governo a alterar o plano de vacinação nacional.

Os números são oficiais: foram aplicadas apenas 30000 das 54000 doses da vacina contra a Gripe A disponíveis para a primeira fase de vacinação em Portugal. Esta fase começou a 26 de Outubro e era destinada aos profissionais de saúde, grávidas no segundo e terceiro trimestre de gravidez com patologias associadas, detentores de funções consideradas essenciais e titulares de órgãos de soberania.

A pouca adesão nesta primeira fase de vacinação levou o governo a antecipar a segunda fase, que estava prevista iniciar apenas em Janeiro de 2010. Esta é destinada aos profissionais de saúde não contemplados na primeira fase, doentes crónicos e grávidas saudáveis no segundo e terceiro trimestre de gravidez.

Durante as últimas semanas foi noticiado que vários médicos e enfermeiros portugueses iriam recusar esta vacina – a Pandemrix, fabricada pela companhia farmacêutica GlaxoSmithKline – por considerarem-na insegura. Foi também confirmado que esta vacina contém esqualeno, uma substância perigosa que já foi directamente associada a casos da síndrome da Guerra do Golfo e a uma enorme lista de doenças degenerativas; assim como timerosal, um conservante geralmente usado nas vacinas que vários estudos científicos indicam provocar lesões neurológicas similares às do autismo.

O vídeo disponibilizado acima contém um conjunto de reportagens emitidas na RTP nas últimas semanas sobre a recusa dos médicos e enfermeiros portugueses em serem inoculados com a vacina. Em baixo estão excertos de duas notícias relacionadas com esta polémica:

Jornal de Notícias
Numa ronda por vários sindicatos dos médicos e enfermeiros portugueses, o JN constatou que há opiniões diversas em relação à vacinação e que, a avaliar pelos depoimentos recolhidos, há muitos profissionais que não estão decididos a vacinar-se por terem dúvidas em relação à segurança e aos efeitos secundários da vacina.

Pilar Vicente, médica nos hospitais civis de Lisboa e dirigente do Sindicato dos Médicos da Zona Sul, garante que “a maior parte” dos médicos não quer ser vacinada e que até têm sido “desaconselhados por grande parte dos colegas que trabalham na área do medicamento”. A “desconfiança” dos médicos assenta no facto de a vacina ter sido concebida “à pressa” e na convicção de que “não foram corridos todos os passos e realizados todos os testes que são habituais na experimentação e na confirmação da sua segurança”.

A médica diz, inclusive, que já foram publicados em revistas médicas inglesas (cita o New England Journal of Medicine) artigos que dão conta de efeitos adversos relacionados com perturbações neurológicas e alterações do sistema nervoso periférico e central para justificar as “fortes desconfianças” da comunidade médica em relação à vacina.

A dirigente sindical compreende a decisão do Ministério da Saúde de incluir os médicos e enfermeiros no grupo prioritário de vacinação, mas entende que ninguém os pode obrigar a ser vacinados. Pilar Vicente acredita na responsabilidade individual de cada um deles e que, caso tenham sintomas da doença, “serão os primeiros a abster-se de ir para o serviço e a ficar em casa por precaução para não contaminarem ninguém”. (…)

Guadalupe Simões, presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, diz que a questão também preocupa os enfermeiros, que estão divididos em relação à vacinação. “Há algumas reservas”, diz, citando “estudos que suscitam dúvidas” em relação a efeitos contraditórios da vacina e recusando que os enfermeiros sejam obrigados a vacinar-se.

Correio da Manhã
franciscogeorgeA recusa de alguns médicos e enfermeiros em serem vacinados contra a gripe A está a potenciar a desconfiança dos portugueses na qualidade e segurança da vacina, admitiu o director-geral da Saúde, Francisco George (na imagem), no arranque da campanha de vacinação. (…)

Várias pessoas não confiam na vacina. Marisa, 30 anos, com uma gravidez de 30 semanas, salienta: ‘Não quero a vacina, pois os médicos, que sabem mais do que nós, não a querem tomar. Vou recusá-la.’ Isabel Matias, 40 anos, acrescenta: ‘Não há estudos suficientes. Não deixo o meu filho ser vacinado, que é asmático.’ Já Vera Silva, de 21 anos, espera para ver a reacção que a vacina provoca. (…)

TESTEMUNHOS
‘HÁ POUCA INFORMAÇÃO SOBRE EFEITOS ADVERSOS’: Vasco Noé Técnico do IDT
Tenho indicação para ser vacinado, mas não quero. Não há muita informação sobre os efeitos secundários que a vacina pode provocar e estranho não podermos fazer análises depois da vacina, porque os resultados podem não ser fiáveis.’

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Um comentário a “Grande parte dos médicos e enfermeiros portugueses recusa a vacina”

  1. Carlos Portugal diz:

    Para além das dúvidas sérias acerca da segurança da dita «vacina», há um factor que tem sido pouco abordado nos media, e que tem causado sérias apreensões e mal-estar na comunidade médica: é o facto de o substrato nutriente da vacina (a base celular para multiplicação dos vírus), utilizado no seu fabrico, não ser de ovos de galinha, como apregoado, mas sim de células cancerosas de animais. A utilização destas células deve-se ao facto da sua multiplicação muito rápida, permitindo assim o fabrico de milhões de doses num curto espaço de tempo.

    Ora, apesar das vacinas serem esterilizadas – ao que os laboratórios dizem – há imensas amostras de ADN canceroso que é injectado no desgraçado do paciente suficientemente ingénuo ou inconsciente que se deixe inocular.

    Além disso, na Irlanda, por exemplo, as centenas de crianças que tiveram efeitos secundários graves – algumas ficarão afectadas para toda a vida – ficaram todas infectadas com a gripe A, que a dita «vacina» deveria evitar. Ou seja, a «vacina» é o meio escolhido para propagar a «pandemia», como aconteceu com muitas outras vacinas.

    Assim, só um louco ou um inconsciente se deixará «vacinar». E não acredito – de forma alguma – que a injecção que o inenarrável Francisco George tomou fosse a dita vacina.

    «Oh, admirável Mundo Novo, que tais filhos tens!» – exclamava uma personagem do Rei Lear de Shakespeare, nesse longínquo Séc. XVI. Se vivesse agora, o bardo inglês ficaria espantado com a iniquidade dos actuais filhos deste mundo…

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